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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Buscando sua vida perante Cristo




Suely Ceruci

"Então, Zípora, tomou uma pedra aguda e circuncidou o prepúcio de seu filho, e o lançou a seus pés, e disse: Certamente me és um esposo sanguinário" - Gênesis 4.25.

Zípora era a esposa de Moisés.

E, não vamos discutir aqui a atitude dela, ou o relacionamento que tinha com seu esposo.

Vamos nos atentar a conduta de Moisés perante o Senhor, seu Deus! Ele não foi atento ao Concerto que Deus fizera com Abraão: a circuncisão.

Moisés fora criado dentro de um palácio, certamente por criaturas com outros deuses. Mas, sabia do Concerto, pois seus pais verdadeiros eram hebreus, e não deu importância,(provavelmente por causa da influência ímpia na infância!).

Além disso, já tivera contato direto com Deus, já fora eleito para uma missão pelo próprio Deus.

Então,estava em desobediência à Palavra do seu Senhor! E seria castigado por isso,com a morte! (Gênesis 4.24).

Que lição, cristãos,aprendemos aqui?

1) Obedecer as determinações do Cristo e sua Palavra é quesito fundamental àqueles que o aceitam como seu Senhor e Salvador.

2) Vigiar, para que, proposital ou inadvertidamente, não sejamos influenciados por outros deuses, deixando Cristo em segundo plano, sem a devida importância em nossa vida.

3) Orar, para que o Senhor nos mostre o que temos de errado, e nos é oculto.

"Quem pode entender os próprios erros; expurga-me tu dos que me são ocultos" (Salmos 19.12).

domingo, 21 de março de 2010

Dia Internacional da Poesia

Hoje é o Dia Internacional da Poesia, mesmo sem ser poeta, gosto de aqui e ali mexer com as palavras. Aproveitando o tema do Aniversário do Círculo de Oração, em Rute 2:12, eis um breve poema abaixo:

Numa estrada
poeirenta de Moabe
Três mulheres choram descontroladas
Pranteiam triste sina sem que acabe
Abatidas se entreolham desoladas

É que haviam perdido seus maridos
Por desventura da vontade soberana
Após lutas e tristes anos idos
Restara apenas aquela dor lhana

A velha sogra argumenta prestativa
São jovens, casem novamente
Vão embora, vivam uma alegre vida
Criem filhos, que lhês dê semente

Se aprouve a providência a desventura
De que adianta me seguirem em tristeza
Deixem-me a sós, com minha loucura
Deixá-las seguir-me seria malvadeza

Uma delas lança-se a seu pescoço
Em despedida tristemente angustiada
Agradece a acolhida, lamenta o fosso
Se volta resoluta para a estrada

A outra mira-lhe a face marejada
E lhe diz suave e firmemente
Dá-me tua mão honrada e calejada
Segue a outra direção vai em frente

A estrada que o destino nos reserva
Está debaixo da direção de Deus
Te seguirei aonde quer que vá
Quantos quer que sejam os anos teus

Não filha tens outros deuses
Não faças tal loucura
Seria um suicídio dolorido
Por me seguir tua alma tortura

Somente a morte nos separa, retrucou
Nem que mudes teu nome em Mara
Não te deixarei, nada entre nós mudou
Teu Deus é o que também me ampara

E ambas seguiram o caminho
Até que as lágrimas cessaram
Abria-se um mundo em folha novinho
As desventuras de outrora acabaram

Deus é o Deus de Rute, a moabita esguia
Do nada faz tudo, até surgir um novo dia
Que na tristeza uma nova saída cria
E tudo faz na sua imensa sabedoria

Nem que passem os anos e esperança se vá
Para mudar o destino de quem NEle confia
Ele restaura planos, faz o vento soprar
Para nos dar vitória trabalha noite e dia

Publicado em Reflexões Sobre Quase Tudo! Proibida a reprodução sem autorização do autor: Daladier Lima dos Santos.