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domingo, 4 de maio de 2014

Vahid Hakkani, um prisioneiro cristão sob perseguição religiosa no Irã



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data da notícia: 02 de maio de 2014

VAHID HAKKANI

Mohabat - Iranian Christian News Agency

TRADUÇÃO: JOÃO CRUZUÉ

SEGUE, há mais de um mês em greve de fome,  o prisioneiro cristão VAHID HAKKANI,  em protesto contra a decisão da Corte Iraniana no seu caso por  associação com prisioneiros cristãos. De acordo com a agência de notícias Mohabat News, faz mais de 35 dias que ele parou de se alimentar.

Fontes conhecidas relataram que após o início da greve, as autoridades da prisão o colocaram em confinamento na solitária para fazê-lo mudar de ideia. Apesar de agora  estar de volta à cela da prisão, ele não quebrou a greve de fome.

Como parte do que as autoridades da prisão chamam de punição disciplinar, o irmão Kakkani foi castigado com a proibição de receber visitas da sua família.

Há muita preocupação  também a respeito da saúde do irmão Hakkani. Com um histórico de problemas digestivos, a duração da greve de fome está maltratando severamente sua saúde. Seu médico suspeita que ele já esteja com câncer no estômago.

Recentemente o irmão Hakkani foi transferido para um clínica médica prisional, porque suas condições de saúde pioraram.

A greve de fome do irmão Hakkani é um protesto contra as normas da Corte sobre seu caso de associação com prisioneiros cristãos.

Tempos atrás, depois de pagar pelo correio a fiança, a família do irmão Hakkani recebeu a permissão para  transferi-lo para o Hospital Faghihi em Shiraz, para realizar uma cirurgia no sistema digestivo.


Os outros três presos cristãos  que estão na mesma prisão de Ebrat  na ala da Prisão de Adel-Abad com o irmão Hakkani são Homayoun Shokouhi, Mojtaba Seyyed Alaedin Hossein, e Mohammad-Reza Partoei (Kourosh).

Uma greve de fome é o último recurso para os prisioneiros de consciência iranianos para que suas vozes sejam ouvida


Outro prisioneiro cristão que também tem uma saúde frágil é o Pastor irano-americano Saeed Abedini. Ele foi transferido para um hospital privado em fevereiro. Pastor Abedini foi sentenciado a oito anos de prisão por plantar igrejas nos lares e causar distúrbio de segurança nacional. Semelhante ao irmão Vahid Hakkani, Pastor Abedini permaneceu em greve de fome até ser transferido para um hospital fora da prisão, como resultado de esforços diplomáticos e pressões de organizações humanitárias de direitos humanos.

Comentário do blogueiro: Divulguem. Em inglês há muitas divulgações deste caso. Muito pouco em português. Nosso silêncio é tudo que as autoridades iranianas querem, para calar a boca de um por um daqueles que entregaram suas vidas ao Senhor Cristo no Irã.






sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Yosef Nadarkhani: o pastor em risco de morte no Irã



Na quarta-feita, dia 28, o site Portas Abertas, e até o portal UOL, mídia secular, deram a notícia que Yosef Nadarkhani, pastor evangélico, foi sentenciado a morrer na forca pelo crime de apostasia - afastar-se das doutrinas do islamismo - pelo tribunal da província de Gilan, no Irã.

Por três vezes os juízes, em audiência, o pressionaram a negar sua fé em Jesus Cristo e voltar a ser muçulmano. Yosef respondeu: "Arrependimento significar voltar. Eu devo voltar para o quê? Para a blasfêmia que vivia antes de conhecer a Cristo?" Os juízes responderam: “você deve voltar para a religião dos seus antepassados, deve voltar ao Islã". Yousef insistiu: "Eu não posso fazer isso."

Ontem, quinta, 29, foi a última audiência. Segundo a lei do Islã (a Sharia), foi concedido ao pastor três oportunidades para "arrepender-se" de ser cristão e abandonar o islamismo. Nas três vezes ele manteu-se firme em sua fé em Jesus Cristo. Agora os advogados de defesa tentarão apelar ao Tribunal Supremo para que revejam a sentença, e assim estender a pena de Nadarkhani na prisão. Existe a informação de que o Supremo Tribunal Federal do país deseja que essa situação seja resolvida o quanto antes.

O ministério Portas Abertas pede que ore por Yosef Nadarkhani para que Deus o proteja e o livre da morte e o liberte da prisão. "Yousef é conhecido como um herói, se ele for libertado, o governo será visto como derrotado. Se eles o deixarem na prisão, haverá mais pressão internacional. Provavelmente não irão matá-lo hoje, mas podem fazer isso quando quiserem. Podem enforcá-lo ao meio dia ou então daqui a 10 dias. Às vezes entregam o corpo para a família junto com o veredito. Eles têm ultrapassado as fronteiras da lei” disse uma fonte para o Compass.

A mesma fonte disse que a esposa de Nadarkhani está muito apreensiva com relação a decisão do tribunal. Eles tem dois filhos: Joel, 7 anos, e Daniel, 9 anos. "A mulher dele está em depressão e preocupada. É uma situação difícil para toda a família." - informou o advogado que defende Nadarkhani. 

Fontes: Portas Abertas via Compass Direct, com tradução de Lucas Gregório.­

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Pastor cristão Youcef Nadarkhani recebe pena de morte no Irã

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PASTOR YOUCEF NADARKHANI É SENTENCIADO A MORTE NO IRÃ

Por reclamar do monopólio mulçumano no ensino religioso da escola dos filhos.

International Christian Concern


Tradução: João Cruzué

Comissão Americana para a Liberdade Internacional Religiosa - USCIRF expressou preocupação pelo caso de um pastor cristão que está preso há mais de um ano e recentemente foi ameaçado de execução por "apostasia". A comissão exortou a Administração do governo Obama para pressionar pela sua libertação incondicional.

Este caso é mais uma evidência de que não há transparência ou justiça no chamado sistema "legal" iraniano para as minorias religiosas, disse o Sr. Leonard Leo, diretor da Comissão. A administração Obama deve continuar falando alto, no mesmo tom da Secretária de Estado Hillary Clinton falou em agosto para as minorias iranianas. A pressão internacional causa impacto no Irã, e o regime tem mostrado leniência em alguns casos em que há escrutínio internacional.

Youcef Nadarkhani, um pastor do Norte do Irã, foi preso [prisão de Lakan] em outubro de 2009 depois que ele questionou o monopólio muçulmano no ensino religioso que seus filhos estavam recebendo na escola, argumentando que a Constituição do Irã permite criar os filhos na fé de seus pais. O Pastor Nadarkhani, e mais tarde sua esposa, Fatemeh Passandideh, foram acusados de apostasia. Enquanto sua esposa foi solta no começo deste mês, depois de quatro meses de prisão, de acordo com fontes iranianas o Pastor Nadarkhani foi acusado, declaradamente julgado, e informado verbalmente que ele vai receber pena de morte, embora nenhum nenhum veredito formal tenha sido emitido.

Durante o anos passado, os registros da combalida liberdade religiosa do governo iraniano deterioraram, especialmente quanto às religiões: baha'is, cristã e muçulmanos Sufis. Agressões físicas, aborrecimentos, detenções, prisões, intensificação de aprisionamento. Mesmo as minorias religiosas não-muçulmanas reconhecidas, como Judeus, arminianos e Cristãos Assírios e Zoroastrismo, protegidos sob a constituição iraniana têm enfrentado crescente discriminação e repressão. Desde a disputa eleitoral de junho de 2009, o governo iraniano tem intensificado sua campanha contra as minorias religiosas não muçulmanas.

Este modelo de prender e prejudicar as minorias religiosas, combin ado com a retórica inflamadado presidente Ahmadinejad e outros líderes não tinha sido vistas desde os primeiros anos da revolução iraniana. Disse o diretor da USCIRF, Sr. Leonard Leo.

--O fator tempo é essencial neste caso. A vida deste Pastor está por um fio. Nós comclamamos nosso governo e a comunidade internacional para pressionar e cobrar a libertação e assegure que não vai tomar ações extremas neste caso nem em outros semelhantes a este.

Fonte: Persecution.org



Comentário: A pedido irmão Felipe Ribas, pesquisei este assunto direto na fonte; estou repercutindo no blog olhar cristão. O nome deste pastor precisa ser espalhado para tudo enquanto é espaço vitual. Quanto mais conhecido ele for na comunidade internacional, maiores as chances dele não ser executado no Irã. Esta tradução está disponível para todos os que quiserem colaborar nesta causa.' (João Cruzué). Quem sabe o presidente Lula possa apresentar esta causa ao seu "colega" do Irã?