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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Brasil e Alemanha lançam selo conjunto pelos 500 anos da Reforma Protestante

Em comemoração aos 500 anos do movimento protestante, entra em circulação simultaneamente nos dois países um selo com a efígie de Martinho Lutero, mentor da renovação da Igreja.
Nesta quinta-feira (13/04) as empresas de correios do Brasil e da Alemanha lançam simultaneamente um selo e um carimbo comemorativos dos 500 anos da Reforma Protestante.
Ambos os selos levam o retrato de Lutero e a frase "No princípio era a palavra", lema também dos festejos dos 500 anos, cujo ponto alto será em 31 de outubro. Neste dia, em 1517, o monge e professor de Teologia Martinho Lutero teria pregado suas 95 teses na porta de uma igreja de Wittenberg, iniciando o movimento de renovação da fé cristã.
O selo, produzido em parceria com o serviço postal da Alemanha, será quase igual nos dois países, diferenciando-se apenas no idioma. O selo brasileiro terá o valor facial de 4,15 reais e o da Alemanha, 0,70 euro, como um selo comum.
A imagem é a mesma para as duas edições. O selo foi concebido pela designer Antonia Graschberger, de Munique, também responsável pelo carimbo, que estampa a Rosa de Lutero, símbolo usado pelo teólogo a partir de 1530, para autenticar suas cartas e obras.
Correos do Brasil lançam carimbo postal comemorativo dos 500 anos da Reforma Luterana
Esta é a segunda vez que os Correios do Brasil prestam homenagem ao mentor da Reforma: em 1983 foi lançado um selo alusivo aos 500 anos do nascimento de Lutero. E é a nona vez que selos brasileiros focalizam a Alemanha. A última série, lançada de 2013, celebrou o Ano da Alemanha no Brasil.
O selo brasileiro entra em circulação nesta quinta-feira simultaneamente em seis cidades brasileiras: Brasília, Porto Alegre, Cândido Rondon, Porto Velho, Cuiabá e Curitiba. A embaixada da Alemanha na capital federal celebra a emissão conjunta em 17 de maio próximo.
Na Alemanha, o selo entra em circulação nacional também nesta quinta-feira. No início de abril já havia sido lançada no país uma moeda de prata de 20 euros em alusão ao Ano da Reforma.
Ao saudar o lançamento do selo, o pastor Egon Kopereck, presidente da Igreja Evangélica Luterana do Brasil disse: "Brasil e Alemanha se uniram para testemunhar ao mundo que a Reforma Luterana foi um marco na história, que trouxe bênçãos para a sociedade em geral e, especialmente, para o mundo cristão."

sábado, 29 de março de 2014

Estamos moralmente anestesiados?


Foto tirada durante a Marcha da Família em 22/03/2014.
                Por George Gonsalves

Ligamos a televisão ou abrimos o jornal e ouvimos notícias de crimes bárbaros dia após dia. Percebemos ao nosso redor famílias se deteriorando: pais omissos, filhos rebeldes, maridos e mulheres adúlteras. Convivemos com a corrupção quase generalizada na sociedade através de alguns tipos: o empresário que sonega impostos, o fiscal que cobra propina, o estudante que cola na sala de aula, o funcionário (público ou não) que faz corpo mole no trabalho, pessoas que furam as muitas filas do dia. Qual o impacto de tudo isso na nossa vida?
     Recentemente, ouvi um pesquisador falando sobre a violência no Brasil. Seu diagnóstico: estamos vivemos um período de anestesia moral, semelhante ao que a Europa viveu após a Segunda Guerra. Naquela época, depois de verem com os próprios olhos inúmeras atrocidades nunca antes imaginadas, os europeus ficaram menos sensíveis ao pecado. Estaremos vivendo algo semelhante no Brasil? De que modo isto afeta a igreja?
      Obviamente, a igreja não está imune aos males sociais, pois como dizia o poeta: “nenhum homem é uma ilha”. Devemos lutar para que não passemos a achar normal àquilo que se tornou comum. Quando Jesus percebeu que o templo havia se transformado em lugar de negócios, ele se irou. Um texto resumiu seu sentimento: “O zelo da tua casa me consumirá” (João 2:17). Ao entrar em Atenas, o espírito do apóstolo se revoltou em face da idolatria dominante na cidade (At. 17:16).
      Lutemos contra a anestesia moral em nossos corações. Não deixemos de nos indignar com o mal na sociedade e que atinge a igreja. Não consideremos normal o divórcio entre cristãos, a apropriação dos bens da igreja pelos pastores, a sensualidade que anda disfarçada de liberdade, a avareza que se mascara de prosperidade espiritual, o orgulho religioso que quer parecer fé. Cumpramos a advertência bíblica: “exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado” (Heb. 13:3).   

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Se, em vez de...


Se, em vez de jornalistas bajuladores de um governo corrupto; "baba-ovos" da grande emissora que faz deles o que bem quer; se, em vez de partidos politiqueiros, montados para dar suporte à corrupção sem-vergonha e generalizada; se, em vez de "sindicatos" que são máquinas de fazer dinheiro para garantir a sujeira geral; se, em vez de politiqueiros desavergonhados, que causam náuseas a quem tem bom senso, defensores ferrenhos da imoralidade, da perversidade, existissem mais profissionais, de qualquer área, sérios, defensores do bem como a excelente jornalista Rachel Scheherazade, este país seria outro aos nossos olhos e aos olhos do mundo. Pena que, por ora, aqui, prevalece a imundície. 
Que o SBT saiba conduzir com liberdade e bom senso essa questão e se ponha em defesa do que é claro, sério e honesto.

Izaldil Tavares

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O Vaticano e a Máfia Italiana - as relações perigosas



Igreja Católica teria recebido cerca de R$ 1,2 milhão para enterrar o chefe de máfia italiana em basílica, a mesma onde foram sepultados papas e cardeais

O dinheiro parece ser capaz de comprar tudo mesmo. Com o pagamento de 1 bilhão de liras italianas – a antiga moeda do país (cerca de R$ 1,2 milhão) – e o pedido encarecido de uma viúva, o enterro de um famoso chefão da máfia teria sido autorizado pela Igreja Católica, no interior de uma basílica do Vaticano, reservada a papas e cardeais. A informação, que chocou o país europeu, é da "Ansa", agência de notícias da Itália. Sua principal fonte é um funcionário do Vaticano.

Sob a garantia de anonimato, ele disse que há 22 anos, "apesar de inicialmente relutar", o cardeal Ugo Poletti (1914-1997), à época vigário-geral de Roma, "face ao montante conspícuo, deu sua bênção" para o enterro incomum de Enrico De Pedis, chefe do grupo mafioso Banda de Magliana, assassinado por comparsas em 1990.

Para justificar a atitude, especula-se que o dinheiro do mafioso teria sido utilizado "para fins nobres", como a restauração completa da Basílica de São Apolinário, além de bancar diversas missões católicas. O escândalo pode ser mais nefasto do que aparenta. O procurador Giancarlo Capaldo acredita que altos funcionários do Vaticano sabem muito mais do que o sepultamento de um simples mafioso. De alguma forma, eles estariam envolvidos com a Magliana – inclusive no episódio do desaparecimento em 1983 de Emanuela Orlandi, que tinha 15 anos. O pai da garota teria provas que ligam o Banco do Vaticano, o Istituto per le Opere di Religione, ao crime organizado. O sumiço seria, na verdade, um sequestro para forçá-lo a se calar. De Pedis, que teria organizado tudo, morreu, antes que pudesse depor sobre o caso. "Há pessoas que estão vivas dentro do Vaticano, e sabem a verdade", diz Capaldo.

Outra teoria sugere que os restos de Emanuela estariam junto ao corpo de De Pedis, como forma de ocultar as provas do crime. O Vaticano nega. Para encerrar as suspeitas, se dispôs a abrir a cripta especial do mafioso diante da polícia. E negocia a transferência do corpo para local mais adequado. "Parece que nada foi escondido e não há segredos do Vaticano a serem revelados", declarou Federico Lombardin, porta-voz do Vaticano.

sábado, 17 de março de 2012

A Civilização Islâmica - Maior líder muçulmano da Arábia Saudita pede a destruição de todas as igrejas cristãs



Perseguição aos cristãos no Oriente Médio pode resultar em conflito global

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”

Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.

O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.

“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim: “O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás [estudiosos islâmicos] e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas. Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes “.

No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egito, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iêmen.

Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egito há milênios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria. No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irã também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.

Ibrahim escreveu ainda em sua coluna: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer, imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente ”intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”.

O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de proporções globais.

Traduzido e adaptado de Arabian Business e WND
Gospel Prime

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Malafaia e a publicidade do NYT

Primeiramente, quero dizer que observo o Pr. Silas Malafaia como um ser humano falho, falível como qualquer pessoa. Apenas Jesus Cristo é perfeito. Não faço defesa dele nas linhas abaixo, porque entendo que não é preciso.

Não faço ironia. É verdade, o New York Times prestou-se ao papel de fazer marketing gratuito ao ministério do Pastor Silas Malafaia em terras de fala inglesa. (Matéria traduzida: Julio Severo). Agora, com certeza, o número de telespectadores das telinhas dubladas deverá dobrar mais rapidamente, e aqueles que patrocinam seus programas também.

A vida cristã é assim. Quando passaram a perseguir os cristãos da Igreja Primitiva, foi exatamente o momento que eles começaram a multiplicar-se com mais rapidez.

A maior mola propulsora do ministério de Malafaia, no Brasil, chama-se ABGLT. Todas as investidas hostís das cúpulas dos grupos gays provocaram a expansão do ministério de televisão e a divulgação do evangelista para além das igrejas evangélicas. Tony Reis é um dos maiores responsáveis pelo sucesso ministerial de Silas Malafaia no Brasil.

Há uns doze anos atrás, Malafaia era apresentador de programa em algumas praças brasileiras e com apenas meia-hora de duração, apenas aos sábados. Hoje, tem uma hora inteira, de domingo a domingo, e atingiu o território nacional, ultrapassou fronteiras, é visto em mais de cem países. No passado, os patrocinadores eram apenas evangélicos assembleianos. Hoje, são cristãos de diversas denominações evangélicas; cristãos católicos; judeus; mulçumanos; ateus e agnósticos. Não se admire: gays também! Sendo que, os patrocinadores são cidadãos de todas as classes sociais.

Lá no território gringo, existe uma grande diferença do Brasil. Os leitores não são leitores funcionais como é uma parcela brasileira. Eles lerão a matéria do NYT e codificarão corretamente cada nuance de picardia, colocarão de lado o peso da ironia e sintonizarão o Victory in Christ para conhecê-lo melhor. Depois, haverá a fidelização de telespectadores, tão acostumados com programas como o de Joel Osteen, pregador que bate recorde de audiência via televisão e presenças em suas reuniões.

Resta ao Pastor Silas Malafaia agradecer ao New York Times, também manifestar gratidão para a jornalista Eliane Brum, porque ela é uma personagem importante na trajetória da escalada ministerial do evangelista em língua inglesa.

Você duvida desse vertiginoso crescimento internacional? Não é preciso crer para ver. Tão-somente espere.

E.A.G.

Fonte:
Belverede

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Meu encontro com o poeta Rui Miguel Duarte



No dia 18 deste mês estive no luminoso bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, para um breve encontro com o irmão, poeta e professor lusitano Rui Miguel Duarte. Rui é formado em Línguas e Literatura Clássicas, e esteve no Rio para participar do XVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos. 


Na ocasião, tive a honra de ser presenteado com três pequenos tesouros poéticos: O livro Muta Vox, do próprio Rui, que reúne a fina produção do autor; o livro Encomenda a Stravisnky, primorosa edição bilíngue (português - espanhol) de nosso mestre J.T.Parreira; e a oportuna antologia Nada Onde Pousar o Sonho, iniciativa do Desafio Miquéias de Portugal, congregando a obra de onze poetas evangélicos portugueses, livro com design gráfico digno de nota (ao estilo livro antigo, vide imagem).

Meus abraços fraternais ao Rui, agradecido pela felicidade de poder continuar estreitando os laços que unem poetas evangélicos de Brasil e Portugal, tradição que remonta ao tempo do saudoso poeta Joanyr de Oliveira, quando, em sua coluna na Revista A Seara (na década de setenta do século passado), mantinha já profícuo intercâmbio com bardos lusitanos como J.T.Parreira e Brissos Lino, dentre outros.

A poesia evangélica segue cumprindo sua função de evangelizar, edificar e promover a unidade do grande corpo de Cristo!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Yosef Nadarkhani: o pastor em risco de morte no Irã



Na quarta-feita, dia 28, o site Portas Abertas, e até o portal UOL, mídia secular, deram a notícia que Yosef Nadarkhani, pastor evangélico, foi sentenciado a morrer na forca pelo crime de apostasia - afastar-se das doutrinas do islamismo - pelo tribunal da província de Gilan, no Irã.

Por três vezes os juízes, em audiência, o pressionaram a negar sua fé em Jesus Cristo e voltar a ser muçulmano. Yosef respondeu: "Arrependimento significar voltar. Eu devo voltar para o quê? Para a blasfêmia que vivia antes de conhecer a Cristo?" Os juízes responderam: “você deve voltar para a religião dos seus antepassados, deve voltar ao Islã". Yousef insistiu: "Eu não posso fazer isso."

Ontem, quinta, 29, foi a última audiência. Segundo a lei do Islã (a Sharia), foi concedido ao pastor três oportunidades para "arrepender-se" de ser cristão e abandonar o islamismo. Nas três vezes ele manteu-se firme em sua fé em Jesus Cristo. Agora os advogados de defesa tentarão apelar ao Tribunal Supremo para que revejam a sentença, e assim estender a pena de Nadarkhani na prisão. Existe a informação de que o Supremo Tribunal Federal do país deseja que essa situação seja resolvida o quanto antes.

O ministério Portas Abertas pede que ore por Yosef Nadarkhani para que Deus o proteja e o livre da morte e o liberte da prisão. "Yousef é conhecido como um herói, se ele for libertado, o governo será visto como derrotado. Se eles o deixarem na prisão, haverá mais pressão internacional. Provavelmente não irão matá-lo hoje, mas podem fazer isso quando quiserem. Podem enforcá-lo ao meio dia ou então daqui a 10 dias. Às vezes entregam o corpo para a família junto com o veredito. Eles têm ultrapassado as fronteiras da lei” disse uma fonte para o Compass.

A mesma fonte disse que a esposa de Nadarkhani está muito apreensiva com relação a decisão do tribunal. Eles tem dois filhos: Joel, 7 anos, e Daniel, 9 anos. "A mulher dele está em depressão e preocupada. É uma situação difícil para toda a família." - informou o advogado que defende Nadarkhani. 

Fontes: Portas Abertas via Compass Direct, com tradução de Lucas Gregório.­

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Rede Globo rejeita ativismo gay de novelistas?

Editor do Olhar Cristão
Por João Cruzué

Os autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares foram convocados pela Direção Geral de Entretenimento da Rede Globo para uma reunião. Em pauta o corte do ativismo homossexual da novela "Insensato Coração".

Além de cortar cenas, os autores foram orientados a não praticarem ativismo gay nas novelas e pararem com o apoio explícito à bandeira da criação de uma lei de homofobia.

Em nota a assessoria da emissora afirmou que a Rede Globo é um veículo de massa, que necessita contemplar e respeitar todos seus telespectadores, e zelar para que todos fiquem satisfeitos e não apenas à "minoria".

Comentário: Em tempo, o PL 122 vai ser definitivamente arquivado, pois interessa somente a homossexuais e nunca vai passar pelo Congresso, pois a maioria dos brasileiros não está de acordo. Em seu lugar está sendo negociado com a banca da evangélica outro projeto que criminaliza e aumenta a pena para agressões fisicas contra gays, e ponto final.

Fonte: Olhar Cristão.
__________

Nota  E.A.G.:


Essa nota parece ser um paradoxo com o conteúdo acima. Mas deve ser fato sequencial. Os protestos de cristãos surte efeitos. Os telespectadores não aceitam novelistas se comportando como se fossem formadores de opinião  e reclamaram contra a situação ridícula saída da imaginação insensata do autor da novela.

A Rede Globo hostilzou pastores em uma de suas novela, na segunda-feira, 18 de julho. No capítulo de Insensato coração, o personagem gay Xicão, interpretado por Wendell Bendelack, conta para Sueli (Louise Cardoso), dona de um bar voltado para o público homossexual, que o pai e a mãe dele o destratam porque “vão na conversa do pastor”. Confira aqui. A tentativa de ridicularizar líderes e cristãos evangélico gerou reações contra a emissora. O Pastor Silas Malafaia enviou carta de protesto à alta cúpula da emissora.

Faça a emissora saber de sua insatisfação:

Atendimento da Rede Globo:

Telefone: 400 22 884 (custo de uma ligação local)

E mail: http://falecomaredeglobo.globo.com/

Mas, não fique apenas nisso, faça levantamento das centrais de atentimento dos patrocinadores de Insensato Coração, e proteste contra eles por apoiarem o enredo folhetinesco. Diga-lhes que como consumir você merece respeito.

E.A.G.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Depois da Parada Gay a sujeira gay

Autor: Testemunha ocular

No domingo, dia 10 de junho de 2007, estive no estádio do Morumbi assistindo a uma partida de futebol. Uma das maiores críticas feitas aos estádios de futebol no Brasil é que seus banheiros são sujos — o que, de fato, é verdade. Mas o restante do estádio estava relativamente limpo e a partida transcorreu sem maiores incidentes. Havia um número significativo de famílias presentes, pais e crianças pequenas, contrariando também a idéia disseminada por boa parte da mídia de que jogos de futebol são autênticas “praças de guerra”. A violência e a desorganização existem, mas a repercussão que se promove em torno chega a ser, por vezes, desproporcional a realidade dos fatos.

Voltando para casa, os ônibus que seguiam pela rua Augusta, zona central de São Paulo, ficaram presos no trânsito, em decorrência ainda do deslocamento da Parada do Orgulho Gay. A maioria dos passageiros preferiu descer e prosseguir seu trajeto a pé. E foi o que fiz.
O que vi a partir daí tinha bem pouco de “orgulho”. A região entre a rua Augusta, a rua Caio Prado e a rua da Consolação estava tomada por algo entre o caos urbano e uma celebração de embriaguez. Poucos policiais e centenas de participantes da parada, a maioria deles em visível estado alterado por álcool ou alguma droga mais pesada, cambaleantes pelas ruas. Os carros presos no tráfego jogavam latas e garrafas nas calçadas.

A sujeira era visível, e o cheiro de urina superava em muito qualquer banheiro de estádio de futebol. Vi dezenas de pessoas urinando nos postes de iluminação, algumas em grupos, urinando juntas no meio-fio. Muitos pareciam nauseados e, sentados na calçada, vomitavam próximos a sarjeta, sendo consolados pelos colegas. Fogueiras acesas com restos e papéis sujos. Um espetáculo deprimente.

Ao chegar à rua Caio Prado, percebi que uma mulher sozinha caminhava a metros atrás de mim e vinha da direção dos ônibus. Trocamos um olhar rápido e vi que ela sentia o mesmo que eu: uma mistura de receio e desamparo em meio àquelas centenas de pessoas envolvidas numa espécie de transe, meio pagão, meio místico, estimulado pela música alta que vinha da Praça Roosevelt. Um estupro ou assalto naquele momento poderia tranqüilamente ser confundido pela multidão como parte da excitação da festa, e ignorado sem maiores arrependimentos.

Caminhamos então pelo meio da rua interditada, cercados pelos dois lados por duas fileiras de ônibus de excursão. Um casal de idosos, certamente morador da região (que é bastante residencial) fazia o possível para desviar de alguns jovens adultos e quase desnudos, cambaleantes, que se abraçavam e gritavam, sem se concluir ao certo se o sentimento que procuravam expressar era alegria ou dor reprimida.

Repito aqui o que já foi dito: alguém que fosse raptado naquele local, e carregado para dentro de um daqueles ônibus de excursão, poderia ser morto ou seviciado livremente: seu desespero não seria sequer percebido pela multidão em “estado alterado”.

Espantei-me ainda com uma grande quantidade de adolescentes, garotos e garotas muito jovens entre os participantes, gente de 12, 13 anos no máximo, andando em turmas, fumando e bebendo muito além da conta. E, pelo que pude perceber, a quantidade de “homossexuais reais” entre os milhões bradados pela imprensa é bem menor do que se poderia imaginar: vi muitos casais heterossexuais aproveitando essa espécie de carnaval fora de hora que virou a Parada do Orgulho Gay.

Recordei-me, ainda, de imagens de filmes antigos, do frenesi a que se entregavam, por exemplo, os militantes nazistas queimando livros ou erguendo símbolos de sua devoção obsessiva. Uma excitação cega, não entusiasmada. Os olhares vidrados. Não percebi exatamente onde estaria o “gosto pela diversidade” apregoado pelos militantes. Senti medo, antes de tudo. Não de violência, especificamente, mas daquela celebração em larga da escala do desprezo pelas conseqüências do que se faz e do que vive. Discernir o bem do mal, naquele momento, não parecia fazer sentido algum.

Mas o que mais me chamou a atenção e que será difícil de esquecer foi o cheiro quase insuportável de urina, a rua pública transformada num imenso banheiro, num lixão popular de ilusões e sentimentos perdidos.

Nota: A testemunha desses fatos sabe que os homossexuais se dizem vítimas de muitas injustiças, porém não subestima o poder dos opressores em pele de “vítimas”. Temendo que esse relato verdadeiro, mas desfavorável, a um evento gay atraia a retaliação de homossexuais em seu ambiente de trabalho, o autor desse texto prefere, para sua própria segurança e de sua família, permanecer anônimo. Os homossexuais alegam que são vítimas de todo tipo de preconceito e perseguição, mas tente mostrar ao mundo o que eles fazem… e eles lhe darão uma lição de preconceito e perseguição que você jamais vai esquecer!


sexta-feira, 13 de maio de 2011

CPI quer leis mais duras para combater Tráfico Humano

União de Blogueiros Evangélicos apóia e abraça a causa do combate ao Tráfico Humano. Tráfico este que é, em suas variadas formas e nuances, um dos crimes mais torpes que um ser humano pode cometer, e ao mesmo tempo um dos tipos de crime mais amplamente negligenciados pelas autoridades deste país, em todas as instâncias.
Por isso, é com esperança que saudamos a instalação da CPI do Tráfico Humano e damos repercussão, aqui e em todos os nossos canais, à notícias e informações relacionadas ao tema.

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Antes de ler a notícia abaixo, lhe convido a ler uma outra, já de alguns meses atrás (e portanto anterior à instalação da CPI), que pode lhe por a par de fatos que talvez você ainda desconheça. Eis a notícia (clique para ler): Traficantes de órgãos compram crianças na Amazônia
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Primeiro debate na comissão de inquérito sugere mudanças na legislação penal brasileira para punir criminosos que traficam seres humanos
ISABEL VILAR (*)
BRASÍLIA – A necessidade de mudanças para adequar a legislação brasileira ao Protocolo de Palermo foi uma das principais constatações dos participantes da primeira audiência pública realizada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico Nacional e Internacional de Pessoas, realizada nesta terça-feira (10). As lacunas na legislação, segundo os especialistas, dificultam a punição dos criminosos. 
O Código Penal brasileiro só considera o tráfico de pessoas para fins de exploração sexual. Já o protocolo, que trata da prevenção, repressão e punição do tráfico de pessoas, prevê outros fins, como o trabalho forçado, a escravatura, a servidão e a remoção de órgãos. Os participantes da audiência também relataram casos em que o objetivo era a mendicância, o casamento forçado e a adoção.

Para a coordenadora da ONG paraense Só Direitos, a advogada Andreza Smith, o ideal seria um tipo penal aberto e não um rol taxativo com as modalidades de tráfico de pessoas. 
– A melhor forma é fazer uma denominação mais ampla, porque a gente nunca sabe quais são as novas modalidades de exploração que os traficantes vão elaborar – defendeu. 
A Coordenadora do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de São Paulo, Anália Ribeiro, lembrou que tramita na Câmara, um projeto de lei que busca corrigir essa deficiência da legislação brasileira, além de criar um sistema de políticas públicas para a prevenção e o enfrentamento a esse tipo de crime. 
– Esse projeto de lei cria o sistema e também tipifica o crime nas suas três modalidades: tráfico de pessoas para exploração sexual, trabalho escravo e tráfico de órgãos – explicou. 
O PL 2845/03, do deputado Nelson Pellegrino (PT-BA) e do ex-deputado Orlando Fantazzini, estava parado desde 2009 e foi arquivado em 2011. No dia 16 de fevereiro, a proposta foi desarquivada a pedido de Nelson Pellegrino. De acordo com a relatora da CPI, senadora Marinor Brito (PSOL-PA), a comissão vai pedir à Câmara a inclusão do assunto na pauta. 
– Vamos ao presidente da Câmara dos Deputados, vamos nos reunir com as lideranças partidárias que lá se encontram e pedir, apelar, para que a Câmara coloque na pauta esse assunto de extrema relevância –  informou. 
Vítimas 
De acordo com os relatos, as principais vítimas do tráfico de pessoas são as mulheres em situação de vulnerabilidade social. Apesar da exploração, muitas vezes as vítimas não se reconhecem dessa forma. 
–  As pessoas não denunciam, primeiro, porque não se sentem vítimas. Muitas pessoas traficadas a partir de Belém não ficaram algemadas, não foram trancadas. Elas tinham uma certa liberdade de locomoção, mas estava presas por uma dívida e aí se configura a exploração – explicou Andreza. 
As vítimas que resolvem denunciar muitas vezes sofrem constrangimento, especialmente nas delegacias. Segundo os especialistas ouvidos, há preconceito, especialmente se o trabalho envolve a prostituição, ainda que, para a lei, o crime se configure mesmo que haja consentimento da vítima. 
– Esse não é, infelizmente, o entendimento das autoridades com quem a gente se depara lá no Ceará. Pelo contrário, são pessoas extremamente coniventes, muitas vezes estão envolvidas no turismo sexual e que acabam dificultando, e muito, o enfrentamento ao tráfico de pessoas – denunciou a coordenadora do Escritório de Enfrentamento e Prevenção ao Tráfico de Seres Humanos e Proteção à Vítima do Ceará, Andrea da Silva Costa. 
Segundo a coordenadora do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Bahia, Márcia Leite Prudente, grande parte da população não tem conhecimento sobre esse tipo de crime. Márcia informou que, em seu estado, são realizadas palestras e videoconferências para conscientizar a sociedade, como forma prevenir o tráfico de pessoas. 
Fonte: Agência Amazônia de Notícias -  http://www.agenciaamazonia.com.br

segunda-feira, 21 de março de 2011

Às Margens do Quebar




 Lançamento Oxigênio Books
188 Páginas
Em Breve nas lojas Submarino

Às Margens do Quebar, é um livro para quem anela pela presença de Deus. Nele estão compiladas 54 mensagens Bíblicas fruto de anos de estudo das Escrituras e oração a Deus por revelação e salvação de almas. É para quem deseja milagres, refrigério e comunhão. Deus é a fonte de todo conhecimento contido neste “pequeno grande tesouro” como diz Sammis Reachers na apresentação do livro.

O Rio Quebar foi um canal de irrigação da antiga Mesopotâmia, situado a uma pequena distância do Eufrates. Um lugar terreno, real, mas também pode ser comparado a um lugar espiritual: dias difíceis, de dor, pranto, fazendo desfalecer sonhos, ou mesmo a fé.Às margens do Quebar ouse olhar para o alto e ter visões de Deus, tal qual Ezequiel. Porque Deus está elevado, acima de tudo e todos e Sua vontade é nos fazer vencer. Este livro é um convite: “Enxugue as lágrimas às margens do Rio Quebar”.



A autora: Wilma Rejane edita o blog A Tenda Na Rocha que recebe diariamente cerca de 800 visitas e testemunhos de cura, restauração e conversões. Wilma nasceu em Campina Grande, PB e mora em Teresina-PI, é jornalista, educadora, bacharel em teologia, especialista em Religiões e cursa Filosofia na UFPI. É casada com Franklin e mãe de dois jovens: Joyce e Filipi.

Senado aprova criação de CPI do Tráfico Humano

Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Senado aprovou no dia 16 deste mês a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico Humano, com a leitura do requerimento de criação da CPI para investigar o tráfico nacional e internacional de pessoas no Brasil. A iniciativa recebeu 28 assinaturas de apoio dos senadores.
Se as assinaturas não forem retiradas até a meia noite de hoje, a investigação na Casa deverá durar 120 dias – prazo que pode ser prorrogado.
A autora da CPI, senadora Marinor Brito (P-SOL-PA), lembrou que o Brasil é signatário da Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional e de um protocolo adicional à convenção que trata especificamente da prevenção, repressão e punição do tráfico de pessoas.
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NOTA: A União de Blogueiros Evangélicos saúda a criação desta muito oportuna CPI, e desde já se coloca em apoio a esta causa. Daremos ampla divulgação em nossas mídias de fatos e informações relacionados ao tema.


Aproveitando, desde já recomendamos um excelente blog dedicado a este tema: http://blogdanielaalves.wordpress.com/


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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Orissa, Índia - dois anos depois

Relatório atual da situação dos cristãos indianos em Kandhamal - Orissa

NOTÍCIAS DE NOVEMBRO 2010
Mapa: site do governo indiano
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Fonte anônima da AICC*

Tradução: João Cruzué - http://olharcristao.blogspot.com


ORISSA - 08 de novembro de 2010. O Dr. Krishan Kunar, coletor do distrito (município) de Kandhamal, onde se deu o "epicentro" da grande perseguição de 2008, onde 100 cristãos indianos foram barbaramente assassinados, 5.600 casas incendiadas e 56.000 pessoas expulsas de seus lares, está sob suspeita de liderar um bem orquestrado boicote social e econômico contra cristãos - minoria na comunidade local.


Confrontado com crua realidade o Sr. Kunar voltou a culpar as lideranças da Igreja de serem um estorvo para a paz distrital, provavelmente porque estas lideranças fizeram um requerimento à Suprema Corte da Índia sobre questões de (in)justiça na região.


O boicote econômico contra os cristãos Panos e Kondh em Kandhamal, que primeiro veio à luz no Tribunal Nacional do Povo, dirigido pelo ex-Shah de Nova Dheli em agosto deste ano, continua sendo uma fonte de aborrecimento para a comunidade cristã em Kandhamal, Estado de Orissa.


Um grupo de investigação de quatro bem conhecidos ativistas liderados pelo Advogado, Dr. Nicholas Barla - um líder ativista tribal, foi constituído para investigar as denúncias. São eles: Irmão Marcos - um assistente social, por Jugal Kishore Ranjit, um ativista Dalit pelos direitos humanos e Ajay Kumar Singh outro ativista de direitos humanos.


Eles visitaram o distrito de Kandhamal em 05 de novembro passado (2010) para verificar as alegações de boicote social e econômico contra os cristãos. O grupo esteve em quatro vilas de quatro distritos policiais dos três blocos dos mais violentos do distrito.


Eles fizeram o seguinte relatório:


1 - A despeito das autoridades locais afirmarem que a situação estava dentro da normalidade, o relatório do grupo de investigação apontou um estado de ilegalidade, medo geral e um sentimento de insegurança entre os cristãos perseguidos.


2 - A equipe visitou primeiro a aldeia Gadaguda sob G. Os Udayagiri Distrito Policial, em Tikabali que testemunhou a violência de 30 de outubro de 2008, quase dois meses depois que estourou uma grande violência contra os cristãos. Um casal de idosos com mais de 70 anos foi a machadadas depois queimados em seguida. O grande número de pessoas foram feridas.


3 -Um deles, um soldado do exército, tinha marcas de balas nas mãos e nas coxas. Alguns ainda estão em barracas. A equipe interagiu com pessoas da aldeia de Dakanaju e vilarejos próximos. Eles incluíram o carteiro Sarapanch e um grupo de cristãos afetados. Eles disseram que os cristãos de Dakanaju foram proibidos de tirar água do poço cavado pelo governo.


4 - A equipe então encontrou Gadaguda Sarapanch, Sachindra Pradhan e perguntou se ele estava ciente de tal fato. O Sr. Pradhan disse que não sabia, mas que iria investigar a matéria o mais cedo possível.


5- O grupo dentão se dirigiu para a Aldeia de Bodimunda, sob o Distrito Policial Tikabali. Estacionaram o veículo na beira da estrada e se dirigiram em direção aos prédios residências danificados, com sinais evidentes do ódio e violência anti-cristãos. Depois de chegar à aldeia, os membros do grupo se dirigiram até a casa do pastor, e não havia ninguém na rua em meio as ruínas.


6 - O pastor Binod Pradhan (nome trocado) recebeu a equipe em sua casa e havia grande ansiedade estampada em seu rosto. Sua casa estava intacta. O pastor disse que foi forçado a se reconverter ao Hinduísmo, para salvar sua velha mãe que não teria como escapar da violência, pois já não andava mais.




7 - Dentro de poucos minutos da chegada do grupo, uma pessoa - mais tarde identificado como um militante da RSS (Rashtriya Swayamsevak Sangh) veio procurando obter informações sobre o grupo. O Pastor "Binod" disse que eram funcionários do Banco, junto com um parente seu que trabalhava no banco. Isto foi um sinal para que o grupo de verificação deixasse logo sua casa.


8 - Entretanto, o grupo foi informado do boicote social e econômico imposto sobre os cristãos pela ala direitista da RSS, grupo fundador do Partido Janata Bharatiya, e que haveria multa para qualquer veículo que transportasse cristãos - doentes com com saúde, ou seus pertences, para fora ou para dentro da aldeia.


9 - A equipe quis verificar tais alegações e foi até a casa de um certo Bamadev Pradhan, um cristão tribal. Bamadev estava deitado em um chão e lama e não podia se levantar porque tinha sido acometido de paralisia. Os membros da família disseram ao grupo de investigação que o paralítico estava com muita febre, e eles procuraram um carro de aluguel para levá-lo até um hospital próximo em Tikabali, a 8 km de distância da aldeia.


10 - Ninguém se disponibilizou para transportá-lo; finalmente um cristão que possuía um autorriquishá foi quase forçado a levar o paralítico. Quando ele emprestou seu auto, dali a pouco foi parado e o veículo levado embora por elementos da RSS. O proprietário do autorriquishá recebeu um auto de multa para liberar seu carro no valor de Rs 1,051 ( mil e cinquenta e uma rúpias) sob a condição de não transportar mais nenhum cristão da aldeia


11 - O grupo começou a interagir com os membros da família do paralítico por uns cinco minutos, quando um cristão, morador da aldeia, Jesaya Nayak entrou na casa e aconselhou ao grupo que somente saíssem da casa assim que a situação fosse segura.




12 - O grupo foi até outra casa. Um grupo de cristãos amedrontados tinha se reunido lá para conversar com eles. Eles disseram: Nós estamos em estado de choque. Os que possuíam alguma coisa se mudaram da aldeia e nós os pobres fomos deixados para trás.


13 - O que nos magoa e entristece é administração pública - o BDO e a polícia, que são cupinchas da RSS. Em vez de se tornar sensíveis à nossa situação, esta administração ainda deseja nos privar de nossas amenidades básicas. Eles baniram os autorriquishás locais, o único meio de transporte nesta área para levar os passageiros cristãos.


14 - Nós não temos permissão para trazer suprimentos, nem comida, nem remédios além de sermos proibidos de comprar qualquer coisa nas lojas locais. Não podemos comprar nada para nós. Aqui nós estamos lutando para sobreviver com seres humanos, disseram as vítimas.


15 - O grupo inquiriu se eles tinha ido fazer queixa na polícia, e os cristãos responderam que positivamente eles forram até o Inspetor encarregado da IIC de Tikabali, que lhes disse: "Sendo cristãos, vocês têm mesmo é que sofrer e não existe outra opção".


16 - O grupo quis se encontrar com o proprietário do autorriquishá e outros que tinham sido multados. Um aldeão local juntou-se ao grupo para encontrar com o dono do veículo, que tinha sido multado por transportar o paralítico ao hospital. O dono do autorriquishá, um pastor, disse ao grupo que ele teve que pagar a multa de Rs 1,051 rúpias, a despeito de ter feito queixa na polícia.


17 - O grupo depois se encontrou com Birendra Nayak (nome trocado), que informou aos membros da investigação que tinha pagado Rs 5,000 rúpias para liberar seu trator, por ter transportado material para a construção da casa de um soldado das forças de segurança local, que tinha sido destruída durante a violência contra os cristãos de 2008.


18 - Birendara Nayak prosseguiu e disse "Foi porque a polícia local toma um percentagem (propina) e protege os elementos sociais que governam região. Eu informe a polícia loca, mas nada aconteceu.


19 - Pushpanjali Nayak, a mãe do soldado disse que poderia ser contatada por telefone, disse ao grupo: "Este incidente surpreendeu seu filho que é do exército, que ficou mal e deixou a aldeia desgostoso. Nós estamos vivendo debaixo de barracas de lona de polietileno, como em um curral sem teto e assoalho ou paredes, com pouco dinheiro que temos ou ganhamos, nós não podemos reconstruir nossas casas.


20 - Nós compramos areia, mas a RSS levou embora. Nossa vida aqui é um inferno. Ela continuou soluçando enquanto narrava. O ex-pastor, que disse que abertamente voltaria a praticar sua fé, se a situação voltasse ao normal afirmou "que a areia que o trator trouxe foi levada embora pela RSS para construir o templo (hindu) da aldeia.


21 - Incidentalmente, havia um grupo de 16 policiais estacionados na aldeia e eles foram expectadores mudos desses incidentes. Então o grupo se dirigiu para a aldeia Keredi, no bloco Phulbani até a casa de um cristão. O grupo encontrou uma foto enorme de Krishna (Deus hindu).


22 - Naresh Digal, um ex militar (nome trocado) explicou que ele tinha que viver como um Hindu, pois tinha quatro casas na localidade. O ambiente é completamente hostil e não há apoio da administração pública. Ele continuou e disse que seu vizinho, também um ex-soldado do exército também sofreu um ataque de membros da RSS e sua casa foi destruída.


23 - Ele preencheu uma ocorrência e depois de 8 dias a polícia chegou para averiguar, deixando o local sem nem mesmo ter entrada na casa destruída. As economias deoseu vizinho se foram. O que ele vai ter para investir no futuro da sua família? Qual será o nosso futuro neste lugar se não houver apoio de nenhum lugar? A mulher, que compartilhava sua casa com sua prima se tornou uma freira, disse: " Nós esperamos pelo dia em que poderemos ser livres para praticar a religião de nossa escolha. Não somente antes da alvorada.


24 - O grupo então foi até a aldeia de Gandapadar em Minia Gran Panchayat no bloco Phiringia. Bem no interior. Não era difícil identificar as casas dos cristãos. Uma dona de casa nos deu as boas vindas dentro da casa reformada. O grupo viu uma enorme moldura de "Lord Shiva" pendurada na parede. Quando perguntada sobre a foto, ela mudou seu semblante e tentou explicar que a "RSS tinha nos dado a foto e um Tulsi para o altar de adoração.


25 - Nós os mantemos frequentemente, quando eles voltar para verificar se nós nos reconvertemos do cristianismo. Nós sabemos que nunca podemos deixar nossa fé. Os aldeões também afirmaram que quase todos as casas da aldeia têm duas fotos, uma de Jesus e outra de Shiva. Tarabati Digal explicou que há 10 famílias morando [no mato] fora da aldeia.




* AICC - All India Christian Council



Fonte da Matéria em inglês: AICC