sábado, 18 de maio de 2013
Gravação mostra membros do AfroReggae supostamente coagindo testemunhas a acusar o pastor Marcos Pereira de estupro
domingo, 20 de novembro de 2011
Contardo Calligaris e o minuto-bobeira na Ilustrada
E.A.G.
Fonte: Belverede | Cosmovisão
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Quando os crentes davam certo
Bp. Robinson Cavalcanti
Durante a vigência da Constituição Imperial (1824) o documento de identidade era a certidão de Batismo na Igreja Católica Romana. Quem não fosse batizado, nem existia, nem era cidadão. Os protestantes, como os demais não-católicos, não podiam ser funcionários públicos, não podiam se candidatar a cargos eletivos, seus casamentos eram nulos (todo mundo, tecnicamente, "amasiado" por amor a Cristo), porque o único documento de casamento válido era o emitido pela Igreja Romana, e quando a pessoa protestante morria tinha que ser "plantado" em algum terreno, porque todos os cemitérios eram administrados pelas Paróquias católicas romanas, e nele só podiam se enterrar quem tivesse recebido o rito de extrema-unção de um sacerdote daquela confissão.
Com a Constituição republicana de 1891 veio a separação Igreja-Estado, cessaram as discriminações legais, mas aumentaram as perseguições. As novas levas de padres e freiras missionários que foram importados pela Igreja de Romana na Primeira República (1889-1930) vinham com a missão de "combater os protestantes" . Crianças e jovens eram perseguidos nas escolas, profissionais nos empregos, proibia-se o aluguel de imóveis comerciais e residenciais para os "nova-seita" , também conhecidos como "bodes", Igrejas eram apedrejadas, pessoas fisicamente agredidas, amizades e vínculos familiares eram rompidos. A imprensa incitava contra essa fé "estrangeira" . O hino de um Congresso Eucarístico cantava: "Quem não for bom católico, bom brasileiro não é". Bíblias eram queimadas. Paredes de templos protestantes eram levantadas de dia, para serem derrubadas de noite. "Protestante é pobre, burro e feio". Casar minha filha com um deles, nem pensar...
Na cidade de minha família materna, em Alagoas, um padre holandês, se referindo à artéria onde residiam as melhores famílias da cidade, compusera a quadrinha de gozação:
"Na Rua do Rosário, ninguém pode mais passar
São bodes e cabrinhas, todos eles a berrar..."
Com raras exceções localizadas, esse quadro não mudou muito até o início dos anos 1960, e a realização do Concílio Vaticano II.
Mais de um século de dureza! Naquele contexto, que requeria autenticidade, a permanência e o crescimento do protestantismo foram marcados por atos de heroísmo e muito martírio. Naquele contexto, os crentes davam certo...
Robinson Cavalcanti, Bispo Diocesano.
sábado, 14 de junho de 2008
A Lei da Mordaça Gay - impraticável
Se esse Projeto de Lei vigorar, como País, cairemos no conceito internacional. O Brasil de 3º mundista passará a ser considerado País de 5º mundo.
Por que digo isso? Porque os cristãos são cidadãos úteis, trabalham, pagam impostos... E, por optarem obedecer a Deus, dizer não à Lei da Mordaça Gay, passarão a ser considerados criminosos e terão que ser trancafiados. Os evengélicos cidadãos produtivos, úteis, passarão a ser cidadãos - pesos mortos, não mais irão fazer a economia girar e crescer, serão pessoas sustendadas por essa economia que outrora fazia parte ativamente. Serão tirados dos seus trabalhos para viver às custas dos impostos da minoria, "moderninha", os gays (livres!).
Muito inteligente quem inventou a cadeia para os cidadãos que fazem a economia brasileira crescer!
Com ou sem a aprovação da PL 122/2006 eu não deixarei de pregar a Bíblia Sagrada como ela é! E acredito que todos os cristãos verdadeiros também não se curvarão a isso.
Como já existe um grande contingente populacional dentro das cadeias, e não existe espaço para colocar TODA a população CRISTÃ, os trabalhadores-criminosos, dentro das poucas e pequeninas cadeias que existem agora, se pudesse propor, proporia ao governo federal, que desde já, comece a construir 1000 grandes presídios, cada um deles na proporção de um Paraguai. E coloque neles os nomes Presídio Assembléia de Deus, Presídio Batista, Presídio Presbiteriana, Presídio Deus é Amor...
Nós crentes iremos para lá, sem precisar de algemas, sem dar trabalho nenhum para os policiais ... Ficaremos presos, ficaremos lá dentro louvando a Deus 24 horas, sete dias por semana, 12 meses ao ano, por todos os anos das nossas vidas, cantando hinos, comendo quentinhas e dormindo! (Seremos criminosos reincidentes!) Passaremos a comer às custas dos impostos dos homossexuais e seus simpatizantes. Viva esse ócio!
Essa será outra lei, das muitas leis brasileiras que já existem, criada para não ser cumprida!
.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Retrato do estereótipo em VEJA
É assim que a grande mídia, que quer se parecer vanguardista enxerga os evangélicos brasileiros. Um bando de vidrados em mantras, repetindo versos da Bíblia, enquanto as pessoas estão dormindo em redes nas viagens pelo rio Amazonas, é a tortura para quem não sabe nadar ou pode viajar de avião. O que não dirá dos demais? Só liam a Bíblia, um livro atrasado? Deveriam ter lido VEJA, que é moderna, de vanguarda! Ou quem sabe Playboy, que é da mesma editora?
É aquela velha história, a imprensa olha para uma cidade miserável do Afeganistão e diz: Olhem, vejam só como são atrasados, são muçulmanos! Vivem no obscurantismo. Falam sobre Dubai, muçulmana, e dizem: Olhem, vejam que vanguarda, quantas edificações maravilhosas! As mulheres aqui são tradicionais, guardam os preceitos do Corão.
Os judeus são filmados balançando a cabeça repetidamente, no Muro das Lamentações por exemplo, enquanto memorizam ou recitam passagens da Torá (os cinco primeiros livros do Velho Testamento em Hebraico)? Aquilo é tradição religiosa, é o supra-sumo da religião judaica.
A revista deveria se prestar a informar seus leitores. Aqui em Igarassu/PE, tem umas senhoras carolas que passam na frente da Assembléia de Deus, na avenida que liga suas casas á Igreja Católica. Próximo á igreja evangélica, mudam de calçada, como se algum mal fôssemos lhes fazer. O que não ouço no dia-a-dia e sou obrigado a desfazer vocês não imaginam. São coisas absurdas que determinados líderes religiosos inescrupulosos propagam e a mídia endossa.
No fim das contas o problema se resume a dinheiro. São judeus que financiam a mídia. Quanto aos muçulmanos, quem é doido de falar mal deles, apenas mascaram o estereótipo? Conosco é diferente. É o povo que não é, somos milhões, mas a mídia solenemente nos ignora. Ah! Além da Bíblia eu leio VEJA, toda semana. Como a Bíblia é milhões de vezes mais importante do que a revista, leio-a todos os dias, a revista somente quando chega. Deveria ser diferente?
Publicado originalmente em http://daladier.blogspot.com - Reflexões Sobre Quase Tudo!
