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sábado, 17 de dezembro de 2011

Descansando em Deus Olhando Os Lírios do Campo



" Olhai para os lírios do campo..." Mt 6:28




Por Wilma Rejane



Essa passagem me causa conforto, pela sua essência, suavidade e todo o contexto em que foi transmitida. Fecho os olhos e me imagino com Jesus, naquele momento, sentada aos seus pés, ouvindo-o falar das coisas simples e de como a vida é bela e segura sob seus cuidados. Posso sentir o silênciar de vozes humanas e o pulsar da natureza orquestrado pelos céus. Jesus andando entre os discípulos, e sua mensagem penetrando como um bálsamo suave nos corações. : ...”Olhai para os lírios do campo como eles crescem, não trabalham nem fiam... se Deus assim veste a erva do campo que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós homens de pouca fé?” Mt 6:28-30.

Os Lírios em Israel

A palavra grega para "lírios" significa "flores silvestres". O biólogo Israelense Ori Fragman-Sapir, cientista chefe da Universidade de Jerusalém Botanical Gardens, escreveu um artigo intitulado "Wild Allium Espécie em Israel". Nele relata que existem 250 espécies de lírios  desde Israel, ao Irã e Turquia. Nos campos de Israel , especificamente, foram catalogados 39 tipos de allium florescendo pelos campos.


Jesus poderia esta se referindo a qualquer uma dessas espécies, ou a todas elas. Alguns tipos de lírios não possuem raiz, secam rapidamente. Dessa forma, era costume da época reunir as flores secas e usa-las para queimar nos fornos a fim de aquecer a temperatura. Talvez isto explique a fala de Jesus: "a erva do campo que hoje existe e amanhã é lançada ao forno" Mt 6:10

Provavelmente, ao proferir o sermão não houvesse lírio algum a sua volta, segundo pesquisadores, era  verão. Não importa. Creio que todos entenderam perfeitamente o que Jesus falou. Assim como penso que cada vez que um daqueles discípulos contemplava um lírio, a mensagem transbordava no coração.

Olhai os Lírios

Aqui estão apenas algumas das espécies de lirios que embelezam os campos de Israel. São perfeitos!

Que bordadeira conseguiria produzir pétalas tão harmoniosas? E as tonalidades da cor?

Olhai os lírios... Vejam como eles se unem em um mesmo ritmo. O cacho protege a unidade. Me faz lembrar da família, da igreja: "Quão bom e suave é a união...que perfume...


Jesus quer que paremos um pouco para contemplar os liríos, as hastes que os sustentam, as pétalas que abrem e fecham em tempo determinado (há tempo para todas as coisas), a textura, perfeita que dura enquanto vive a flor, transmitindo beleza ímpar. Um tecido que nenhuma sofisticada fábrica consegue imitar.

 Um inseto procurou comida em um Lirio, provavelmente a docura da flor o atraiu. Isso lhe diz algo? Lirios, além de beleza, também doam alimento. Olhai os lirios...

Lirios alvos como a neve, em diferentes fases: abertos, fechados, entreabertos...somos assim, como esse buquê, diferentes porém iguais.  Olhai os lirios...


Se você, assim como eu, foi edificado através da mensagem de Jesus sobre os lirios, guarde-a no mais intímo do coração. Quando estiver afadigado, resmungando ou se achando desprezivel, "olhai os lirios". Deus cuidou de cada detalhe dessas flores, com muito amor. Todas tem suas particularidades, suas estações. Ele não cuidaria de nós, feitos a Sua imagem e semelhança?

Deus os abençoe.


Fontes:

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O Dia Das Pequenas Coisas




Wilma Rejane
A Tenda Na Rocha


Essa fotografia retrata o Japão após terremoto. São bombeiros e uma civil recolhendo roupas  em meio aos escombros. Guardei-a em meus arquivos para que ficasse bem nítida em meu coração a mensagem que ela me transmitiu: o valor das pequenas coisas. Temos o triste hábito de esquecer rápido as bênçãos, ou mesmo nem percebê-las e dar proporção gigantesca as derrotas.  Aconteceu com os Israelitas quando peregrinaram no deserto, com os discípulos que auxiliaram Jesus em Seu ministério, acontece comigo e com você. Não costumamos agradecer a Deus pelas nossas unhas dos pés (como?) saudáveis, até que uma delas fique encravada e a dor nos incomode a tal ponto de não conseguirmos desfrutar do simples gesto de calçar um sapato fechado.

A imagem me diz que roupas esquecidas em algum lugar do armário têm valor inestimável quando tudo o mais fora arrastado pela água ou soterrado. Aprendo que devo me alegrar até mesmo pelo que é impercebível, pelo desprezível. Que graça teria a vida, sem o conhecimento da dor da morte? O encontro, sem o sofrer da despedida? Não anseio pelo lado obscuro da vida, mas sem ele, sequer perceberia o surgir da luz, da adorável Luz que adentra na escuridão do túnel nos resgatando da solidão e morte.

Em alegoria pergunto: quantas roupas temos esquecidas em nosso armário? Será preciso uma catástrofe para que percebamos o valor que elas têm? 

No dia em que Jesus realizou o milagre da multiplicação dos pães e peixes, algo surpreendente aconteceu nos bastidores: o discípulo André olha para a multidão de mais de cinco mil homens e diz: “temos aqui cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas o que é isso para tantos?” Jo 6:9 Até hoje, não consegui entender porque André fez essa confissão- que deve até ter arrancado o sorriso sarcástico de alguns - se não acreditava que Jesus pudesse pegar “as roupas esquecidas no armário” e resolver o problema da fome naquele lugar.

Seu colega Felipe já havia demonstrado ser mais pessimista (e incrédulo), em relação à fome da multidão: “duzentos dinheiro de pães não lhes bastarão, para que cada um deles coma um pouco” Jo 6:7. Felipe definitivamente não percebeu “as roupas esquecidas no armário”, as pequenas coisas ao seu redor. Para resolver um problemão, só mesmo somas astronômicas! Daí vem Jesus, pega o desprezível e transforma em necessário e o milagre acontece. Aprendo mais uma vez que não devo desprezar o pouco, o pequeno, o insignificante. Ele pode me ser necessário.

Alguns de meus alunos têm o triste hábito de resmungar: “Ah professora, só vale um ponto? Não dá pra aumentar”? Sempre respondo: Some um, mais um, mais um,.. é assim que conseguiremos chegar a dez.

E ainda sobre o milagre dos pães, quando todos já estavam saciados, Jesus fala: “Recolham os pedaços que sobejaram para que nada se perca” Jo 6:12. Vejo a mulher da imagem que ilustra esse artigo, recolhendo as migalhas do que restou, do que lhe faltou.

Em todo o cenário da foto que guardei, o bem mais precioso, é claro, não são as roupas que a senhora carrega, mas as vidas que estão de pé, em meio a tanta coisa que virou pó. Aprendo que viver é motivo de muita felicidade, mesmo em meio as mais duras adversidades. “Porque quem despreza o dia das coisas pequenas?” Zc 4:1. Que possamos nos alegrar todos os dias, com a beleza que brota das  "pequeninas"  e necessárias coisas que Deus nos concedeu.

Em Cristo.

sábado, 4 de junho de 2011

Esperança No Vale de Acor


"Alegrai-vos na esperança..." Rm 12:12


Wilma Rejane
Blog A Tenda Na Rocha

Acã foi um israelita que em rebeldia a Deus praticou o pecado do roubo, então ele e toda sua família, como em um ato de purificação da congregação, foi apedrejado. O local do acontecimento ficou marcado para sempre sendo rebatizado de “O Vale de Acor”. Acor, significa problema. Todos que passassem por ali apontariam para o “problema, o pecado de Acã” (Js 7:26).

O Vale de Acor é real, ele existe até os dias atuais, entre as terras de Benjamin, ao Sul de Jericó e é um dos caminhos que dá acesso à Terra Prometida. Acor é um memorial, não de ira, maldade, ou morte, mas de esperança. Porque o próprio Deus, em Sua misericórdia e bondade, fez saber através do profeta Oséias que Acor, é um estado de espírito que pode ser convertido: “E lhe darei as vinhas dali e o Vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade e como no dia em que subiu a terra do Egito” Os 2:15.

A palavra esperança nesse verso é traduzida como “tiqvah”: Expectativa, algo desejado e previsto ansiosamente, vem do verbo” gavah”: “olhar esperançosamente” numa direção particular. É maravilhoso saber que em seu significado original, esta esperança, citada tantas vezes na Bíblia tinha o sentido de “esticar como uma corda, cordão”. Raabe foi instruída pelos espias, a amarrar um “tiqvah” na sua janela como uma corda de resgate. Raabe foi resgatada com toda sua família.

A esperança, em Cristo Jesus, internalizada pela meretriz Raabe, foi motivo de grande salvação. Aqui a mensagem do Evangelho aponta para a restauração: Acã e toda a família foram mortos no Vale de Acor. Raabe e toda a família foram salvos pela “tiqvah”, pela “porta da esperança”. Jesus é o que garante a transformação de vales de problemas, dor, pecado, vergonha, em memoriais de esperança, Ele é quem nos atrai com cordas de amor eterno para uma direção particular, onde reine o amor, a paz, e a alegria.

O Vale de Acor remonta a uma linda história de conversão. Tão real quanto o amor  que Deus sente por todos nós. Se você se identifica com o Vale dos problemas, te convido a esticar um cordão escarlate na porta do teu coração, assim como Raabe. Esta esperança, revestida de fé, será a vossa luz. E então, no lugar da vergonha, ser-lhe-a dado dupla honra. No lugar da condenação, salvação. Acor ficará para trás como um lugar deserto. Jesus é esta corda de resgate, pronta para alçar vidas. Segure-se a Ela.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Oséias 6.3 - conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor!

Belverede_2009. Photobucket

Estação de trem Pirituba - São Paulo / SP

A vida neste mundo é passageira. Estamos aqui de passagem. A nossa morada verdadeira é lá no céu.

Cresci ouvindo o pastor da minha igreja dizendo estas frases em suas pregações, ficaram incutidas em minha mente até hoje. E elas são verdadeiras. A Bíblia está repleta de versículos que as corroboram.

No entanto, é triste ver que alguns crentes em Jesus se esquecem dessas verdades, e passam a amar esta vida. Como dói constatar que alguns desfazem as malas de viagem - da viagem para o céu!

Na segunda carta de Paulo para Timóteo temos o retrato do fim da longa viagem do apóstolo.

Paulo teve diversos amigos fraternos, mas entre eles haviam também os pseudos-amigos. Em nossa jornada não é diferente. Alguns, são como Demas, eles abandonam a obra e até os irmãos justamente no momento em que mais se precisa de sua ajuda. Outros, como Alexandre, parecem seguir em viagem conosco, porém, negam apoio e fazem grande oposição, tiram a paz da irmandade. Para estes dois tipos de gentes haverá a justa paga da justiça divina (4.6-18).


A lida é cansativa e estressante. As lutas tendem a nos fazer pensar em desanimar. Às vezes os nossos olhos naturais não enxergam os resultados esperados. A notícia de bênção demora a chegar. Mas, precisamos continuar a viagem. Deus está à bordo nos acompanhando, como estava no barco dos discípulos ao atravessarem o mar da Galiléia e de Paulo quando seguia para Roma (Mateus 8.24; Atos 27.18).

Não podemos parar, não devemos olhar para trás. Prossigamos na carreira que está proposta por Deus, fazendo a vontade dEle em tempo e em fora de tempo. Um dia chegaremos ao final dessa jornada e experienciaremos o momento em que receberemos a recompensa, o refrigério e o descanso nos braços do Pai. Será assim com todos que perseverarem até a última estação, até o porto seguro!

Não revidemos traições com a fúria, não paguemos maldades com maldades. O cristão verdadeiro entrega os maus nas mãos do Senhor sem desejar que eles se percam na eternidade, mas venham a se arrepender e embarcar na mesma viagem.

Vamos em frente, conhecendo a cada dia mais ao Senhor. Lendo e meditando na Palavra de Deus crescemos na fé, colocando-a em prática em nosso viver seguimos a viagem ao destino certo, pois ela é nossa única regra de fé e conduta cristã.

E.A.G.

Texto postado originalmente no blog Belverede

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Depressão: conhecendo a cura do maior mal do século 21

Crédito: Dubhlainn / Photobucket

Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma” Salmo 42.1,2.

Psicólogos afirmam que no intimo de nosso ser existem cinco necessidades básicas que bloqueiam o sossego pessoal. São: necessidade de segurança; necessidade de reconhecimento; necessidade de amor; necessidade de aventura; e necessidade de criatividade.

E entre essas cinco carências, o sentimento mais profundos dentro do coração humano é o desejo de estar próximo de Deus. Mas essa necessidade é pouco compreendida e declarada. São diversos portadores que não entendem o que se passa de errado consigo mesmo. E quando entendem, continuam a padecer por conta do orgulho, que impede de afirmar sofrer assim, pois o mundo ocidental considera que seja sinal de fraqueza dizer que deseja servir a Deus.

O Criador fez tudo perfeito, e colocou a eternidade dentro do coração do homem. Mas, o pecado fez com que houvesse distorção da finalidade divina à existência. humana. Quando uma pessoa vive em pecado não é possível descobrir as obras de Deus (Eclesiastes 3.11 – Almeida Revista e Corrigida).

A paz com Deus é a necessidade mais profunda da alma. Muitos procuram acabar com a insatisfação interna com ocupações e coisas diversas. Vão em busca de distrações em viagens e festas noturnas, com a crença de que assim aproveitarão melhor a vida e conseqüentemente solucionarão a dor no coração.

Algumas pessoas vencem nesta vida. Elas conseguem um bom emprego, conquistam a casa própria, encontram o cônjuge dos sonhos e constitui uma família aparentemente bem estruturada. Mas, apesar de todo sucesso pessoal. continua a existir dentro delas o sentimento cruel da solidão. Então, partem para as aventuras extra-conjugais, consomem drogas... E assim mesmo o vazio da depressão persiste.

Para ser livre dessa situação terrível é preciso ter um encontro com Cristo. “Nele vivemos, e nos movemos, e existimos (Atos 17.28). Quem encontra a Jesus Cristo, vê acabada a sensação da falta interior que a sua alma sente. É uma pessoa transformada em um alguém realizado, completo, de bem consigo mesmo, de bem com o próximo, e de bem com a natureza e com Deus.

Quando a pessoa reconhece que a realidade da dor da sua alma é provocada pela falta de Criador em seu coração, tende a honrá-lo em todos os momentos do seu viver. Entende que precisa de Deus tanto nos momentos felizes quanto nos tristes. Assim ela busca a presença do Abençoador e não apenas a bênção, deseja Aquele que prospera e não tão-somente a prosperidade. Compreendendo que Deus deve ser a primeira prioridade na vida e se esforçando para conhecê-lo cada dia mais, através das Escrituras Sagradas, então, começa a ganhar experiências com o Solucionador da sua agonia interna, é curado da depressão de uma vez por todas.

"A alegria do Senhor é a nossa força" (Neemias 8.10). Com a presença de Jesus, acha-se a razão de viver, encontra-se a verdadeira alegria e felicidade.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Uma pregação

Leia a Bíblia para ter fé!

Texto-introdução: “Enquanto falava, uma mulher de entre a multidão gritou: Bendita seja a tua mãe, o ventre de que nasceste, e o peito que te deu leite! Ao que ele respondeu: Antes benditos são todos quantos ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática.” — Lucas 11.27,28 (O Livro).

O povo não lê a Bíblia. Sério mesmo! A gente não lê a Bíblia.

Algumas provas disso:

Tem gente que diz: “Quando Moisés com o povo atravessar o Mar Vermelho isso foi possível porque as águas eram baixas, as mares naquele lugar aumentavam e diminuíam rapidamente, ou então o povo foi pisando de levinho...” Mas a Bíblia diz: Ex 14.22 (LER); Ex 15.8 (“se amontoaram”); Salmos 66.6; Salmos 106.9 (“como por um deserto”); Isaías 51.10; Isaías 63.11-13 (cerca de 700 anos depois de Moisés).
Toda a história de um povo está baseada nisso! Você não pode negar isso. A Bíblia não é mitologia. “Ah, mas isso aconteceu só uma vez na vida. Deus criou as Leis da Natureza e pode as quebrar de vez em quando.” Mas não... Isso aconteceu mais 2, quero dizer 3 vezes. A correnteza do Jordão foi bloqueada e o na hora de conquistar a Terra Prometida o povo passou de pés enxutos (Js 3.17). Centenas de anos depois Elias (antes de ser levado pela carruagem de fogo) atravessou o Jordão (igual com o Mar Vermelho) entre duas paredes de água (2 Reis 2.8) e na volta Eliseu (agora com porção dobrada) bate com o manto de Elias no Jordão e grita: “Cadê o Deus de Elias?” e as águas se abrem ao meio e ele atravessa de pés enxutos. Você pode até explicar cientificamente todos esses milagres. Mas quero ver você explicar Jesus andar sobre as águas em meio a uma tempestade (Mt 14.22-36; Mc 6.45-56; Jo 6.16-24). Isso foi relatado em 3 Evangelhos diferentes, dos quais 2 eram testemunhas oculares.

Tem gente que se diz cristã, mas não conhece Cristo! Até hoje não leu nem a Biografia de Jesus que está escrita em Mateus, Marcos, Lucas e João. Se você se considera cristão e até hoje não leu isso. Pode desconfiar um pouco... Você vai acreditar em tudo que te dizem? Já me ensinaram muita coisa errada na igreja.

Tem gente que diz que na época de Nabucodonosor...
(Uma vez um amigo meu me falou que não acreditava que Jesus tinha existido. Eu respondi: Oh animal... César, Herodes, Pilatos também não existiram não! A dúvida não é o sinônimo da inteligência, muitas vezes é sinônimo de burrice. A ciência começa com a fé. No método científico a 1º coisa que nós temos é uma hipótese, uma crença, e depois vamos provar se aquilo existe ou não.)
Então... Tem gente que diz “quando Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram jogados na fornalha de fogo não estava tão quente assim, que tava faltando lenha, que eles ficaram na pulando com ponta dos pés...” Mas em Dn 3.21,22 fala que Nabucodonosor tinha mandado a fornalha se aquecer 7x mais. E os soldados que estavam levando Sadraque, Mesaque e Abede-Nego morreram queimados quando foram os jogar lá.
Na época do rei Dario, o Persa, quando Daniel foi punido por orar em um tempo que tinham criado uma lei para só se fazer petições ao rei durante 30 dias. Tem gente que diz que os leões da cova (dos quais um anjo tampou a boca) “os leões tavam sem fome, era apenas uns leõezinhos de estimação”. Mas a Bíblia diz que os inimigos de Daniel que foram jogados na cova pouco tempo depois despedaçaram os ossos (comidos pelos leões) antes deles chegarem no chão (Dn. 6.24). Os leões pensaram: “Gente, acabou o jejum de Daniel vamos tirar o atraso!” Opa, era o jejum do Daniel. =P

Tem gente que acha que Jesus era analfabeto “Tadinho dele, morreu pelado, pegaram ele lá de bobeira e pregaram ele na cruz” . Mas vou provar que não: Lucas 4.16-19 (LER e enfatizar a parte que fala que era costume dele fazer aquilo), e em João 8.6 na passagem em que uma mulher é pega em adultério fala que Jesus escrevia no chão.

A maioria das crianças judias com cerca de 6 anos iam para escola aprender o Pentateuco. Elas eram ensinadas por Rabinos, aí o 1º módulo ia até os 10 anos. Chamava “beit sefer” e a maioria das crianças memorizava o Pentateuco. Tendo no fim dos seus 10 anos cada palavra do Pentateuco ficava na cabeça delas.

Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômios (mostrar o tamanho na Bíblia) tudo decorado.

Aí a maioria parava de estudar. Mas alguns continuavam (Jesus como era da classe média, criado por carpinteiro, provavelmente fez esse 2º módulo). E faziam o “beit Talmud” onde eles decoravam o resto da Tora, que é todo o Antigo Testamento, de Gênesis a Malaquias (mostrar o tamanho na Bíblia) tudo decorado. Isso aos 14 ou 15 anos. E depois disso alguns eram treinados para serem Rabinos, que só era permitido aos 30 anos de idade.

Jesus era um Rabino, ele começou seu ministério aos 30 anos. Então não me venha chamar Jesus de burro!

Tem gente que acha que Lázaro não ressuscitou. “Ahh, Lázaro tinha aquela doença que o cara dá uma apagada mais depois de um tempo volta.” Mas 2 dias antes de chegar no local avisaram a Jesus que Lázaro estava doente (Jo 11.6), isso significa que Lázaro estava passando mal. Quando Jesus finalmente chegou à cidade já faziam 4 dias que Lázaro estava morto, e inclusive ele estava fedendo (Jo 11.39). Isso não aconteceu só essa vez. Na Bíblia temos várias histórias de ressurreição. Jesus ressuscitou “talita cumi”, amém?? Misericórdia, Jesus ressuscitou a filha de Jairo, “talita cumi” significa em Aramaico: “menina, eu lhe ordeno, levante-se!” (Mt. 9.23-26; Mc 5.26-43; Lc 8.49-56).

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?” — João 11.25,26 (NVI).

E fica a pergunta... Você crê nisso? Você crê que é salvo? Você crê no que a Palavra diz?

O difícil não são as quase 9 horas de estudo para preparar isso. São os 20 minutos de recreio para pregar 'só isso tudo'...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Reflexões sobre o Salmo 15


"Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?

O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração fala a verdade; o que não difama com a sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; o que, a seus olhos, tem por despresível ao réprobo, mas honra aos que temem ao SENHOR; o que jura com dano próprio e não se retrata; o que não empresta seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado".

(Almeida Revista e Atualizada)

Em um tempo em que tantos crentes estão tendo dificuldades emocionais é importante estudar com cuidado esse Salmo para descobrir o que nos conserva estáveis e emocionalmente saudáveis: a comunhão com Deus, comprovada pelo viver diário.

Neste Salmo Davi descreve o caráter do ser humano qualificado para ser cidadão dos céus.

Começa fazendo duas perguntas importante sobre a comunhão com Deus, interrogações paralelas e sinônimas, respondidas nos versículos seguintes por uma descrição de onze características de alguém justo, que é correto em ação, palavra, atitude e finanças.

Davi responde de forma pormenorizada a essas perguntas da pessoa que pode entrar em comunhão com Deus, faz descrição de forma positiva e negativamente, pois a retidão abrange não somente o que alguém faz, mas o que também evita fazer.

Quem controla-se tem tem o direito de morar no Templo do Senhor. Tal qualidade não inerentes ao ser humano, é concedida através da nossa disposição em ouvir o Espírito Santo. Somente os que assimilam a retidão de Cristo, registrada nas Escrituras Sagradas, podem preencher todas essas exigências e receber a honra de ser hóspede de Deus - 2ª Corintios 5.21; 1ª João 3.7.

E.A.G.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

A ilusão das obras da carne

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Epístola do apóstolo Paulo aos Gálatas


16Portanto, vos afirmo: Vivei pelo Espírito, e de forma alguma satisfareis as vontades da carne! 17Porquanto a carne luta contra o Espírito e o Espírito contra a carne. Eles se opõem um ao outro, de modo que não conseguis fazer o que quereis. 18Contudo, se sois guiados pelo Espírito, já não estais subjugados pela Lei. 19Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem, 20idolatrias e feitiçarias; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e 21inveja; embriaguês, orgias e tudo quanto se pareça com essas perversidades, contra as quais vos advirto, como já vos preveni antes: os que as praticam não herdarão o Reino de Deus!

22Entretanto, o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, 23mansidão e domínio próprio. Contra essas virtudes não há Lei.

Fonte: versão King James Atualizada (Abba Press).


E.A.G.

terça-feira, 29 de julho de 2008

A Bíblia adaptada ao gosto do leitor... Pode?

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Por: Anne M. Cetas

Uma edição adaptável

Meditação: Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino… e para a instrução na justiça. (2 Timóteo 3:16).

Leitura: Mateus 5. 43.48.

Conheço um homem que acha que poderia haver interesse em um novo tipo de Bíblia. Ele diz, sarcasticamente, que uma editora deveria criar uma Bíblia eletrônica que permitisse ser reescrita enquanto é lida nos bancos das igrejas. Dessa forma, as pessoas e as igrejas poderiam fazer com que a Bíblia dissesse aquilo que elas gostariam de ouvir. Essa versão poderia ser chamada de B.E.A.L. (Bíblia Ecumênica Adaptável Localmente), e poderia ser vendida a qualquer igreja, independentemente do que ela crê.

É claro, ele estava brincando, mas nós podemos ser tentados a aceitar tal produto. Jesus nos dá alguns ensinamentos difíceis! Como cristãos, nosso desejo é de sermos obedientes a ele nas nossas escolhas e atitudes, porém às vezes resistimos à Palavra de Deus e talvez desejaríamos abrandar os seus mandamentos.

Encontramos alguns dos ensinamentos difíceis de Jesus, no Sermão do Monte. Em Mateus 5 ele diz: "Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem" (v. 44). É isso que ele nos diz que devemos fazer, e sabemos que não podemos simplesmente apagar esse ensinamento. Temos que aplicá-lo à nossa situação pessoal com a capacitação do Espírito Santo.

A Palavra de Deus deve ser obedecida pelos seus filhos. Somos nós os que precisamos ser "revisados" – e não as Escrituras.

Fonte: Nosso Andar Diário - Ministério RBC

Inscrição no gupo “Mensagens Q Edificam” (Google): E-mail: mensagensqueedificam@gmail.com

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Salmo 15

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SENHOR, quem habitará no teu santuário?

Quem poderá morar no teu santo monte?

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Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo,

que de coração fala a verdade.

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e não usa a língua para difamar,

que nenhum mal faz ao semelhante

e não lança calúnia contra o seu próximo,

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que rejeita quem merece desprezo, mas honra os que temem o SENHOR,

que mantém a sua palavra, mesmo quando sai prejudicado,

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que não empresta o seu dinheiro visando lucro nem aceita suborno contra o inocente.

Quem assim procede nunca será abalado.

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[ Nova Versão Internarcional ]

terça-feira, 3 de junho de 2008

Retrato do estereótipo em VEJA

Coluna Gente da Revista VEJA, edição 2063, 04/06/2008: "Poucos brasileiros encarariam com tanta disposição quatro dias de viagem de barco pela Amazônia, dormindo na rede e cercado por 100 evangélicos que só liam a Bíblia, como fez o americano SETH KUGEL. Colaborador do caderno de turismo do The New York Times, ele escreveu sobre a experiência e voltou ao Brasil sete vezes..." e continua a coluna.

É assim que a grande mídia, que quer se parecer vanguardista enxerga os evangélicos brasileiros. Um bando de vidrados em mantras, repetindo versos da Bíblia, enquanto as pessoas estão dormindo em redes nas viagens pelo rio Amazonas, é a tortura para quem não sabe nadar ou pode viajar de avião. O que não dirá dos demais? Só liam a Bíblia, um livro atrasado? Deveriam ter lido VEJA, que é moderna, de vanguarda! Ou quem sabe Playboy, que é da mesma editora?

É aquela velha história, a imprensa olha para uma cidade miserável do Afeganistão e diz: Olhem, vejam só como são atrasados, são muçulmanos! Vivem no obscurantismo. Falam sobre Dubai, muçulmana, e dizem: Olhem, vejam que vanguarda, quantas edificações maravilhosas! As mulheres aqui são tradicionais, guardam os preceitos do Corão.

Os judeus são filmados balançando a cabeça repetidamente, no Muro das Lamentações por exemplo, enquanto memorizam ou recitam passagens da Torá (os cinco primeiros livros do Velho Testamento em Hebraico)? Aquilo é tradição religiosa, é o supra-sumo da religião judaica.

A revista deveria se prestar a informar seus leitores. Aqui em Igarassu/PE, tem umas senhoras carolas que passam na frente da Assembléia de Deus, na avenida que liga suas casas á Igreja Católica. Próximo á igreja evangélica, mudam de calçada, como se algum mal fôssemos lhes fazer. O que não ouço no dia-a-dia e sou obrigado a desfazer vocês não imaginam. São coisas absurdas que determinados líderes religiosos inescrupulosos propagam e a mídia endossa.

No fim das contas o problema se resume a dinheiro. São judeus que financiam a mídia. Quanto aos muçulmanos, quem é doido de falar mal deles, apenas mascaram o estereótipo? Conosco é diferente. É o povo que não é, somos milhões, mas a mídia solenemente nos ignora. Ah! Além da Bíblia eu leio VEJA, toda semana. Como a Bíblia é milhões de vezes mais importante do que a revista, leio-a todos os dias, a revista somente quando chega. Deveria ser diferente?

Publicado originalmente em http://daladier.blogspot.com - Reflexões Sobre Quase Tudo!