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sábado, 29 de novembro de 2025

E-book gratuito: Frases, Poemas e Reflexões contra o ABORTO

 


O tema do aborto tem mobilizado mentes, corações e culturas ao longo da história. Nos dias de hoje, tornou-se questão incontornável, transcendendo delimitações sanitárias, sociológicas, políticas e religiosas para inserir-se no centro do debate público.

Temos, ao longo dos anos, editado diversas antologias, dos mais variados escopos e amplitudes. Em sua maioria, antologias poéticas ou de citações. Para execução de tal atividade, é de praxe a aquisição e/ou consulta de livros no gênero, e o leitor deve saber que é relativamente farta a disponibilidade – no caso das citações – de livros de frases em nossas prateleiras. No entanto, transitando, por prazer e a trabalho, por dezenas de antologias e mesmo dicionários de citações, jamais vimos o verbete “aborto” categorizado em obra alguma. Até citações esparsas sobre um tema tão significativo estão curiosamente ausentes deste gênero de literatura. Assim, tomamos para nós a tarefa de, mesmo reféns da brevidade, organizar e disponibilizar a presente obra, de maneira alguma exaustiva, sobre esse assunto vital.

E este pequeno livro é na verdade uma antologia multigêneros: às diversas citações sobre o aborto, unimos uma seleção de poemas e, por fim, uma coleção de pequenos textos de reflexão que ajudarão a iluminar nosso entendimento sobre o assunto.


       Esse é um livro gratuito, que nasce em serviço da sociedade e da melhor das intenções. Convidamos você a ler e também a compartilhar este conteúdo, com quantos achar conveniente.

Para baixar o seu exemplar gratuitamente pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Garota no carnaval


Cheio de razão, um adágio popular diz que beleza e feíúra têm em comum a capacidade de chamar a atenção.

Eu evito sintonizar canais de televisão durante os dias de carnaval. Mas, é notória a realidade que as avenidas  servem para culto ao corpo feminino. Para as feias, resta ocupar as arquibancadas. Mas, essa realidade é motivo para lamúria daquelas que participam das escolas de samba e não das que têm como opção apenas assistir.

Todos sabemos. Para viver bem, é necessário saber lidar com a situação da presença e ausência da beleza. A nossa e a do outro.

Nem todas as pessoas portadoras de beleza têm noção que são belas. É grande o número de pessoas incapazes de avaliar corretamente a imagem que possuem. Para elas, o conceito sobre o que é belo é diferente do que elas enxergam em si mesmas, são admiráveis que não se admiram, são felizes sem saber que são.

O valor do frasco de perfume não reside em sua aparência, mas na qualidade que seu conteúdo exala. A beleza feminina não deveria estar ligada aos atos vulgares, à la garotas semi-nuas no carnaval, dançarinas do funk carioca e de conjuntos do axé music.

É incontável o número de mulheres conscientes da representação do biotipo que possuem. Para elas, é inevitável ouvir declarações e perceber o impacto que suas presenças causam. Então, nesta geração capitalista em que estamos mergulhados, elas passam a usar sua figura para projetar-se na vida e conquistar o que lhes interessa. Algumas fazem isso caminhando em porte elegante enquanto outras caem na vulgaridade.

A beleza deveria estar sempre associada com a felicidade. Coexistir entre comportamentos naturalmente sofisticados. Deveria ser reverenciada pela bondade. Que pena, a realidade não é assim.

Não poucas mulheres se vestem, ou se despem, para receber buzinaços, assobios, onomatopéias. Muitas vezes o destino da passarela dessas garotas exibicionistas é uma bifurcação que as conduzem para encontros não programados com seres brutos, homens cujos cérebros são piores que amebas podres, gentes com coração incontinente. Tais encontros resultam para elas em lágrimas, sangue, epitáfio.

E.A.G.

terça-feira, 9 de março de 2010

Um grande nó a ser desatado

Créditos da imagem: veja.abril.com.br

Já elogiei as mulheres por seu dia, com direito até a poesia. Ih! Tô ficando chique. Pois bem, leio no JC Online, esta manhã, 08/03, que em 10 anos cresceu 10% a quantidade de lares aonde o capitão é uma mulher. Esta é a realidade social que mais nos toca, mulheres que trabalham para sustentar a família. Muitas delas sozinhas com eles, se virando como podem. Em nossa igreja há ao menos uma que sobrevive da reciclagem de lixo, mas segue em frente tocando o barco. Outras foram abandonadas por homens sistematicamente adúlteros. Ainda outras deram um erro na vida e herdaram um filho da relação promíscua.

E quando esta mulher, que toca a vida sozinha, decide casar novamente? Como as tratamos? Sempre oramos em nossas igrejas pelos problemas das pessoas, e quando falamos de casamento, visualizamos apenas as jovens. Mas é urgente nos preocuparmos com as mulheres que estão sozinhas, tendo filhos ou não. Recentemente, uma irmã de mais de 60 anos, viúva, nos procurou, dizendo que havia encontrado um novo amor. Uns diriam: enxirida! Outros: avoada! Eu digo: Deus abençoe a nova união! Se alguém sente o desejo de casar novamente, livre e desimpedido que é, e encontra dentro da compatibilidade bíblica outra pessoa, por que não? É triste viver na solidão. Os filhos casam e vão embora, e as pessoas passam a conviver consigo mesmas. Há quem goste, mas a maioria teme a opinião pública e sublima suas necessidades, que nem sempre se resumem a sexo, mas incluem companheirismo, compartilhamento e a amizade que decorre de um relacionamento feliz e verdadeiro.

Não podemos proibir as pessoas de serem felizes. Especialmente as mulheres, que são a parte mais prejudicada do relacionamento quebrado, pois, via de regra, precisam cuidar da casa e dos filhos. Infelizmente, as tendências deste novo tempo desenham mulheres assim como guerreiras, vencedoras, etc. Mas a realidade é que há um vazio enorme aí, e boa parte das mulheres ditas independentes o são por sua estabilidade financeira, o que nem sempre reflete estabilidade emocional, além de não ser a situação da maioria. As não evangélicas podem amenizar o problema se entregando aos prazeres, nem que seja nos relacionamentos fortuitos, que, por sinal, mais desgastam do que resolvem. E as evangélicas, o que farão?

Oremos por este problema neste dia, que seja mais uma das preocupações em relação às mulheres.

Publicado em Reflexões Sobre Quase Tudo! Proibida a reprodução sem autorização do autor: Daladier Lima dos Santos.