O Tratamento Medieval dos JudeusAqui, no Portal da Aliança Evangélica, de Portugal. Como a literatura medieval tratava os judeus.
O Tratamento Medieval dos Judeus
Imagem: Landejur / Templo da Assembléia de Deus - em João Monlevade Minas Gerais.

When the pope arrives in the United States, he will find that many Catholics are looking for his acknowledgment that their church is going through a time of pain.
Respostas dadas por Lewis a questões formuladas por empregados da Electric and Musical Industries Ltd., Heyes, Middlesex, Inglaterra, em 18 de abril de 1944
Pergunta: Qual das religiões do mundo confere a seus seguidores maior felicidade?
Lewis: Qual das religiões do mundo confere a seus seguidores maior felicidade? Enquanto dura, a religião da auto-adoração é a melhor. Tenho um velho conhecido já com seus 80 anos de idade, que vive uma vida de inquebrantável egoísmo e auto-adoração e é, mais ou menos, lamento dizer, um dos homens mais felizes que conheço. Do ponto de vista moral, é muito difícil. Eu não estou abordando o assunto segundo esse ponto de vista. Como vocês talvez saibam, não fui sempre cristão. Não me tornei religioso em busca da felicidade. Eu sempre soube que uma garrafa de vinho do Porto me daria isso. Se você quiser uma religião que te faça feliz, eu não recomendo o cristianismo. Tenho certeza que deve haver algum produto americano no mercado que lhe será de maior utilidade, mas não tenho como lhe ajudar nisso.
Pergunta: Os materialistas e alguns astrônomos sugerem que o sistema solar e a vida como a conhecemos foram criados por uma colisão estelar acidental. Qual é a visão cristã dessa teoria?
Lewis: Se o sistema solar foi criado por uma colisão estelar acidental, então o aparecimento da vida orgânica neste planeta foi também um acidente, e toda a evolução do Homem foi um acidente também. Se é assim, então todos nossos pensamentos atuais são meros acidentes – o subproduto acidental de um movimento de átomos. E isso é verdade para os pensamentos dos materialistas e astrônomos, como para todos nós. Mas se os pensamentos deles – isto é, do Materialismo e da Astronomia – são meros subprodutos acidentais, por que devemos considerá-los verdadeiros? Não vejo razão para acreditarmos que um acidente deva ser capaz de me proporcionar o entendimento sobre todos os outros acidentes. É como esperar que a forma acidental tomada pelo leite esparramado pelo chão, quando você deixa cair a jarra, pudesse explicar como a jarra foi feita e porque ela caiu.
Pergunta: A aplicação dos princípios cristãos daria um fim ou reduziria enormemente o progresso material e científico? Em outras palavras, é errado para um cristão ser ambicioso e lutar por progresso material?
Lewis: É mais fácil pensar num exemplo mais simples. Como a aplicação dos princípios cristãos afetaria alguém numa ilha deserta? Seria menos provável que esse cristão isolado construísse uma cabana? A resposta é “Não”. Pode chegar um momento em que o Cristianismo o diga para se preocupar menos com a cabana, isto é, se ele estiver a ponto de considerar a cabana a coisa mais importante do universo. Mas, não há nenhuma evidência de que o Cristianismo o impediria de construir um abrigo. Ambição! Devemos ter cuidado sobre o que queremos dizer com essa palavra. Se for desejo de passar à frente de outras pessoas – que é o que eu penso que quer dizer – então, ela é uma coisa má. Se significar apenas desejo de fazer bem uma coisa, então é boa. Não é errado para um ator querer atuar tão bem quanto possível, mas desejar ter seu nome escrito com uma letra maior do que a de outros atores, isso sim é errado.
Pergunta: Tudo bem
Lewis: O mero evento de se tornar um General não é nem certo, nem errado em si mesmo. O que importa moralmente é sua atitude em relação a isso. O homem pode estar pensando em vencer a guerra; ele pode estar desejando
Fonte: Glaucia Santana

“Eles caminham com toda a humildade, e bondade e a falsidade não é encontrada entre eles, e amam-se mutuamente. Não desprezam a viúva e não entristecem o órfão. Aquele que tem distribui liberalmente com o que não tem. Se vêem um estranho, trazem-no sob o seu tecto, e regozijam-se com relação a ele como se fosse seu próprio irmão: pois chamam a si mesmos de irmãos, não pelo sangue, mas pelo Espírito de Deus; mas quando um dos seus pobres passa deste para outro mundo, e qualquer deles o vê, provê para o seu sepultamento segundo a sua capacidade; e se ouve de algum dos seus que está preso ou oprimido pelo nome do seu Messias, todos provêem para as suas necessidades, e se for possível ele ser livrado, eles o livram. E se há entre eles alguém pobre e necessitado, e eles não têm em abundância as coisas necessárias, jejuam dois ou três dias para poderem suprir o necessitado com o alimento necessário.” –
Aristides - filósofo que descreveu os cristãos em 125 d.C.

A sineta bateu convocando o colégio, a sala estava cheia, o Diretor egrégio e antigo mestre entrou, ninguém o reparara. Falavam de uma falta grave! Alguém roubara da bolsa de um aluno a clássica merenda e o castigo era grande, uma surra tremenda, vinte varadas. Qual seria o desgraçado que iria suportar o braço desalmado do velho Diretor aplicando o castigo? Talvez fosse um aluno ou um bedel antigo. Havia tanta gente ali, humilde e pobre e a aparência final muita miséria encobre. Enorme burburinho enchia toda classe:
- Silêncio – Brada o mestre – Aqui ninguém mais fala!
- Houve uma falta grave, um roubo, e é oportuno que eu lhes diga claramente que esse tão mau aluno, que cometeu tal erro, há de pagar bem caro, bem caro estão me ouvindo? E o que eu mais reparo é ver que foi debalde o esforço de ensinar-lhes caminho do bem, da retidão, mostrar-vos que se deve vencer por força de vontade e que acima de qualquer febril necessidade se coloca o dever. Mas eu vejo que essas virtudes, não orientam mais as vossas atitudes.
O murmúrio aumentou, todos se entreolharam e numa singular atitude calaram, como para mostrar a força que os fazia, solidários na dor, na culpa ou na rebeldia.
Mas num canto da sala, humilde, magro e pálido, levantou um menino. O seu aspecto esquálido bem claro demonstrava a miséria sem nome que lhe vibrava no olhar, as convulsões da fome e num gesto de quem se vota a um sacrifício, como um santo a sorrir no instante do suplicio confessa:
- Diretor, tinha uma fome cega e por isso roubei o lanche do colega, fiz mal, ninguém tem culpa é verdade o que digo, estou pronto, portanto, a sofrer o castigo.
E seguiu cabisbaixo em direção do estrado em que todo faltoso era sentenciado e o rude diretor lê o código interno:
- O aluno que roubar um lanche ou um caderno, nas costas levará vinte fortes varadas.
E isso dizendo, despe as costas maceradas do pequeno réu, vibra o primeiro açoite, um gemido se ouviu como um grito na noite, outra pancada estala, as pernas do garoto começam a tremer dentro do calção roto e o seu olhar voltado ao azul da imensidade parecia implorar um pouco de piedade e uma onda de horror, de revolta e protesto, brilhava em cada olhar, vibrava em cada gesto.
Nisto um jovem robusto e com porte de rico, levanta-se resoluto e diz:
- Eu vos suplico que permitais senhor que eu sofra o seu castigo, a merenda era minha e ele foi sempre amigo, mas se é lei, que se cumpra a lei.
E sobranceiro seguiu para o lugar do pobre companheiro, tirou o paletó, curvou-se resignado e deixou que o castigo em si fosse aplicado.
Quando a ultima vasgarda estalou como um ai nas costas ensangüentadas do inesperado herói, o pequeno poupado abraçou seu protetor amado, beijou-o humildemente e disse-lhe baixinho, num gesto fraternal e cheio de carinho:
- Foste meu salvador, meu nobre e bom amigo, pois sofreste por mim as dores do castigo, que mereci bem sei, mas não agüentaria, dada a minha profunda e crítica anemia. Fui culpado de tudo e nunca o desejará, suplico-te perdoa a minha ação ignara, eu saberei ser grato ao bem que me fizeste, implorando ao Senhor a proteção celeste, sobre ti e o teu lar, na certeza em que o mundo será em tua vida um roseiral fecundo e onde eu me encontrar exaltarei o estóico e sublime esplendor desse teu gesto heróico. Nós somos neste mundo uns míseros culpados, criminosos, infiéis e cheios de pecado, roubamos nosso irmão, o próximo enganamos, perseguimos o justo e a trânsfuga exaltamos e tudo que é de mau fazemos sem piedade para satisfazer a nossa perversidade. Por isso, o Mestre amigo, que sofreste por mim as dores do castigo, recebe o meu afeto humilde, mas sincero e a minha gratidão profunda, pois te quero exaltar em meu ser e em toda minha vida, nessa consagração de uma alma agradecida, que vê no teu amor e em teu suplício estóico, a glorificação de um sacrifício heróico.
O meu Cristo!
Jonathas Braga

Este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós.
2 Coríntios 4:7
Nos dias de John Wesley, pregadores leigos, com educação limitada, às vezes dirigiam os cultos nas igrejas. Um homem usou Lucas 19:21 com o texto: “Tive medo, porque és um homem severo”. Não conhecendo a palavra severo, ele achou que o texto falava de um homem ostra (a pronúncia no inglês das duas palavras é idêntica).
Ele explicou como um mergulhador tem que tatear no escuro, em águas geladas, para encontrar ostras. Neste esforço ele corta as mãos nas pontas afiadas das conchas. Depois que consegue uma ostra ele sobe à superfície, segurando-a com “suas mãos rachadas e sangrentas”. O pregador acrescentou: “Cristo desceu da glória dos céus... a uma sociedade humana pecadora, a fim de encontrar seres humanos e trazê-los de volta com ele para a glória do céu. Suas mãos rachadas e sangrentas são um sinal do valor que ele colocou no objeto de sua busca”.
Naquela noite doze homens receberam a Cristo. Mais tarde alguém foi a John Wesley para queixar-se dos pregadores iletrados que eram demasiado ignorantes, até mesmo para saber o significado dos textos sobre os quais estavam pregando. O tão bem formado Wesley simplesmente disse: “Não se preocupe. O Senhor conseguiu doze ostras hoje à noite”.
O nosso melhor nem sempre se iguala aos padrões dos outros. Mas Deus usa nossas imperfeições e esforços humildes e usa-os para a sua glória.
Cindy Hess Kasper
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Abnegação: Gálatas 6
Adoração: Salmos 84
Água da Vida: João 4
Aleluia: Apocalipse 19
Amizade: Salmos 20
Amor: 1Coríntios 13
Apelo ao Obreiro: Isaías 6
Apelo Universal: Isaías 55
Ascensão: Atos 1
Atalaia: Ezequiel 33
Avivamento: 2Crônicas 30; Habacuque 3
Bem-Aventuranças: Mateus 5
Bom Pastor: João 10
Céu: João 14; Apocalipse 22
Confissão de Davi: Salmo 51
Consagração: Romanos 12; Filipenses 3
Contraste: Deuteronômio 28
Conversão: Salmos 32
Descanso: Hebreus 4
Dilúvio: Gênesis 7
Disciplina: 2Coríntios 4; Hebreus 12
Divindade: João 1
Dízimo: Malaquias 3
Domínio do Homem: Sl. 8
Dons: 1Coríntios 12
Edificadores: Neemias 4
Espírito Santo: João 14-16
Fragilidade: Salmos 39
Fraternidade: Romanos 14
Fruto: João 15
Gozo: Isaías 12
Heróis da Fé: Hebreus 11
Humildade: João 13
Instrução: Provérbios 1
Intercessão: João 17
Jubileu: Levítico 25
Juízo: Mateus 25
Lealdade: Rute 1
Lei: Êxodo 20
Liberdade: Atos 12
Louvor: Salmos 103
Maledicência: Tiago 3
Mestre: 1Coríntios 2
Ministro: 1Coríntios 4
Missões: Salmos 72; Romanos 10
Mulheres: Provérbios 31
Nova Aliança: Hebreus 8
Novo Nascimento: João 3
Onisciência: Salmos 139
Oração: Daniel 9
Pai Nosso: Mateus 6
Palavra de Deus: Deuteronômio 6
Pão da Vida: João 6
Parábolas: Mateus 13
Páscoa: Êxodo 12
Pentecoste: Atos 2
Preparação: Juízes 7
Prosperidade: Salmos 73
Proteção na Vida: Êxodo 12
Providência: Salmos 121
Refúgio: Números 35
Reincidência: Oséias 14
Ressurreição: 1Coríntios 15
Sabedoria: Provérbios 3
Salmo do Pastor: Salmos 23
Segurança: Salmos 91
Sermão do Monte: Mt. 5-7
Serviço: Lucas 10
Soldado: Efésios 6
Temperança: Provérbios 23
Transfiguração: Mateus 17
Unidade: Efésios 4
Vaidade: Eclesiastes 2
Velhice: Eclesiastes 12
Vitória: Apocalipse 2-3
FONTE: Bíblia Thompson
Existem momentos que são difíceis manter a paz. Mas é importante se esforçar para que a paz não se vá ou seja recuperada se ela já se foi.
