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terça-feira, 14 de outubro de 2025

Baixe grátis o Almanaque do Mobilizador Missionário: 1.100 páginas de recursos e literatura

 

Reunindo uma grande quantidade de dinâmicas, peças teatrais, poemas, esboços de sermão/estudo bíblico e ilustrações (pequenas narrativas e textos inspirativos), o e-book Almanaque do Mobilizador Missionário se apresenta como uma magnífica ferramenta para ampliar a consciência e a ação missionárias em nossas igrejas.

A edição, que possui mais de 1.100 páginas, é GRATUITA, o que se configura como uma verdadeira bênção e motivo de celebração.

Editada pelo ministério Veredas Missionárias, a obra vem somar-se a muitas outras antologias e recursos gratuitos já disponibilizados pelo ministério.

Leia e compartilhe esta obra, para que ela chegue se possível a cada cristão/congregação de nosso país!


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sexta-feira, 14 de março de 2014

Pakau - a chamada, o preço e a recompensa

Kelem Gaspar

Esse livro retrata minhas lutas e vitórias no campo missionário, mas acima de tudo é um livro que fala que os milagres de Deus ainda são presentes na vida daqueles que creem. Todo o livro brada que Ele Vive!. 

Você pode depositar R$ 20,00 no Banco do Brasil, Ag 1436-2, cc 6993-0 ou no Bradesco, Ag 0697-1, cc 0523.164-7. Depois, me manda uma mensagem ou e-mail com o comprovante e seu endereço completo com CEP para missgaspar@ig.com.br. Mandarei o livro autografado! Ou, se preferir, compre-o em uma livraria CPAD próximo de você!

Se fizer sua compra diretamente comigo, peço atenção para que você diga no e-mail qual livro prefere, pois lancei dois, o outro é: Segredos da Obra Missionária

Adquirindo-o, você está ajudando o nosso trabalho missionário aqui em Maracanã.

Fonte: Missionária Kelem Gaspar - Um blog missionário de verdade

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Eles ainda procuram por Deus: evangelização na cidade.


André Filipe, Aefe!
Também em www.imagemesemelhanca.org

“Para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida” Ef 3.10a
Já passava das 20h quando saímos para o trabalho evangelístico com moradores de rua do centro de SP. Após um período caminhando na noite, cruzamos por baixo do minhocão, o viaduto que se ergue sobre nossas cabeças. Ali ouvimos um grito distante. De repente, o Jônatas (o Mala) disparou numa corrida. Quando eu também vi, corri contornando e subindo para chegar próximo daquele homem, dependurado na beirada do alto do viaduto. A mãe de seus filhos o segurava pela camisa, que já escorregava do corpo. A queda do homem seria de quase 10 metros, se antes não fosse parado pelas setas de ferro das grades apontadas para ele.
Conseguimos frustrar seu suicídio. Muito ofegantes, perguntamos à mulher: “Porquê?”, e ela respondeu envergonhada: “Tá desgostoso da vida”. Perguntamos desajeitadamente e perplexos ao homem: “Cara, você conhece a Deus?” E o homem respondeu, com os olhos perdidos no céu totalmente escuro: “Eu procuro por Deus todos os dias e não encontro…”
Ele falou a verdade. Eles ainda procuram por Deus. Mesmo que tenham coberto as árvores e os campos com ruas e prédios, os céus e as estrelas com fumaça tóxica, como lençóis brancos sobre os móveis de casa abandonada cobriram a revelação de Deus na natureza e não encontram mais nada de Deus. Olham para prédios e arranha-céus e dizem: “São obras das nossas mãos”. Mas mesmo assim, aqueles que moram nas cidades continuam procurando, e não O encontrando, sobra o desespero.
Nas grandes cidades, Deus está ainda mais obscurecido que em qualquer outra parte do planeta. E Ele está tapado não só na criação, mas também no coração do homem. O retrato do asfalto suprimindo a planta é reflexo do secularismo materialista que leva nossa mente para o mais longe possível de Deus. Apesar disso, apesar de terem colocado uma pá de cal na revelação de Deus na natureza e na mente, eles ainda insistem em procurar por Deus, como uma criança que, desobedecendo pelo dia, à noite busca os pais amedrontada com as sombras. Mas, como o homem do início, alguns encontram só desespero.
No entanto, Deus furou o bloqueio. Ele se revelou à cidade de uma maneira mais que especial: Ele colocou a Igreja na cidade. A Igreja revela Deus de uma maneira que nem todo o Universo poderia fazer. Mesmo que as estrelas estejam escondidas atrás do fumê da poluição, muito mais próxima de todos, e muito mais brilhante que as estrelas está a Igreja, revelando, do véu rasgado, a Glória de Cristo.
A escuridão no coração do homem da cidade tem solução, é a luz da Glória de Deus: “Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo” – 2Co 4.6

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Luzes brilhando na selva


André Filipe, Aefe!

Era o final da tarde e o barco recreio seguia seu rumo subindo o Rio Negro. Dezenas de passageiros já se balançavam nas redes, as luzes estavam apagadas e o som da única televisão sumia diante do barulho rotineiro do motor, e o barulho do motor sumia na rotina se confundindo com o silêncio.
O espetáculo nunca rotineiro do sol se pondo por trás das árvores, colorindo o rio, ia ficando no passado, assim como sumia a única paisagem de toda a viagem: o azul do rio, o verde da floresta e o azul do céu.
Nos 4 dias de viagem que fizemos subindo o Rio Negro, navegando mais de 800 quilômetros, fomos platéia desta única paisagem, deslumbrante, hipnótica e refrigério para o corpo: o rio refletindo o céu, a floresta refletindo a majestade amazônica e o céu, puro, como foi criado.
Enquanto contemplávamos essa paisagem, dentre os vários bons pensamentos, também pensávamos:
- É muita árvore! É árvore que não acaba mais!
Foram 4 dias, mais de 800 quilômetros de árvore. Mas agora estava escuro, a cortina tinha se fechado e o palco estava um breu. O frio noturno fluvial, o silêncio e o motor roncando num mesmo ritmo ninavam todos para dormir. Mas, não sei porquê, fiquei um pouco no costado, curtindo o vento e aquela escuridão fantasmagórica do rio.
De repente, parecia que as estrelas tinham caído na mata: um conjunto de pequenas luzes surgiam no meio daquela escuridão, onde antes estava o verde. Eram como chamas de velas, lá longe. Luzinhas iluminando de dentro da floresta. Eram fogueiras e luminárias no interior do mato, iluminando algum povoado vivendo ali.
Esperei um tempo mais e outro grupo de luzinhas, e mais outro. Se eu passasse a noite a contar quantos povoados surgiam, perderia a conta.
De dia estavam escondidos na mata. Não havia porto, não havia placas, não havia barcos, eles estavam no fundo da mata. De dia, aquelas pessoas que viviam na mata passavam por nós invisíveis, mas de noite se denunciavam na escuridão.
Grupos isolados, com poucos pessoas que se importam com elas; como crente, a pergunta que passava pela minha mente era “Como ouvirão (o evangelho), se não há quem pregue?” Como haveria, se eles mal são vistos? São invisíveis enquanto passamos.
Retornando a São Paulo, volto a me vislumbrar com os inúmeros arranha-céus e construções da cidade. Caminhando pela cidade, penso:
- É muito prédio! É prédio que não acaba mais!
Mas a noite vem, e a escuridão toma conta da cidade. As janelas, no entanto, resistem na escuridão, revelando vidas lá dentro. O que passa por sua mente?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Experiências com Deus

Por Cassio Castelo
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Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia - Salmos 34.8.
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A vontade de Deus é que o ser humano tenha experiência com Ele. Que caminhe com Ele, esteja com Jesus Cristo no coração.
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Não podemos dizer que temos experiência com Deus pelo simples fato de ouvir falar dEle, pois a experiência com Deus e muito mais do que isto!
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Experimentar é:
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• ter conhecimento adquirido por prática;
• prova;
• constatação.
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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem" - Hebreus 11.1.
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Ao longo da história humana o relacionamento entre Deus e o Homem vem se constatando, apesar de muitos filósofos e até mesmo historiadores dizerem que é impossível o homem ter acesso a Deus e com Ele se relacionar.
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Alguns dizem que esta impossibilidade é devido, o fato de Deus ser um ser superior à criação. Porém nós que O servimos, sabemos que o nosso Deus não é um Deus distante e impiedoso, que habita no céu e apenas assiste o desenrolar dos acontecimentos na Terra, apenas vê a sua criação sem fazer intervenções em favor de seus servos fiéis.
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"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" - Romanos 8.28.
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As Escrituras mostram claramente que esse relacionamento com Deus é perfeitamente possível. Apesar de ser um Deus soberano, superior, perfeito, puro, a sua superioridade não significa que Ele não possa se relacionar com o homem.
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Ele está conosco.
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E.A.G.
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Conteúdo adaptado ao Belverede. Cassio Roberto da Silva Castelo, tem, formação em história e teologia, coordenador e professor da Faesp (Faculdade Evangélica de São Paulo), foi coordenador setorial do departamento de evangelismo e missões da Igreja Evangelica Assembleia de Deus (Ministério do Belém - Lapa - São Paulo - SP), pastoreia a Assembleia de Deus em Vila Miriam, setor 3 - São Paulo - SP.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Orientações para evangelização eficaz



Ao anunciar a Palavra de Deus, o lema de quem é cristão deve ser o mesmo proferido pelos apóstolos Pedro e Paulo: importa agradar a Deus e não aos homens (Atos 5.29; 1ª Tessalonicenses 2.4).

Todos os dias são dias de salvação (2ª Corintios  6..2) . Porém, em Eclesiastes 3, a Palavra de Deus informa que existe tempo para tudo. O pregador está inserido na questão de usar o tempo oportuno para falar e também para ficar calado.

Efésios 5.16 e Colossenses 4.5 falam em remir nosso tempo. Ora, a recomendação aconselha a cada um de nós otimizar o espaço de 24 horas que Deus nos dá. Quem é cristão precisa ter em sua agenda diária um espaço vago para nunca deixar de transmitir a mensagem nº 1 entre todos os assuntos que estão em nosso coração ardendo para ser falado. Diariamente, o cristão deve informar a alguém que Jesus Cristo é Senhor e único Salvador da Humanidade. Apesar desse compromisso importantíssimo, antes de cumprir essa tarefa inadiável é preciso orar. Na oração, pedir a Deus chances de fazer parte de momentos de evangelização às almas perdidas, momentos que ocorram segundo a direção dEle.

Quando evangelizamos guiados por Deus, estamos caminhando e falando segundo o Espírito Santo, e com certeza transmitindo a mensagem conveniente no momento certo do dia de quem está espiritualmente perdido.

O evangelista deve ser inteligente. Quem evangeliza  pode alterar os horários de sua agenda para transmitir as Boas Novas, mas jamais deve interferir e atrapalhar a agenda daqueles que recebem a mensagem evangelística, provocando prejuízos a eles. Jesus é manso e humilde, não é arrombador de portas. Se uma alma não dá ouvidos para você, então combine com ela um horário em que possa ouvi-lo.

Ratifico: Nunca deixe de pregar a Palavra de Deus. Mas também nunca deixe de orar antes de pregar, pedindo que o Senhor coloque-o e em situações convenientes para quem o ouvirá. Orações assim são respondidas, pois essa é a vontade divina para sua vida.

Alguns cristãos, além da inconveniência de falar fora do tempo, falam em lugar errado e com interpretação bíblica errada também. São anacrônicos exacerbados, sendo até insuportáveis em algumas situações. Quando confrontados dizem que sofrem perseguição religiosa.
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Há alguns deles que fazem uso de textos bíblicos em causa própria. Citam  Mateus 23.23, ou outros versículos similares, que contenham adjetivos negativos, para atacar desafetos. Porém, nenhuma de suas citações servem de constatação de um fato comprovável. Ninguém passa a ser lobo, mercenário, hipócrita, ou víbora, só porque alguém usou trechos bíblicos com esses termos. Tal ação é cabível até de processo judicial, pois poderá ser configurada como calúnia, injúria e difamação.

"Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte" - 1ª Pedro 4.15-16.

Enfim, Deus não é criador de confusão. 

E.A.G.
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Este artigo está liberado para todos os tipos de cópias, desde que não seja com fins lucrativos. No entanto, é exigido que ao copiar seja citado o nome do autor e da fonte da coleta ao lado do link ativo. Eliseu Antonio Gomes; Confentaria Cristã, http://confeitariacrista.blogspot.com    

sábado, 9 de abril de 2011

Os deuses da metrópole.



André Filipe, Aefe!
também em: www.imagemesemelhanca.com

Não é novidade ouvir das pessoas que moram em cidades grandes que elas não possuem religião. Por outro lado, os moradores da galáxia urbana não possuem religião em seu discurso, mas a possuem de fato, e fiquei surpreso ao ler um texto de Luis Fernando Veríssimo, no Estadão de janeiro de 2008, em que descreve sua teologia pessoal:
“Invejo quem tem fé, mas não posso deixar de pensar que a minha religião particular, uma espécie de panteísmo urbano (devoção por pastéis de carne e boas livrarias e a crença de que há um deus, sim: o deus do Oboé, que além de ser um instrumento divino, é o que afina todos os outros) é a mais sensata”.
Neste  autoexame irônico, o cronista descreveu de maneira “sublime” a religiosidade do homem moderno, chamado panteísmo urbano.
Se usamos o mesmo dicionário, entendemos por panteísmo a ideia de que deus, ou os deuses, identificam-se com o mundo sem distinguir-se dele, ou ainda, deus é “um ser em linha de continuidade com o mundo*”.
Se no panteísmo das comunidades “da floresta” os deuses eram identificados com animais, plantas, elementos da natureza; na cidade, os deuses são “pastéis”, “boas livrarias” e “instrumentos musicais”. Esta religião mais “sensata” consegue superar a loucura da anterior.
Se Paulo estava abismado com o “coração  insensato” e obscurecido daqueles que adoravam animais e aves, em Romanos 1, que diria ao ver que os deuses caíram 2 níveis nos setores da economia, que fizemos de deus os elementos do setor terciário (produtos e serviços) da sociedade?
Isso acontece em consequência de terem alterado o próprio conceito de deus. Os deuses da cidade são os elementos do cotidiano que dão sentido presente a nossa vida por meio do prazer momentâneo, e por isso há, inclusive, uma hierarquia teológica pessoal, do pastel à boa livraria, abaixo da arte, ou da música, conforme o perfil do religioso.
Numa comunidade antiga, deuses eram aqueles que causavam medo, e com quem negociávamos para livrar-se dos seus infortúnios; no mundo urbanizado, em que os heróis humanos expurgaram seus medos (ou escondem-se deles), sua vida, vazia de qualquer sentido, busca encontrá-lo no cotidiano prazeroso, em seus templos (shoppings, hipermercados, TV por assinatura), com seus ritos (vertir-se bem, comer pipoca, todas às sextas) e com suas oferendas e sacrifícios (trabalhar duro, cartão de crédito, dívidas). Tudo isso porque a única esperança que resta é esta vida, presente, real, palpável e, sobretudo, sofrível. Deste modo, parece-nos sensato mesmo, tal como chegou à mesma conclusão o próprio Salomão, ao observar a vida “debaixo do sol” como total enfado e inutilidade, e que basta que nos deliciemos na vida, pois nada mais nos espera além dela.
Paulo, no entanto, milhares de anos e de páginas depois, com o Mistério revelado através de Jesus Cristo, encontra a resposta à loucura: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” - 1a Co.15.9.
Assim chegamos ao coração do problema: destituído o deus único, com sua verdade absoluta, os metropolitanos caem na mais pura desesperança, e se vêem entregues às suas “paixões desonrosas” ou, em sua maior sensatez, a prazeres cotidianos e (certamente) mais covardes, perpetuando um pouco mais seus dias de “cadáver adiado que procria*”.
Mas ainda é preciso perguntar: não estaríamos nós, ditos crentes, rivalizando com o nosso cristianismo dominical, vivendo este panteísmo urbano no dia-a-dia, tal qual o povo de Judá, de quem foi dito:
“Assim, estas nações temiam o Senhor, mas também suas imagens esculpidas; seus filhos e seus descendentes também fazem até o dia de hoje como fizeram seus pais”  - 2a Reis 17.41.
Ou, do contrário, podemos dizer diante de Deus que em cada ato do dia podemos nos regozijar em Cristo Jesus, e que cada decisão de nossa vida visa a sua Glória?
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*conforme é dito do pensamento de Scheiermacher, na Teologia Sistemática de Berkhof.
*como diria Fernando Pessoa.