Um dos pilares da comprovada explosão pentecostal assembleiana foi o chamado comprometimento com a Obra do Senhor. Uma igreja com parcos recursos, sem utilização de mídia adequada para adensamento de sua mensagem, foi paulatinamente levando a Palavra de Deus aos rincões do País. Observem que crescemos de dentro para fora. O Espírito Santo levou, estrategicamente, Daniel Berg e Gunnar Vingren para o coração do Brasil, o Pará. E daí a todos os outros estados.
Foi imprescindível o trabalho de inúmeros pioneiros que, trabalhando como formigas, se irradiaram por todo o País. O comprometimento com a evangelização foi o indutor do processo, que até hoje causa inveja a muitas denominações. Uma IURD até cresceu, mas o fez bonificando seus colaboradores e comprando espaço na mídia, quando não a própria. Diga-se o mesmo da Renascer. Desta forma o crescimento assembleiano seria um case perfeito de marketing de rede, não obstante sua ênfase espiritual, não dando qualquer vantagem financeira para os que faziam o trabalho. A mesma analogia se aplica ao Círculo de Oração e tantos outros trabalhos desenvolvidos a partir da mentalidade.
Eis que crescidos, agora os ramos, terceira, quarta ou quinta geração, já não querem compromisso. O que parecia algo alegre a fazer, já não chama tanto a atenção de adoslecentes e jovens, e, pasmem, até de adultos. Chegamos ao ponto que assistir a um culto se tornou um fardo. Duas horas foram reduzidas para uma e meia, pois as pessoas chegam atrasadas, quando não saem quinze minutos antes. Há tempo para todo propósito, disse Salomão, mas é preciso tê-lo (propósito). Na afobação em que vivemos podemos dedicar todo tempo do mundo a outras atividades, para Deus deixamos os sobejos.
O comportamento, que não é novo, reflete-se no compromisso em geral. Atividades mais pesadas como oração, jejum e evangelismo são relegadas e a audiência mingua. Argumentos surgem, sabe como é, quando não se quer fazer... É o sol, a chuva, a ladeira, o vale, as moradias verticais. Aonde está a criatividade?
E você? Como anda seu compromisso na obra? Talvez seja daqueles que dizem: o Brasil já está tão evangelizado... Olhe agora para quem mora ao lado de sua casa/apartamento. Você vai descobrir que há alguém precisando de uma palavra da parte de Deus. Na sua omissão, os falsários fazem a farra.
Por outro lado, eu aprendi que crente comprometido dá menos problemas na igreja e peca menos. A razão é que uma mente ocupada na Obra do Senhor perde a oportunidade de ser um instrumento de Satanás no mundo. Mente vazia é a razão pela qual há tanta teoria e pouca prática.
O Ide é para todos!
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Cristianismo na China
Fontes oficiais de pesquisa mostram que quase um em cada três chineses descrevem a si mesmo como religiosos. Um número surpreendente para um país oficialmente ateu, onde a religião era proibida até três décadas atrás. O governo chinês reconhece oficialmente cinco religiões: Protestantismo, catolicismo, budismo, Islamismo e Taoísmo.Nos ultimos 30 anos de reformas econômicas, a China viveu uma explosão de fé. O maior crescimento foi registrado no cristianismo, mesmo com a luta do governo para controlá-lo.
Esta igreja ao leste do País é um reduto protestante. Centenas de cristãos se reúnem em torno de mesas circulares para almoçar. Enquanto o pastor dá graças pelo alimento, todos permanecem de cabeça baixa.
A igreja reserva uma data especial para aconselhar casais. É uma celebração anual da fé e da comunidade. Milhares de pessoas de dezenas de aldeias próximas, se dirigem ao templo localizado cerca de 300 Km de Xangai. Entre eles está Yao Hong, uma mulher de 38 anos de idade, que se tornou cristã há quase duas décadas, buscando conforto depois que seu marido a traiu. Ela acredita que é patriótico ser cristão. "Deus está agindo aqui na China", diz ela, apontando para o simples lugar de reuniões, em uma caverna. "As igrejas dos E.U e da Inglaterra são ricas, o Evangelho é avançado, então eu oro para a China", e completa: " Aqui se você tem problemas, eles ajudam com dinheiro, material ou ajuda espiritual, sua igreja é como sua família".
Yao Hong
Pastor Ni, é lider de uma igreja que congrega muitas anciãs que se acomodam nos bancos duros: "Elas contam histórias das recompensas da fé e da oração como curas de doenças que terminaram com surras de seus maridos".
Zonas Cinzentas.
Ninguém sabe exatamente quantos cristãos existem na população chinesa de 1,3 bilhão de pessoas. Há uma estimativa de 21 milhões, sancionadas pelo governo como auto-movimento-patriótico, mas ninguém sabe porque existem muitos protestantes em igrejas não registradas. Algumas pesquisas recentes têm calculado que poderia haver mais de 100 milhões de chinese protestantes. Isso significa que a China tem mais cristãos do que membros do partido comunista, que agora alcançou o número de 75 milhões. A constituição da China protege a liberdade religiosa, mas o proselitismo em locais públicos é proibido. No entanto, as zonas cinzentas estão crescendo cada vez mais.
Jerusalém da China
A cidade costeira de Wenzhou, na província de Zhejiang é conhecida como "Jerusalém da China". Possui mais de 1.000 igrejas e pelo menos 12% da população é cristã. É também uma das cidades mais ricas na China, onde as empresas privadas estão crescendo. Estes dois fatores representam uma tendência recente: O empresário cristão ou, como são chamados em Wenzhou, o "patrão cristão".
O maior "patrão cristão" de Wenzhou é um homem chamado Zheng Shengtao. Para ele, a prosperidade foi uma benção vinda de Deus. seu começo de vida foi humilde: Entregando mercadorias em uma moto de três rodas. Naquela época, as empresas privadas eram proibidas, e em 1983 suas tentativas de ganhar dinheiro o levaram a prisão."Naquela época eu comecei a pensar em Jesus o dia inteiro e orava para Ele vir me buscar o mais rapidamente". A experiência convenceu-o a se tornar um devoto cristão.
Ele foi classificado pela revista Forbes como um dos homens mais ricos da China, com lucros estimados em 400 milhões. O milionário cristão credita a Deus seu sucesso: "temos que ser o sal da terra, não subornar funcionários, nem fazer produtos falsificados, não prejudicar clientes ou fazer fraudes fiscais. A riqueza não pertence a nós. Nós somos apenas como bancários. É Deus que dá a você a carreira e a riqueza e pede para gerenciá-los"
Jovens cristãos
Em um sermão, um jovem missionário faz referências oblíquas ao materialismo desenfreado, a corrupção e as disparidades de riqueza imensa entre ricos e pobres. "Na China, um monte de ateus tratam o dinheiro como seu Deus, Mas, na verdade, só em Deus podemos encontrar a verdadeira liberdade." Antigamente podia se ver jovens chineses espalhados por todo o campo do comunismo. Agora eles estão espalhando a Palavra de Deus.
Parte de Documentário: "In The Land Of Mao, Uma Crescente Onda de Cristianismo, organizado por:Ariana Lindquist, Louisa Lim e Dukehart Coburn para o npr
Fonte: A Tenda Na Rocha
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Nova Aliança Evangélica quer ganhar voz para representar evangélicos
*
NOVA AEVB JÁ TEM DATA PARA COMEÇAR
30 de novembro. Esta é a data marcada para o início de uma nova aliança evangélica brasileira. A aliança quer reunir igrejas e ministérios evangélicos para que expressem suas vozes e façam frente às necessidades da sociedade brasileira. A proposta inicial é que a aliança tenha uma estrutura de rede, que é menos hierárquica e mais agregadora.
Desde 2009, um grupo de trabalho tem realizado reuniões de “escuta” com líderes evangélicos. Até agora já foram cinco reuniões. Uma delas aconteceu no dia 5 de junho, no Rio de Janeiro, e atraiu cerca de 150 pessoas. Na ocasião, o grupo de trabalho ouviu sugestões e críticas sobre como e quando deve funcionar a aliança. Um dos presentes foi o pastor Davi Malta Nascimento, 91 anos, reitor emérito do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. “Não se deve esperar muito para iniciar a aliança, porque sua importância é urgente”, disse ele. Outros líderes presentes levantaram a necessidade de a aliança levar a sério o desafio da unidade e agir com maturidade quando as possíveis divergências surgirem.
Valdir Steuernagel, um dos líderes da estruturação da nova aliança, pontua o desafio da unidade, com base nas palavras de Jesus registradas por João: “A oração de Jesus (Jo 17) é um belo modelo de vida em comunidade, de vida em amor e de como Deus envia seu povo”.
Desde 2009, um grupo de trabalho tem realizado reuniões de “escuta” com líderes evangélicos. Até agora já foram cinco reuniões. Uma delas aconteceu no dia 5 de junho, no Rio de Janeiro, e atraiu cerca de 150 pessoas. Na ocasião, o grupo de trabalho ouviu sugestões e críticas sobre como e quando deve funcionar a aliança. Um dos presentes foi o pastor Davi Malta Nascimento, 91 anos, reitor emérito do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. “Não se deve esperar muito para iniciar a aliança, porque sua importância é urgente”, disse ele. Outros líderes presentes levantaram a necessidade de a aliança levar a sério o desafio da unidade e agir com maturidade quando as possíveis divergências surgirem.
Valdir Steuernagel, um dos líderes da estruturação da nova aliança, pontua o desafio da unidade, com base nas palavras de Jesus registradas por João: “A oração de Jesus (Jo 17) é um belo modelo de vida em comunidade, de vida em amor e de como Deus envia seu povo”.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
PRESTE ATENÇÃO AOS SINAIS DE ALERTA QUE DEUS ENVIA PARA VOCÊ

Por Marvin L. Williams
"Diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto" - Joel 2.12.
A convicção interior é um sinal de alerta enviado por Deus.
Não desconfiei que a leve falha no motor do meu carro e que aquela luz amarela, alertando: “verificar o motor” no painel, precisasse realmente da minha atenção imediata. Deixei a questão para lá, dizendo que no dia seguinte pensaria nisso. No entanto, ao ligar meu carro na manhã seguinte, ele não dava partida. Minha primeira reação foi de frustração, sabendo que isso significaria dinheiro, tempo e inconveniência. Meu segundo pensamento foi, na verdade, uma resolução: “preciso prestar atenção aos sinais de alerta que chamam a minha atenção –, pois eles significam que algo está errado”.
Em Joel 2.12-17, lemos que Deus usou o profeta para encorajar Seu povo a prestar atenção ao sinal de alerta no seu painel espiritual. A prosperidade os havia deixado complacentes e negligentes em seu compromisso com o Senhor. Sua fé se degenerara em formalismo vazio, e suas vidas, em fracasso moral. Deus então mandou uma praga de gafanhotos para arruinar as plantações, e assim chamar a atenção do Seu povo, fazendo-os mudar seu comportamento e voltar-se para Ele de todo o seu coração.
Que sinal de alerta está piscando em sua vida? Que necessidades precisam de reajustes ou reparos através de confissão e arrependimento?
Fonte: Newsletter - Mensagens Que Edificam | Nosso Andar Diário | Ministério RBC
"Diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto" - Joel 2.12.
A convicção interior é um sinal de alerta enviado por Deus.
Não desconfiei que a leve falha no motor do meu carro e que aquela luz amarela, alertando: “verificar o motor” no painel, precisasse realmente da minha atenção imediata. Deixei a questão para lá, dizendo que no dia seguinte pensaria nisso. No entanto, ao ligar meu carro na manhã seguinte, ele não dava partida. Minha primeira reação foi de frustração, sabendo que isso significaria dinheiro, tempo e inconveniência. Meu segundo pensamento foi, na verdade, uma resolução: “preciso prestar atenção aos sinais de alerta que chamam a minha atenção –, pois eles significam que algo está errado”.
Em Joel 2.12-17, lemos que Deus usou o profeta para encorajar Seu povo a prestar atenção ao sinal de alerta no seu painel espiritual. A prosperidade os havia deixado complacentes e negligentes em seu compromisso com o Senhor. Sua fé se degenerara em formalismo vazio, e suas vidas, em fracasso moral. Deus então mandou uma praga de gafanhotos para arruinar as plantações, e assim chamar a atenção do Seu povo, fazendo-os mudar seu comportamento e voltar-se para Ele de todo o seu coração.
Que sinal de alerta está piscando em sua vida? Que necessidades precisam de reajustes ou reparos através de confissão e arrependimento?
Fonte: Newsletter - Mensagens Que Edificam | Nosso Andar Diário | Ministério RBC
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Oséias 6.3 - conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor!
Belverede_2009. Photobucket
Estação de trem Pirituba - São Paulo / SP
E.A.G.
Texto postado originalmente no blog Belverede
Estação de trem Pirituba - São Paulo / SP
A vida neste mundo é passageira. Estamos aqui de passagem. A nossa morada verdadeira é lá no céu.
Cresci ouvindo o pastor da minha igreja dizendo estas frases em suas pregações, ficaram incutidas em minha mente até hoje. E elas são verdadeiras. A Bíblia está repleta de versículos que as corroboram.
No entanto, é triste ver que alguns crentes em Jesus se esquecem dessas verdades, e passam a amar esta vida. Como dói constatar que alguns desfazem as malas de viagem - da viagem para o céu!
Na segunda carta de Paulo para Timóteo temos o retrato do fim da longa viagem do apóstolo.
Paulo teve diversos amigos fraternos, mas entre eles haviam também os pseudos-amigos. Em nossa jornada não é diferente. Alguns, são como Demas, eles abandonam a obra e até os irmãos justamente no momento em que mais se precisa de sua ajuda. Outros, como Alexandre, parecem seguir em viagem conosco, porém, negam apoio e fazem grande oposição, tiram a paz da irmandade. Para estes dois tipos de gentes haverá a justa paga da justiça divina (4.6-18).
A lida é cansativa e estressante. As lutas tendem a nos fazer pensar em desanimar. Às vezes os nossos olhos naturais não enxergam os resultados esperados. A notícia de bênção demora a chegar. Mas, precisamos continuar a viagem. Deus está à bordo nos acompanhando, como estava no barco dos discípulos ao atravessarem o mar da Galiléia e de Paulo quando seguia para Roma (Mateus 8.24; Atos 27.18).
Não podemos parar, não devemos olhar para trás. Prossigamos na carreira que está proposta por Deus, fazendo a vontade dEle em tempo e em fora de tempo. Um dia chegaremos ao final dessa jornada e experienciaremos o momento em que receberemos a recompensa, o refrigério e o descanso nos braços do Pai. Será assim com todos que perseverarem até a última estação, até o porto seguro!
Não revidemos traições com a fúria, não paguemos maldades com maldades. O cristão verdadeiro entrega os maus nas mãos do Senhor sem desejar que eles se percam na eternidade, mas venham a se arrepender e embarcar na mesma viagem.
Vamos em frente, conhecendo a cada dia mais ao Senhor. Lendo e meditando na Palavra de Deus crescemos na fé, colocando-a em prática em nosso viver seguimos a viagem ao destino certo, pois ela é nossa única regra de fé e conduta cristã.
Cresci ouvindo o pastor da minha igreja dizendo estas frases em suas pregações, ficaram incutidas em minha mente até hoje. E elas são verdadeiras. A Bíblia está repleta de versículos que as corroboram.
No entanto, é triste ver que alguns crentes em Jesus se esquecem dessas verdades, e passam a amar esta vida. Como dói constatar que alguns desfazem as malas de viagem - da viagem para o céu!
Na segunda carta de Paulo para Timóteo temos o retrato do fim da longa viagem do apóstolo.
Paulo teve diversos amigos fraternos, mas entre eles haviam também os pseudos-amigos. Em nossa jornada não é diferente. Alguns, são como Demas, eles abandonam a obra e até os irmãos justamente no momento em que mais se precisa de sua ajuda. Outros, como Alexandre, parecem seguir em viagem conosco, porém, negam apoio e fazem grande oposição, tiram a paz da irmandade. Para estes dois tipos de gentes haverá a justa paga da justiça divina (4.6-18).
A lida é cansativa e estressante. As lutas tendem a nos fazer pensar em desanimar. Às vezes os nossos olhos naturais não enxergam os resultados esperados. A notícia de bênção demora a chegar. Mas, precisamos continuar a viagem. Deus está à bordo nos acompanhando, como estava no barco dos discípulos ao atravessarem o mar da Galiléia e de Paulo quando seguia para Roma (Mateus 8.24; Atos 27.18).
Não podemos parar, não devemos olhar para trás. Prossigamos na carreira que está proposta por Deus, fazendo a vontade dEle em tempo e em fora de tempo. Um dia chegaremos ao final dessa jornada e experienciaremos o momento em que receberemos a recompensa, o refrigério e o descanso nos braços do Pai. Será assim com todos que perseverarem até a última estação, até o porto seguro!
Não revidemos traições com a fúria, não paguemos maldades com maldades. O cristão verdadeiro entrega os maus nas mãos do Senhor sem desejar que eles se percam na eternidade, mas venham a se arrepender e embarcar na mesma viagem.
Vamos em frente, conhecendo a cada dia mais ao Senhor. Lendo e meditando na Palavra de Deus crescemos na fé, colocando-a em prática em nosso viver seguimos a viagem ao destino certo, pois ela é nossa única regra de fé e conduta cristã.
E.A.G.
Texto postado originalmente no blog Belverede
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
O crescimento dos evangélicos no Brasil
*
1 – Como Viveremos, p. 194
2 – E Agora, Como Viveremos? P. 449.
via blog E Agora, Como Viveremos? - http://comoviveremos.com/
Por Valmir Nascimento Milomem
Nos últimos dias uma quantidade considerável de publicações acerca do crescimento dos evangélicos no Brasil vem ganhando espaço na mídia secular. Recentemente, por exemplo, o pastor César Moisés fez comentário sobre uma série de reportagens com o tema “Fé sob medida”, que foi ao ar no telejornal do STB. Nessa semana, discutimos no nosso programa de debates a matéria “Fé e lucro levam igreja a crescer a 1%” do jornal Folha do Estado(Mato Grosso).
Nesse foco, a revista Época (edição do dia 25/05/2009), na matéria que tem como título a pergunta “Metade do Brasil será evangélica?”, registra que o crescimento da religião pode dar uma nova cara ao país; isso em razão das estatísticas do Serviço de Evangelização para a América Latina (SEPAL), de que a metade dos brasileiros será evangélica em 2020. Segundo a matéria, a partir do crescimento numérico, outro fenômeno parece se delinear no horizonte: o aumento da influência desses fiéis em todas as esferas da vida brasileira.
Os estudiosos consultados pela revista dão como certo que o aumento da população evangélica levará à diminuição no consumo de álcool (todas as denominações protestantes pregam contra ele) e prevêem que a escolaridade aumente, já que crianças protestantes são incentivadas a ler a Bíblia. No que se refere à violência, porém, as mudanças podem não ocorrer.
Estamos diante de uma questão que envolve a cosmovisão cristã. Será que uma nação com maioria evangélica seria necessariamente uma nação melhor ou, como diria Colson, uma sociedade boa? Depende. Essa é a resposta. Resposta estranha, é claro, já que, naturalmente, a cosmovisão cristã aponta que a sociedade ideal seria aquela norteada pelos princípios morais dados por Deus. Não foi por acaso essa a tônica de “Cidade de Deus” de Aquino, e uma das principais idéias defendidas por Francis Schaeffer? Não foram os cristãos chamados para redimir uma cultura?
Sim, de fato, e por isso mesmo a resposta é depende.
Depende se esse crescimento dos “evangélicos” será simplesmente numérico ou também qualitativo. Depende se os “evangélicos” resistirão ou não aos apelos do relativismo moral e do pluralismo ideológico da pós-modernidade. Depende se os “evangélicos” manterão a identidade. Depende se os “evangélicos” utilizarão a fé somente nos finais de semana ou também em todos os aspectos da sociedade. Depende se os “evangélicos” professarão a fé por questão de convicção ou de conveniência. Depende…Depende…
Em outras palavras, o crescimento numérico dos evangélicos provocará mudanças positivas dentro da sociedade somente se realmente for adotado uma postura de vida essencialmente alicerçada nos princípios imutáveis da Bíblia. Como disse Schaeffer: “Enquanto cristãos, não basta só conhecer a cosmovisão correta, a cosmovisão que nos diz a verdade sobre o que existe, mas também agir conscientemente de acordo com aquela visão de modo a influenciar a sociedade o máximo que pudermos em toda as suas áreas e aspectos e por toda a nossa vida, na total extensão dos nossos dons individuais e coletivos”. [1]
É por isso que não me ufano ao ler essa notícia. Fico contente, é claro. Mas fico a ponderar sobre esse “fenômeno gospel”, para não cair no erro de confundir o joio com o trigo.
O que é necessário para criar-se uma sociedade boa? Charles Colson e Nancy Pearcey respondem: “Um forte sentimento de certo e errado e uma determinação para colocar adequadamente em ordem a vida de alguém. Não por causa do sombrio senso de dever, mas porque isso se ajusta à nossa natureza criada e nos faz felizes e mais realizados. Quando homens e mulheres agem de acordo com a sua verdadeira natureza, sentem uma sensação de harmonia, satisfação e alegria. Isso é felicidade, o fruto da virtude”.[2]
NotasNesse foco, a revista Época (edição do dia 25/05/2009), na matéria que tem como título a pergunta “Metade do Brasil será evangélica?”, registra que o crescimento da religião pode dar uma nova cara ao país; isso em razão das estatísticas do Serviço de Evangelização para a América Latina (SEPAL), de que a metade dos brasileiros será evangélica em 2020. Segundo a matéria, a partir do crescimento numérico, outro fenômeno parece se delinear no horizonte: o aumento da influência desses fiéis em todas as esferas da vida brasileira.
Os estudiosos consultados pela revista dão como certo que o aumento da população evangélica levará à diminuição no consumo de álcool (todas as denominações protestantes pregam contra ele) e prevêem que a escolaridade aumente, já que crianças protestantes são incentivadas a ler a Bíblia. No que se refere à violência, porém, as mudanças podem não ocorrer.
Estamos diante de uma questão que envolve a cosmovisão cristã. Será que uma nação com maioria evangélica seria necessariamente uma nação melhor ou, como diria Colson, uma sociedade boa? Depende. Essa é a resposta. Resposta estranha, é claro, já que, naturalmente, a cosmovisão cristã aponta que a sociedade ideal seria aquela norteada pelos princípios morais dados por Deus. Não foi por acaso essa a tônica de “Cidade de Deus” de Aquino, e uma das principais idéias defendidas por Francis Schaeffer? Não foram os cristãos chamados para redimir uma cultura?
Sim, de fato, e por isso mesmo a resposta é depende.
Depende se esse crescimento dos “evangélicos” será simplesmente numérico ou também qualitativo. Depende se os “evangélicos” resistirão ou não aos apelos do relativismo moral e do pluralismo ideológico da pós-modernidade. Depende se os “evangélicos” manterão a identidade. Depende se os “evangélicos” utilizarão a fé somente nos finais de semana ou também em todos os aspectos da sociedade. Depende se os “evangélicos” professarão a fé por questão de convicção ou de conveniência. Depende…Depende…
Em outras palavras, o crescimento numérico dos evangélicos provocará mudanças positivas dentro da sociedade somente se realmente for adotado uma postura de vida essencialmente alicerçada nos princípios imutáveis da Bíblia. Como disse Schaeffer: “Enquanto cristãos, não basta só conhecer a cosmovisão correta, a cosmovisão que nos diz a verdade sobre o que existe, mas também agir conscientemente de acordo com aquela visão de modo a influenciar a sociedade o máximo que pudermos em toda as suas áreas e aspectos e por toda a nossa vida, na total extensão dos nossos dons individuais e coletivos”. [1]
É por isso que não me ufano ao ler essa notícia. Fico contente, é claro. Mas fico a ponderar sobre esse “fenômeno gospel”, para não cair no erro de confundir o joio com o trigo.
O que é necessário para criar-se uma sociedade boa? Charles Colson e Nancy Pearcey respondem: “Um forte sentimento de certo e errado e uma determinação para colocar adequadamente em ordem a vida de alguém. Não por causa do sombrio senso de dever, mas porque isso se ajusta à nossa natureza criada e nos faz felizes e mais realizados. Quando homens e mulheres agem de acordo com a sua verdadeira natureza, sentem uma sensação de harmonia, satisfação e alegria. Isso é felicidade, o fruto da virtude”.[2]
1 – Como Viveremos, p. 194
2 – E Agora, Como Viveremos? P. 449.
via blog E Agora, Como Viveremos? - http://comoviveremos.com/
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