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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

La Bruyère e a necessidade de Deus


Chamo mundanos, terrestres ou grosseiros aqueles cujo espírito e coração estão apegados a uma pequena porção do mundo que habitam, que é a terra; que nada estimam, que nada amam do além: homens de tão estreitos limites como aquilo que julgam seus domínios e possessões, cujo tamanho pode ser medido e cujas fronteiras podem ser mostradas. Não me surpreende que homens que se apoiam assim num átomo cambaleiem em seus mínimos esforços para sondar a verdade e que sua visão tão curta não lhes deixe atingir a Deus, através do céu e dos astros. Não percebendo a excelência do que é espírito nem a dignidade da alma, sentem menos ainda como esta é difícil de satisfazer, como a terra inteira é inferior a ela, como lhe é necessária a existência de um ser soberanamente perfeito, que é Deus, e quanto é indispensável uma religião que o revele e o garanta. Compreendo facilmente, pelo contrário, que é natural a esses espíritos caírem na incredulidade ou na indiferença e fazer com que Deus e a religião sirvam a política, isto é, a ordem e o ornamento deste mundo, única coisa, segundo eles, que merece atenção.

La Bruyère in Caracteres

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O ateu que queria ser pastor


por George Gonsalves

   Há alguns anos conheci um jovem (vou chamá-lo de Sérgio) que demonstrava temor a Deus. Gostava de ajudar as pessoas, era dedicado ao evangelismo e frequente às reuniões da igreja. Certo dia, enquanto fazíamos um trabalho evangelístico, ele disse-me que tinha vocação para o ministério pastoral. Fiquei feliz ao ouvir tal declaração de alguém que tinha cerca de quinze anos de idade.
   O tempo passou. O jovem se tornou adulto e começou a frequentar um curso universitário. Era o orgulho de seus pais. Contudo, notei que seu fervor começou a declinar. A maior prova de seu esfriamento espiritual era sua apatia ante os problemas dos outros. Passou a viver uma vida descompromissada e vazia. Suas prioridades e amigos mudaram. Passou também a dar desculpas esfarrapadas para não se envolver em atividades de aconselhamento ou evangelísticas.   
   Chamei, então, seu pai (que era cristão) para conversar. Disse-lhe como estava percebendo o seu filho. Ele parecia tão encantado com o desempenho intelectual do seu rebento que pareceu não levar muito a sério minhas palavras. Conversei também com Sérgio. Tentei mostrar-lhe que estava em decadência espiritual e que estava muito fascinado com o seu mundo atual. Ele parecia distante. Minha surpresa maior se deu quando lembrei-o do seu antigo desejo de ser pastor. Ele, simplesmente, disse que não se lembrava disso.
   Mais tempo passou e acabamos por nos separar. Ele foi para outra cidade, prosseguiu nos estudos e chegou a fazer mestrado. Recentemente, soube que ele agora se declara ateu. Apesar da tristeza que senti, não cheguei a ficar surpreso.
    A vida espiritual inclina nossos pensamentos para um lado ou outro. Antes da descrença, ocorre um afastamento de Deus. O esfriamento do coração precede ao da mente. O filósofo Blaise Pascal afirmou: "Quase que invariavelmente as pessoas formam suas crenças não baseadas nas provas, mas naquilo que elas acham atraente". Crer no Deus cristão leva o homem a determinadas responsabilidades. Jesus mesmo nunca omitiu dos seus possíveis seguidores o compromisso que requeria deles: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me (Mt. 17:24). Se alguém não estiver disposto a pagar o preço, talvez possa começar a pensar que ele nem mesmo exista. Este comportamento foi expresso de forma brilhante pelo escrito francês Paul Bourget (1852-1935): “É preciso viver como se pensa, caso contrário se acabará por pensar como se tem vivido”.
   Não estou advogando aqui que não haja argumentos intelectuais para o ateísmo. Ocorre que muitas vezes esta opção está ligada a um anseio de liberdade e independência. O ateu se sente livre das amarras de um Deus soberano e juiz dos seus atos. Na verdade, nenhum homem é plenamente livre. Somos escravos de Deus, dos homens ou de nossas próprias e toscas ambições. O crente não sente nenhum constrangimento em chamar a Deus de seu Senhor. Gênios do porte de Isaac Newton, Faraday, Bach, John Milton e Francis Collins comprovam que a fé não tolhe a capacidade criativa do homem.
   A verdade é que confiamos em quem amamos. Quanto mais estivermos em comunhão com Jesus mais confiaremos nas suas palavras. Talvez ninguém tenha dito isto de forma mais enfática do que Dostoiévski. Escrevendo a um amigo, ele disse: “Amo tanto a Cristo, que se me provarem que Cristo está contra a verdade, fico com Cristo”.  

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Experiências com Deus

Por Cassio Castelo
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Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia - Salmos 34.8.
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A vontade de Deus é que o ser humano tenha experiência com Ele. Que caminhe com Ele, esteja com Jesus Cristo no coração.
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Não podemos dizer que temos experiência com Deus pelo simples fato de ouvir falar dEle, pois a experiência com Deus e muito mais do que isto!
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Experimentar é:
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• ter conhecimento adquirido por prática;
• prova;
• constatação.
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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem" - Hebreus 11.1.
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Ao longo da história humana o relacionamento entre Deus e o Homem vem se constatando, apesar de muitos filósofos e até mesmo historiadores dizerem que é impossível o homem ter acesso a Deus e com Ele se relacionar.
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Alguns dizem que esta impossibilidade é devido, o fato de Deus ser um ser superior à criação. Porém nós que O servimos, sabemos que o nosso Deus não é um Deus distante e impiedoso, que habita no céu e apenas assiste o desenrolar dos acontecimentos na Terra, apenas vê a sua criação sem fazer intervenções em favor de seus servos fiéis.
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"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" - Romanos 8.28.
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As Escrituras mostram claramente que esse relacionamento com Deus é perfeitamente possível. Apesar de ser um Deus soberano, superior, perfeito, puro, a sua superioridade não significa que Ele não possa se relacionar com o homem.
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Ele está conosco.
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E.A.G.
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Conteúdo adaptado ao Belverede. Cassio Roberto da Silva Castelo, tem, formação em história e teologia, coordenador e professor da Faesp (Faculdade Evangélica de São Paulo), foi coordenador setorial do departamento de evangelismo e missões da Igreja Evangelica Assembleia de Deus (Ministério do Belém - Lapa - São Paulo - SP), pastoreia a Assembleia de Deus em Vila Miriam, setor 3 - São Paulo - SP.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Malafaia e a publicidade do NYT

Primeiramente, quero dizer que observo o Pr. Silas Malafaia como um ser humano falho, falível como qualquer pessoa. Apenas Jesus Cristo é perfeito. Não faço defesa dele nas linhas abaixo, porque entendo que não é preciso.

Não faço ironia. É verdade, o New York Times prestou-se ao papel de fazer marketing gratuito ao ministério do Pastor Silas Malafaia em terras de fala inglesa. (Matéria traduzida: Julio Severo). Agora, com certeza, o número de telespectadores das telinhas dubladas deverá dobrar mais rapidamente, e aqueles que patrocinam seus programas também.

A vida cristã é assim. Quando passaram a perseguir os cristãos da Igreja Primitiva, foi exatamente o momento que eles começaram a multiplicar-se com mais rapidez.

A maior mola propulsora do ministério de Malafaia, no Brasil, chama-se ABGLT. Todas as investidas hostís das cúpulas dos grupos gays provocaram a expansão do ministério de televisão e a divulgação do evangelista para além das igrejas evangélicas. Tony Reis é um dos maiores responsáveis pelo sucesso ministerial de Silas Malafaia no Brasil.

Há uns doze anos atrás, Malafaia era apresentador de programa em algumas praças brasileiras e com apenas meia-hora de duração, apenas aos sábados. Hoje, tem uma hora inteira, de domingo a domingo, e atingiu o território nacional, ultrapassou fronteiras, é visto em mais de cem países. No passado, os patrocinadores eram apenas evangélicos assembleianos. Hoje, são cristãos de diversas denominações evangélicas; cristãos católicos; judeus; mulçumanos; ateus e agnósticos. Não se admire: gays também! Sendo que, os patrocinadores são cidadãos de todas as classes sociais.

Lá no território gringo, existe uma grande diferença do Brasil. Os leitores não são leitores funcionais como é uma parcela brasileira. Eles lerão a matéria do NYT e codificarão corretamente cada nuance de picardia, colocarão de lado o peso da ironia e sintonizarão o Victory in Christ para conhecê-lo melhor. Depois, haverá a fidelização de telespectadores, tão acostumados com programas como o de Joel Osteen, pregador que bate recorde de audiência via televisão e presenças em suas reuniões.

Resta ao Pastor Silas Malafaia agradecer ao New York Times, também manifestar gratidão para a jornalista Eliane Brum, porque ela é uma personagem importante na trajetória da escalada ministerial do evangelista em língua inglesa.

Você duvida desse vertiginoso crescimento internacional? Não é preciso crer para ver. Tão-somente espere.

E.A.G.

Fonte:
Belverede

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A ciência não é Deus

Trecho do debate entre o filósofo e teólogo Dr. William Lane Craig, e o químico Dr. Peter Atkins. Para assistir todo o debate clique aqui.
A revista Superinteressante, sempre muito crítica da Bíblia e defensora do liberalismo teológico, em sua edição de novembro/2008 não pode negar o fato de que “ser cientista também é uma profissão de fé”. No artigo intitulado “Ciência, uma questão de fé?” a Super mostrou que várias teorias científicas além da Teoria da relatividade geral de Einstein, como a hipótese do multiverso, a teoria das supercordas, a mecânica quântica e a teoria da inflação cósmica não podem ser plenamente comprovadas cientificamente e possuem suposições e especulações.

No século XIX dava-se à ciência o caráter de onipotência, todavia sua prerrogativa de resolver os males do mundo não se confirmou. Assim, de lá pra cá o ceticismo vem implodindo e o misticismo crescendo como uma muleta para os problemas que a ciência não pode resolver. Todavia, as crenças precisam ser pensadas e refletidas diante de evidências e experiências, e, acima de tudo, serem confrontadas em relação à verdade. Tachar de forma preconceituosa a religião como sendo apenas do campo da fé, enquanto a ciência faz parte apenas do campo dos fatos e evidências, não é positivo.

Durante a primeira metade do século XX todas as ciências eram predominantemente naturalistas, mas graças ao trabalho de filósofos como Alvin Plantinga isso não é mais uma realidade no campo da filosofia, como o filósofo ateu Quentin Smith acabou admitindo “hoje, talvez, 1/4 ou 1/3 terço dos professores de filosofia são teístas”. No campo da filosofia a ciência não possui a exaltação que possuía até os anos 50. Dallas Willard, professor de filosofia da universidade da Carolina do Sul, colocou a ciência no seu devido lugar: “A ciência não faz declarações. Os cientistas, sim. E, às vezes, erram”.

O fato da ciência não ser onipotente não nos dá o direito de ignorá-la e desprezá-la. Se você ficar doente você procurará um médico e tratará a enfermidade, os avanços da ciência são altamente positivos e importantes, mas não são suficientes para responder todas as nossas perguntas. E, para estas talvez, possamos passar a pensar na possibilidade de acreditar em Deus.

Trabalho apresentado como exigência para aprovação na disciplina de Jornalismo Opinativo do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Uberlândia e originalmente postado no Blogo. Logo, opino.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Eleições 2010: Sete questões que todo cristão precisa analisar antes de votar


Seja vivo e ativo: veja, ouça e fale; envolva-se e transforme o futuro com ações inteligentes no presente.
1 - As pesquisas eleitorais não devem ser consideradas como método de escolha de candidato.
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Não é porque alguém aparece em primeiro lugar que este alguém realmente está lá. Os institutos de pesquisas não perguntam para todos os eleitores brasileiros quem eles têm predileção. Então, por mais aproximadas que as amostragens estejam da verdade, sempre estarão na condição de espectro e jamais de realidade.
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E, se por acaso, o intituto de pesquisa estiver certo ao apontar o candidato que está em primeiro lugar no pleito eleitoral, esta situação não deve influenciar o eleitor a votar no tal político felizardo. Vote por você mesmo, e não por influência de instituições ou terceiros.
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2 -  Dupla cidadania.
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Se a Bíblia é a regra de fé do cristão, o conteúdo dela tem, sim, que ser considerada na hora do voto. Isso é ser coerente, não é ação contradizente.
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O Estado é laico, mas a sociedade não é. Quando o cristão vota de maneira pensada, escolhendo quem tenha pensamentos alinhados com o cristianismo ele prova ser inteligente e estar de acordo com a fé que tem em Deus.
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Então, usemos a urna com sabedoria, votemos em nosso favor, jamais votemos em quem é anticristão.
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3 -  Executivo e Legislativo.
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O Congresso Nacional cria leis e o presidente sanciona ou rejeita as leis criadas. Conscientemente, como cidadão, o cristão deve votar no canditado a presidente que estiver mais alinhado com as suas ideias e fé.
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No Congresso Nacional,  políticos cristãos lutam para barrar leis antibíblicas. Essa oposição cristã precisa continuar nas próximas gestões, aumentar inclusive.
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A Igreja de Cristo não quer o aborto e outras práticas anticristãs sancionadas. Então, não convém eleger uma pessoa ao cargo de presidente que esteja disposto a aprovar projetos de leis estranhos e contrários ao cristianismo. É preciso trocar a filosofia edonista assentada na cadeira presidencial, evitar que o próximo presidente seja alguém com a mentalidade disposta a sancionar os projetos pró-aborto, anticristãos.
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Não faz sentido dizer “sigo a Cristo” e entregar o voto (dar autoridade política) para quem diz “Deus não existe”, e/ou  “vamos criar leis contra a religião”.
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4 - Não se deixe levar pelas propagandas fúteis do Horário Eleitoral.
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Procure perceber o grau de intensidade da ação de marqueteiros políticos. Eles tentam vender ideias, deputados estaduais e federais, senadores, governadores e presidentes, igual elaboram peças publicitárias de sabão em pó ou frigideiras. A propaganda política tenta transformar gente carrancuda em sorridente. As estratégias de publicidade se parecem com "compre a assadeira X e todos os seus problemas acabaram". O consumidor compra o produto que não funciona, o fabricante não troca o produto quebrado e não devolve o dinheiro. Incrível!
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5 - Vamos abortar o voto em candidatos favoráveis à legalização do aborto, PL 122/2006 e PNDH 3.
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O partido do Lula contraria declaradamente a Palavra de Deus, tenta calar a voz da Igreja de Cristo com leis infames como o PL 122/2006 e o PNDH-3.
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O PL 122/2006 quer criminalizar quem prega a Palavra de Deus, quer colocar na cadeia cristãos pagadores de impostos, tratá-los como bandidos pelo simples fato deles mencionarem que na Bíblia Sagrada existe a declaração que a prática homossexual é pecado.
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No caso do PNDH-3, tenta legalizar o aborto e a profissão de prostituta, ensinar candomblé nas escolas e ao mesmo tempo proibir os símbolos cristãos em locais públicos.
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Aborto! Eu apóio só um tipo de aborto. Quem dera todos os cristãos abortassem a ideia de votar em políticos aborteiros.
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Como cristãos, não é conveniente dar aval para quem queira se eleger - viver às custas de altos salários do erário público -  e agir contra a vida humana. Portanto, não votemos , e se possível façamos campanhas contra todos os candidatos que desejam descriminalizar o aborto e quem apóie o conteúdo do PNDH-3.
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6 - Crente não pode votar em crente? Pode, sim.
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Os crentes em Jesus Cristo precisam escolher bem ao votar, saber escolher quem após eleito dê passos de acordo com a mentalidade cristã.
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O Estado é laico, mas a sociedade não é. E dentro desta condição todo cristão precisa agir pela fé, votar apenas em quem não é contra dogmas cristãos e respeite os conceitos bíblicos.
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Estamos em momento de decisão eleitoral, e para que os desejos de partidos anticristãos não se realizem é preciso que os cristãos votem conscientes, com o objetivo de afastar da vida política quem não está representando o ideal cristão.
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Solicitar que o irmão vote em irmão não é uma solicitação com a finalidade de institucionalizar a religião, colocá-la no Poder. É fazer valer o que cremos enquanto cidadãos cristãos e evitar que apareçam leis contra a cristandade brasileira. Este ato é o mesmo que olhar para o amanhã e fazer com que o futuro seja o que sonhamos para nossos filhos, netos e bisnetos.
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7 - O pastor e sua sugestão.
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Todos os cidadãos podem e devem apoiar uma candidatura que se alinhe com seus pensamentos e ideais de vida.
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Quando os pastores ensinam o rebanho sobre a responsabilidade do voto, dão apoio aos canditados alinhados com o cristianismo, não estão praticando a tentativa de voto de cabresto, apenas estão exercendo sua influência de liderança comunitária. É direito democrático que lhes compete. Não é crime indicar candidatos e nem fazer propaganda eleitoral. Basta seguir as regras eleitorais.
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E.A.G.
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Artigo publicado originalmente para o UBE Blogs. Liberado para cópias, desde que citado nome do autor e  origem.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Chê Guevara como mini-antiCristo


"Eu não sou Cristo ou um filantropista, velha senhora, eu sou totalmente o contrário de um Cristo… eu luto pelas coisas que acredito, com todas as armas à minha disposição e tento deixar o outro homem morto para que eu não seja pregado em uma cruz ou em qualquer outro lugar."

- Che Guevara - Carta À Sua Mãe via Wikiquote.
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Republicado do blog do Charles Gomes no Tumblr.

*Especialmente para os irmãos que, inadvertidamente, consideram cool usar camisas do Chê.