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terça-feira, 13 de julho de 2010

Curso de Tradução BÍblica (módulo Antropologia Cultural e Fenomenologia)

Mais informações, acesse: http://www.mackenzie.br/18421.html  

Ajude-nos a divulgar!
Por conta de um subsídio, a parceria APMT/ALEM/SIL oferece, desta vez, uma oportunidade ÚNICA: bolsa de 50% para os primeiros 20 inscritos, ou seja, dos 210 reais, você só pagará 105 reais, sendo que 50 reais devem ser pagos na inscrição, para efetivar a matrícula. Se você não efetuar o pagamento no dia do vencimento do boleto, você perderá a bolsa. Fique atento à data e se o boleto não chegar ao seu e-mail no mesmo dia da inscrição, envie 1 e-mail para dex@mackenzie.com.br ou ligue para (11) 2114-8190. Faremos o controle das inscrições por ordem de chegada.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

DAVID BOTELHO: Abrindo o coração francamente. De novo!

David e Cleonice Botelho

Queridos amigos,

Nós não estamos conformados com o atual quadro missionário brasileiro, na realidade, estamos indignados. Vocês poderiam perguntar: “por que?” Por favor, leiam abaixo a resposta  para essa pergunta.
No final dos anos 80, havia um crescimento anual de 12.8% no envio de missionários, mas no meio desta década esse crescimento apresentou uma redução drástica para 3.5% ao ano, segundo dados da Sepal. Os resultados dessa redução brusca começam a refletir significativamente na maioria das agências missionárias.
Nas conversas com líderes dessas organizações o que ouvimos de um modo geral é que, nunca na história de missões, as agências missionárias receberam um número tão pequeno de candidatos. Isto leva muitos ao desânimo, pois o custo aumenta muito quando o treinamento é feito com poucos candidatos. Por isto, algumas agências já não fazem treinamento há algum tempo.
Contudo, entendemos que outros líderes que estão à frente de algumas associações acham um exagero, e somos vistos como alarmistas diante desse caos. Ora, o que temos procurado é mostrar apenas a realidade.
Nosso objetivo é trabalharmos juntos para tentar mudar esta realidade que temos diante de nós.
 
Economia brasileira ascendente ainda não é a resposta
Acreditamos piamente que precisamos de profetas para nos despertar e nos levar a amar a obra missionária transcultural, principalmente aos povos menos evangelizados da terra, ou seja, os que nunca ouviram a mensagem das Boas Novas, nem ao menos uma vez. Esta mensagem é o Evangelho do Reino que deverá e será pregado a todas as gentes, como proclamou nosso Senhor Jesus.
Sim, os que nunca ouviram o Evangelho do Reino precisam ouví-lo pelo menos uma vez. Oswald Smith, pastor da Igreja dos Povos em Toronto - Canadá no século passado, cuja igreja sustentava centenas de missionários perguntou e sua pergunta deve ecoar ainda hoje em nossos ouvidos e corações:
“Por que uma pessoa tem o direito de ouvir o Evangelho duas vezes, enquanto outras nunca ouviram sequer uma vez?”.
Como igreja no Brasil não podemos, de maneira nenhuma, nos queixar da falta de recursos financeiros. Em 2002 o salário mínimo correspondia a 75 dólares, e hoje ele corresponde a aproximadamente 280 dólares, um crescimento de 3,7 vezes. Nessa hipótese, proporcionalmente o envio de obreiros aos povos da Janela 10-40 poderia ter aumentado em mais de três vezes.
Em pouco mais de duas décadas o Brasil se tornou uma das maiores economias do mundo e a igreja evangélica cresceu cerca de quatro vezes em tamanho. E o número de missionários enviados?
 
Os pastores e a leitura das Escrituras
A Sociedade Bíblica Ibero-Americana patrocinou uma pesquisa em profundidade durante seis meses, na cidade de São Paulo, com centenas de pastores e líderes evangélicos de várias denominações, que espontaneamente, participaram de entrevistas e responderam a um questionário específico.
Ao final da tabulação dessa pesquisa concluiu-se que 51% destes pastores e líderes ainda não haviam lido totalmente – ao menos uma vez – qualquer versão das Sagradas Escrituras.
Se a maioria dos pastores nunca leu uma vez sequer o manual de ensino, o guia sagrado, como pode entender e amar a obra missionária transcultural?
Como pode compreender a questão do recrutamento, treinamento e envio de missionários?
Como podem entender a importância de sustentar adequadamente aqueles que se prontificam a ir aos lugares mais inóspitos e esquecidos da terra?
Será que conhecem o Evangelho do Reino? Será que percebem que não poderão crer os milhões e milhões que nunca ouviram a Palavra do Senhor?
Compartilhamos olhando os números a nossa frente. São técnicos, racionais, práticos e criteriosos, porém são a “balança” para avaliarmos se estamos alcançando o alvo ou não.
 
É importante acertar o alvo?
O apóstolo Paulo, registrou no capítulo 15, verso 22, do livro de Romanos que entre Jerusalém e Albânia já não tinha mais trabalho para fazer, pois já tinham alcançado toda a região com o Evangelho. Por que? Porque haviam trabalhado arduamente para levar a Palavra do Senhor a todos os seus habitantes.
Isto nos faz lembrar de dois casos práticos:
“O marinheiro que não sabe para onde vai qualquer porto que aportar está bem.”
O outro sobre certo atirador que causava certa admiração aqueles que viam a precisão de seus tiros: todos acertavam o alvo.
Certo admirador quis surpreendê-lo. Levantou bem cedo e foi observar o atirador. E escondido viu que ele atirava nas árvores e depois circundava o local acertado para fazer parecer que havia acertado o alvo.
Quantas vezes agimos da mesma maneira e acreditamos que estamos acertando o alvo!
É que estamos exportando o modelo brasileiro de missões para toda a América Latina usando o exemplo de nossas igrejas e organizações missionárias. Infelizmente, de fato, não estamos alcançando o objetivo de levar as boas novas aos não alcançados, não completamos a tarefa. Exportar o quê? E o que dizer dos missionários enviados que sem treinamento levam apenas a religião cristã para os povos e, por desconhecerem, não pregam o Evangelho do Reino?
 
O desafio brasileiro
Somente no Brasil temos mais de 150 tribos indígenas sem nenhum obreiro.
Como podemos tomar conhecimento disto sem suspirar diante da realidade de que possuímos aproximadamente 300.000 igrejas evangélicas em nossa pátria?  Mais de 99% delas não possui sequer um missionário transcultural. E a esmagadora maioria não sustenta nem sequer um missionário para povo algum.
Somos a terceira maior igreja no mundo!
Convivemos com as notícias de um exemplo clássico brasileiro: o grave problema do infanticídio entre os povos indígenas. E daí? A maioria das igrejas indiferentemente nem perguntam.
Que alegria no meio deste deserto de indiferença poder ouvir pelo menos uma voz que tem se levantado para combater este grande mal.
Marcia Suzuki está à frente da ATINI que produziu o documentário Hakani mesmo tendo sofrido e ainda sofre uma grande oposição de vários políticos liberais que crêem que não se deve mudar tal quadro, porque entendem que infanticídio entre índios é assunto antropológico. Para Deus é assunto que a Cruz de Seu Filho resolveu. Jesus morreu por todos os povos indígenas e eles precisam saber disto. Será que a igreja brasileira não sabe?
Temos que interceder por uma abertura para que estes povos sejam alcançados. A FUNAI não tem permitido a entrada de obreiros. Devemos lembrar que não existem portas fechadas para o Senhor quando oramos especificamente.
Vou repetir: Mais de 99% das igrejas no Brasil não possui um missionário transcultural sequer. E a cada dia deparamo-nos com uma grande e crescente dificuldade de recrutar um missionário transcultural no meio evangélico. Quando um candidato se apresenta, o maior desafio torna-se a obtenção dos recursos, não só para o treinamento apropriado, mas, também, para o envio e acompanhamento no campo. Suas igrejas não se envolvem, e seus líderes apenas lamentam quando, não poucas vezes, perde esse membro, decepcionado pela falta de apoio para seu projeto missionário.
 
Cooperação x Competição
Por outro lado, quando deveríamos ver as agências missionárias se unindo para lutar contra o inimigo comum, temos visto várias agências desesperadas competindo por obreiros e buscando os mesmos em outras organizações que deveriam ser parceiras. Algumas agências denominacionais conservadoras estão buscando obreiros pentecostais treinados devido à grande carência de obreiros preparados.
 
Modismos brasileiros
Como brasileiros apreciamos os modismos tais como: músicas e danças contemplativas, teologia da prosperidade, quebra de maldição hereditária, celebridades gospel e outros movimentos, implantados em nossas igrejas. Estes modismos têm drenado todos os recursos econômicos, tempo e pessoas. Pouquíssimo tem sobrado para a obra missionária. Fato é que infelizmente estes movimentos nunca vêm acompanhados de uma visão de alcançar os menos evangelizados da terra com a Palavra do Senhor. Como poderia se tudo é voltado para nosso próprio conforto, sucesso, riqueza e bem estar?
A realidade pobre é que a média de investimento por crente na obra missionária transcultural é de apenas R$ 1.30 por ano. 
Todas estas tremendas aberrações precisam parar. Precisamos urgentemente de um avivamento missionário que inflame nossas vidas e sopre para longe a apatia, indiferença, comodismo, egoísmo, avareza e incredulidade. Que expulse esta letargia espiritual.
O remanescente precisa se contrapor com uma nova atitude! Como os nobres bereanos que eram pensadores, questionadores, que checavam os ensinos paulinos com as Sagradas Escrituras. Por isto foram elogiados pelo doutor Lucas, escritor de Atos. De fato, foram elogiados pelo próprio Espírito Santo. É preciso analisar pela Palavra se toda esta teologia, prática de igreja, etc realmente confere com as Escrituras. No coração de Deus pulsa alcançar os perdidos em toda a Terra. E que igreja é esta que diz que prega e crê na Palavra, porém não a pratica. Principalmente no que diz respeito a fazer discípulos de todas as nações.
 
Preletores dos Congressos missionários
Há um elitismo quando alguns acadêmicos são os escolhidos para trazerem as reflexões em nossos congressos. Alguns deles são pastores, mas as igrejas que pastoreiam não têm um programa missionário transcultural. Outros chegam a criticar alguns projetos missionários sem ter nenhuma experiência missionária.  São apenas teóricos alienados da realidade missionária.
São poucos os congressos missionários pentecostais que falam dos desafios missionários e grande parte dos preletores não tem idéia dos desafios dos povos muçulmanos, budistas, hindus, tribais e do grande desafio das milhares de línguas que nada têm da Palavra de Deus, além da importância do treinamento específico, da logística e estratégia necessárias e do cuidado missionário.
Convém lembrar que os verdadeiros avivamentos sempre eram acompanhados por uma grande visão missionária.
 
Indiferença de alguns
A indiferença é tão grande que há muitos casos de missionários que compartilham nas igrejas seu trabalho e visão. São levantadas ofertas para o sustento dos missionários e estas não são entregues a eles ou somente uma pequena parte lhes é entregue. Mentira. Furto descarado. Misericórdia, Senhor Jesus!
O mesmo ocorreu no tempo de Neemias quando os quinhões deixaram de ser dado aos obreiros da casa do Senhor e cada um deles fugiu para os seus campos.
Então a voz de Neemias ecoou: - “porque se abandonou a obra de Deus?”.
Como resultado da voz profética do líder, a nação de Israel foi desafiada a trazer de volta os dízimos dos cereais. Então os celeiros se encheram e como resultado os obreiros voltaram para trabalhar na casa do Senhor.
Há um pensamento, quase generalizado, onde se estereotipa o missionário como um “ET” que deve ir para o campo sem o apoio ou a retaguarda. É como o caso de Urias que foi enviado por Davi para o “Front da batalha”. Sim, Davi que estava em pecado! Davi pediu para tirar a retaguarda de Urias e o resultado foi a morte de um inocente.
Se algo não for feito a tempo para levantar os recursos dos obreiros deste século 21 veremos a morte da visão missionária transcultural nesta nação, como tem ocorrido em vários países do hemisfério norte.
Estamos cometendo o pecado da omissão. Não é isto que Tiago disse? Aquele que sabe fazer o bem e não o faz está pecando?
 
Exemplo do remanescente a ser imitado
A Segunda Igreja Batista de Itapeva – Mauá – periferia de São Paulo, com aproximadamente 160 membros investe no sustento de três missionários. Enviou recentemente seis candidatos para o treinamento do Projeto Uniasia, inclusive o próprio filho do pastor.
O coração desse pastor ainda continua apaixonado pelo Senhor e pela extensão de Sua obra até os confins da terra.
Se cada igreja no Brasil enviar somente um obreiro para treinamento para ser enviado aos povos não alcançados iremos ver uma revolução missionária no mundo.
 
O que devemos fazer para reverter à situação?
Algo precisa ser feito. E de um modo diferente conforme disse Einstein: “É loucura esperar resultados diferentes se continuamos fazendo a mesma coisa”.
O que dizer de empresas e negócios que poderão ser levantados para gerarem recursos para a Obra? O que dizer de levantar homens de negócios para abrirem empresas em alguns destes países não alcançados para empregarem missionários brasileiros competentes que possam gerar seu sustento enquanto fazem discípulos nestas nações?
Isto nos faz lembrar da famosa frase de Martin Luther King Jr, pastor batista americano que viveu que nos anos 60 e foi preso mais de 120 vezes. Ele via os negros sofrendo um preconceito racial terrível onde não podiam estudar nas mesmas escolas, andar nos mesmos ônibus, comprarem nas mesmas lojas e freqüentarem os restaurantes dos brancos.
Ele disse: “Esperar que Deus faça tudo enquanto nós não fazemos nada. Isto não é fé é superstição”.
 
Somente unidos poderemos mudar o quadro
Entendemos que é hora de unir as forças. Criar uma sinergia entre as igrejas missionárias e as organizações missionárias.
Há algumas décadas atrás a extinta revista Cruzeiro possuía uma página, sobre a direção de Péricles, onde o personagem era o “Amigo da Onça”.
Nessa página havia um quadro que mostrava dois cavalos no meio de um curral, amarrados um ao outro com uma corda bem curta. Nos cantos havia grama, mas cada um queria comer no seu canto, e eram limitados pelo tamanho da corda.
No quadro seguinte mostrava os dois lado a lado comendo juntos num dos cantos e no último quadro, também lado a lado, os dois comendo no outro canto.
A moral da história é que a unidade permite que ambos possam comer.
Associamos isto com o quadro atual. Devemos nos unir para mobilizar, recrutar, treinar, enviar, sustentar e acompanhar o remanescente. Juntos podemos despertar os que estão inertes, omissos e indiferentes a causa de alcançar os esquecidos e negligenciados pela igreja no mundo.
O Senhor nos entregou a tarefa de fazer discípulos de todos os povos. Desde o momento que Ele disse isto já se passaram dois milênios. E muita terra ainda há para se conquistar.
 
O grande desafio global:
- Há 24.000 povos no mundo e ainda faltam 6800 para serem alcançados.
- Há 6.909 línguas no mundo e 2.432 delas não têm nem uma porção da Bíblia.
- 85.000 pessoas morrem a cada dia sem nunca terem ouvido nada de Cristo.
- 500 milhões de chineses  nunca ouviram nem o nome de Cristo.
- Das 600 mil cidades e vilas da Índia 500 mil delas não possui sequer um obreiro cristão.
- Há somente um missionário para atender a 380 mil muçulmanos.
 
A oração específica pode mudar o quadro
É claro que a resposta está na oração por obreiros para os povos não alcançados e pelas nações, pois Ele é o dono dos obreiros e das nações.
A Bíblia nos ensina a rogar ao Senhor da Seara por obreiros e a pedir nações por herança.
Temos orado por homens. Entre os não alcançados há duas mulheres missionárias para um homem missionário. É cômico pensar que os homens possam estar orando assim: - Eis me aqui, envia minha irmã.
Somente um grande avivamento espiritual e uma volta a Palavra de Deus é que fará com que pastores e igrejas peguem a visão missionária mundial.
Nós temos produzido literatura e vídeos para municiar os intercessores a orar com sabedoria por obreiros, recursos e oração para os lugares menos alcançados da terra. Acabamos de disponibilizar cinco documentários de muçulmanos que tiveram sonhos e visões com Jesus e se converteram. Eles não só encorajam os crentes, mas também são usados para evangelizar, pois ao final de cada documentário há um convite para tomar uma decisão ao lado de Cristo – ver o site: www.agoraleia.com
 
O nosso desafio vem da Ásia
No final de 2008 recebemos um desafio no Congresso Brasileiro de Missões realizado em Águas de Lindóia. Ao orarmos sobre este desafio entendemos que era clamor vindo do Senhor. Respondemos com o “sim” para levantar em 2.010 um contingente de 120 jovens para serem treinados para a Ásia.
Avaliando a atual realidade brasileira e para alcançarmos o objetivo do projeto Uniasia, nos prontificamos a receber os candidatos com apenas um terço do sustento necessário. Para cobrir os dois terços restantes, nos comprometemos a levantar juntos esses recursos em mobilizações. 
Louvamos a Deus pela parceria ampla que foi feita com um grupo da Ásia. É uma região com a maior população do planeta, com a maioria dos povos menos alcançados pelo Evangelho, com a maior quantidade de línguas sem sequer um versículo da Bíblia traduzido. É o centro dos três maiores blocos religiosos, depois do cristianismo: islamismo, budismo e hinduísmo.
No final do ano passado, enviamos para aquela região a equipe de logística e estratégia, composta de oito pessoas... Um pequeno, mas decisivo começo.
Neste início de ano recebemos 40 jovens de diversos estados e denominações diferentes. Alguns deles com cursos universitários e cursos bíblicos: um deles com curso bíblico, cursando o quinto semestre de direito, o quarto semestre de pedagogia, além de que tinha um emprego - primeiro lugar no concurso nacional do IBGE. Ele viu neste projeto uma oportunidade para ser um tradutor bíblico.
Ainda continuamos mobilizando arduamente em diversos estados brasileiros para levantar mais obreiros para a Ásia...
Recebemos os candidatos com um Salário Mínimo (R$ 510,00) mensalmente e estamos trabalhando juntos com os candidatos, pastores e internacionalmente, para levantar os outros dois salários durante o treinamento.
O projeto é de sete anos. Os candidatos passam dois anos na América Latina e país de língua inglesa. Os cinco anos restantes em universidades da Ásia.
O Uniasia proporcionará ao candidato a oportunidade de ter uma formação bíblica, Missiológica, transcultural, além de formação universitária no exterior e aprendizado da língua inglesa, espanhola e de uma língua asiática e a graduação universitária na Ásia.
Queremos convidá-lo agora para se unir conosco e ajudar a mudar este quadro nacional e global,  na esperança de vermos o nome de Jesus ser conhecido, enaltecido, glorificado e adorado entre todos os povos, línguas, raças e tribos da terra.
Clamando por misericórdia, sabedoria e Graça do Senhor para fazer a vontade do Mestre.

David e Cleonice Botelho

Horizontes América Latina
Diretor
Para investir no Projeto Uniásia: Missão Horizontes - Bradesco: Agência 1020 e Conta 3111-9
Convite:
Neste final de Junho e Julho vamos ter vários professores de várias universidades do exterior vindo a Monte Verde para ministrarem seis matérias: Apologética Cristã para o Islã; Fundar Igrejas em Contexto Islâmico; Quem é Alá; Ministério aos Muçulmanos e Seus Desafios,e abrimos para interessados.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Seminário: Igrejas em Ação Missionária

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Seminário: Igrejas em Ação Missionária

O seminário “Igrejas em ação missionária” é para pastores e líderes em missões que desejam capacitar e envolver sua igreja na obra missionária. Este seminário de oito horas (de um dia) é interativo com exercícios e discussão para cada participante elaborar um plano de ação segundo a necessidade de sua igreja. O seminário está agendado para diferentes regiões e cidades de São Paulo para facilitar a participação de várias igrejas e grupos interessados em material para mobilização missionária. Se recomenda a participação de duas pessoas de cada igreja presente. O treinamento é baseado em material organizado por Douglas Lamp da Missão Sepal com a participação de outros missionários e líderes em missões durante as quatro sessões do seminário. Ao final do seminário, cada participante receberá o manual e matérias eletrônicas para reproduzir o treinamento em sua própria igreja. Um custo de R$ 20 do treinamento inclui um manual do seminário, um CD com o texto e powerpoints das sessões e coffeebreak durante o evento. A seguir é uma lista das datas e locais dos próximos treinamentos.

Informação: Eventos Sepal (11) 2137-2544 (Edna) Miss.Douglas Lamp (11) 5972-5259,
Pr. Geraldo Santos 3498-6738. Email: douglas@sepal.org.br (www.sepal.org.br/eventos)

Data – 13 março
Cidade – São Bernardo de Campo-SP **
Local – Igreja Batista, Borda do Campo (Rua Imperatriz Leopoldinha 696, SBC-SP)
Data – 27 março

Cidade – Interlagos-SP **
Local – Igreja Evangélica Menonita de Interlagos-SP (R Coronel Juliano, 205, Interlagos –São Paulo – SP)
Data – 17 abril
Cidade – Jabaquara-SP
Local – Igreja Cristã Evangélica do Jabaquara Rua Maracá 536, Vila Guarani-SP
Data – 24 abril
Cidade – Recife-PE (em parceria com o ExpoMissões)
Local – Seminário Teológico Pentecostal do Nordeste (Rua Mal Deodoro, 112 , Bairro Encruzilhada, Recife- PE)
Data – 15 maio
Cidade – Praia Grande, SP
Local – Igreja Cristã Evangélica de Praia Grande-SP (Rua Jundiai 119, Praia Grande 11701250, SP)
Data – 05 junho
Cidade – Mauá-SP ** sujeito a confirmação

As quatro sessões do seminário incluem:
1) Enxergando o mundo atual como campo missionário – Ato 1.8 como modelo de expansão missionária
2) Compreendendo a missão de Deus na Palavra – A Bíblia relata o cuidado e atuação do Deus missionário
3) Identificando as estratégias e participantes em missões – Jesus é o modelo para missões, através de pessoas, igrejas e agencias chamadas
4) A personalização de envolvimento missionário – Missões se tornam real quando temos um plano de ação e envolvimento pessoal

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cambridge Seven

Sete amigos universitários transformam a Inglaterra, a China e o mundo em seis semanas.
por André Filipe, Aefe!

“Nunca antes na história das missões um grupo tão singular seguiu para o trabalho no campo estrangeiro”, foi a notícia que correu a Inglaterra em fevereiro de 1885: os sete estudantes de Cambridge estavam seguindo adiante para a missão na China, deixando atrás de si uma multidão de universitários em chamas.

O reavivamento:

Neste fim do século 19, a Inglaterra estava cheia de gente que se chama cristã, mas a poucos deles poderíamos chamar assim. Stanley Smith era um desses jovens que só se chamavam cristãos, assim como os outros seis, mas que foram tremendamente impactados pelo passeio do Espírito por aquelas paragens.
Em 1879, quando Stanley entrou em Cambridge, já tinha entregado sua vida verdadeiramente a Cristo em umas das pregações de Dwight Moody, um dos maiores evangelistas leigos americanos da passagem do século, que estava fazendo algumas cruzadas evangelísticas pela Inglaterra. Stanley e seu amigo inseparável desde seu antigo colégio, Montangue Beauchamp (Monty), eram excelentes esportistas do time de remo da Universidade. O esporte, por isso, tomou lugar nas preferências dos jovens. Cristo só veio a fazer diferença novamente quando Stanley passou a participar do Daily Prayer Meeting, na faculdade, uma espécie de ABU inglesa, e o remo deixou novamente de ser preferência na vida do estudante.
Embora Monty se dissesse cristão, Stanley gostaria que o amigo passasse por aquela transformação que tinha passado ao participar dos grupos de oração. Stanley comprometeu-se a orar 15 minutos por dia pela vida do amigo, que se entregou a Cristo verdadeiramente em outubro de 1881. Curiosamente, a família de Monty era amiga e patrocinadora do grande missionário para a China, Hudson Taylor.
O irmão de Dixon Hoste também era jogador de Remo na mesma Universidade e muito amigo de Stanley. Ambos oravam pela vida dele, pois ainda não havia se convertido. O jovem Hoste tinha uma patente de oficial de artilharia do exército real britânico. No inverno de 1882, Stanley levou Dixon Hoste a uma das cruzadas de Moody. Ele foi insistente, pois o jovem Hoste não queria ir. Na última noite, ele rendeu-se e foi à pregação do americano. Lá, ele entregou sua vida a Cristo e decidiu largar o posto militar para ser um missionário.
William Cassels estudava para ser pastor e era jogador do mesmo time de Stanley. Quando ele passou a freqüentar os grupos de oração, Cassels e ele aproximaram-se mais e oravam juntos no Campus.
Os irmãos Arthur e Cecil Phollil-Thurner eram jogadores fora de série de cricket, um jogo que não é muito conhecido por aqui, mas que na época, na Inglaterra, era muito popular. O irmão de Charles Studd, amigo de Stanley e freqüentador do grupo de oração, convidou Arthur para assistir a uma pregação de Moody. Arthur converteu-se a Cristo naquele dia, e empenhou-se em levar o irmão Cecil a Cristo. Fez o irmão prometer que leria pelo menos dois versículos da Bíblia por dia. Cecil cumpriu e não resistiu à força da oração do irmão e da Palavra de Deus.
Charles Thomas Studd (C.T), foi o mais notável missionário do grupo e certamente sua historia merece um texto a parte. Mas não somente como missionário, já em Cambridge, antes mesmo de se converter, C.T destacou-se, apesar de seu corpo não muito atlético, no jogo de crícket, tornando-se não só o melhor jogador da Universidade, mas foi considerado o maior jogador da Inglaterra. C.T era o Kaká da Inglaterra! No entanto, embora C.T tenha participado das reuniões de oração no seu colegial, na Universidade tinha deixado de participar. Em novembro de 1883, no entanto, seu irmão caiu em grave doença e caminhava para a morte. Quase tão famoso quanto ele, Studd percebeu que, diante da morte, fama e prestígio não valiam de nada. Impactado por aquela doença do irmão, foi ouvir uma pregação de Moody e entregou sua vida a Cristo.

Após estas conversões, estes estudantes testemunharam sua história diante de seus conhecidos, e sua fama, carisma e talento causou um tremendo impacto na Universidade. Stanley e Monty montaram um grupo de estudo bíblico com o time de remo e oravam pela conversão de todos. Dixon, deixando o exército, falou de Jesus a todos os seus parentes. William tornou-se pastor de uma igreja local, Arthur foi para um seminário e C.T, através de sua fama, falou sobre Jesus Cristo a muitos jogadores.

O comissionamento:

Monty também tinha se tornado um seminarista e estava muito próximo de Arthur, por isso oravam e estudavam a Bíblia juntos. Arthur foi o primeiro a ouvir de Deus um chamado para a China. Em 1883, Stanley, Monty e Arthur formavam o protótipo do Cambridge Seven, pregando e falando de missões pela Universidade.
Dixon, já se preparando para o trabalho missionário, foi o segundo a ser chamado por Deus para ir à China. Stanley foi o terceiro, ao entrar em contato pessoalmente com Hudson Taylor, o famoso missionário fundador da Missão para o Interior da China.
O jovem Stanley, o mais persuasivo e entusiasta do grupo, foi procurar William, que se preparava para o trabalho missionário na África. O carisma do amigo foi tão forte que William decidiu também ser um missionário para a China.
Em setembro de 1884, Stanley, Dixon e William foram até a missão de Hudson Taylor para se candidatarem oficialmente como missionários.
Em novembro deste mesmo ano, Stanley convidou C.T para uma pregação de um missionário que retornava da China. O jovem jogador de crícket foi confrontado com o desafio de ser enviado ao país como missionário, aceitando-o prontamente.
Monty, no entanto, que havia ajudado Stanley a convencer C.T, e que participava de tudo sem muito envolvimento, foi profundamente tocado pelo envolvimento de C.T, e por isso, também se candidatou à missão.
Por causa da decisão de C.T., a viagem dos 3, agora 5, foi postergada, já nos propósitos de Deus. Enquanto isso, Stanley, C.T, Monty, William e Hoste testemunhavam sua decisão aos colegas na Universidade, e desta forma, impactavam os estudantes de Cambridge. Certa vez, junto a Hudson Taylor, os 5 deram vários testemunhos na Universidade, e ao fazerem um apelo, somente um estudante atendeu: Arthur Phollil-Thurner.
Cecil Phollil-Thurner, neste tempo, já estava por demais constrangido, por ele mesmo ter sido um dos que tinha encorajado C.T ao trabalho missionário, ele mesmo ainda não havia se comprometido. Em janeiro de 1885, os irmãos Turner vão juntos até Hudson Taylor e oferecerem-se para o trabalho na China.
Agora, a Missão para o Interior da China possuía sete jovens candidatos que deveriam divulgar seu trabalho pela Inglaterra e pela Escócia. Nas seis semanas seguintes que antecederam a viagem, os sete visitaram muitas cidades e Universidades, onde impactavam por onde passavam a vida de estudantes. Foi neste período que ganharam o apelido de Cambridge Seven.
“Nunca antes na história das missões um grupo tão singular seguiu para o trabalho no campo estrangeiro”, foi a notícia que correu a Inglaterra em fevereiro de 1885: os sete estudantes de Cambridge estavam seguindo adiante para a missão na China, deixando atrás de si uma multidão de universitários em chamas. Em 18 de março de 1885, o grupo inusitado chega em Shangai.

O impacto entre os estudantes da Inglaterra, Escócia e Estados Unidos:

Todos os sete, especialmente C.T, eram jovens muito ricos da Inglaterra. Calcula-se que C.T. tenha herdado cerca de meio milhão de dólares atuais. Além disso, eram extremamente talentosos e inteligentes. Muitos em sua época consideraram o ato um grande desperdício de talentos. Porém, maior que o impacto que estes jovens causaram na China, foi o seu testemunho entre os estudantes. O folheto com seus testemunhos, “The Evangelisation of the World: The Cambridge Seven” se tornou um Best seller nas universidades e chegou às mãos da Rainha Vitória. A Missão Para o Interior da China, em 1885, ano que os jovens fizeram o trabalho, recebeu 168 novos missionários, passando para 800 em 1900, representando um terço da força missionária da Inglaterra.
O folheto e a história do grupo chegou aos EUA influenciando muitos estudantes, especialmente Robert Wilder, que foi um dos estudantes a liderar o maior avivamento estudantil que ergueu a mais impactante onda missionária da história cristã, o Movimento de Estudantes Voluntários.

Fonte:
TUCKER, Ruth A. Até os confins da terra. Vida Nova, SP.
WINTER, Ralph D. e HAWTHORNE, Steven C. Missões Transculturais: um perspective histórica.
WONG, Anthony B. The Cambridge Seven. Link: http://www.wholesomewords.org/missions/mscambridge7.html
Wikipédia inglesa.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Traduzindo a Palavra, transformando o Planeta - 2a Confrencia de Traducao da Biblia

Traduzindo a Palavra, Transformando o Planeta - 2° Conferência de Tradução da Bíblia

Para mais informacoes, clique na imagem.

2a Conferência de tradução da Bíblia
Traduzindo a Palavra, Transformando o Planeta
Dia 21/11
Das 10:00 às 18:00 horas
Auditório da Sociedade Bíblica do Brasil - São Paulo

Para maiores informações, visite: http://alumi.org.br/tb/

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Curso de Lingüística e Missiologia – Uma Contribuição do Povo de Deus

*
Ao contrário do que possa parecer, as ciências não começaram a se desenvolver em ambiente secular, mas em espaços religiosos. Os estudos sociais, atualmente tão hostis à iniciativa missionária, foram resultados dos relatos dos primeiros missionários transculturais ao redor do mundo.
Em termos da Lingüística no Brasil, os missionários também tiveram sua participação, mesmo não sendo seus iniciadores. O fundador dessa disciplina entre nós foi Joaquim Mattoso Câmara Jr., que, a partir de 1948, principiou cursos sistemáticos de Lingüística na Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro. Apenas em 1960, têm-se notícias de curso semelhante no país, oferecido na Universidade do Paraná.
Em 1956, a Associção Internacional de Lingüística SIL Brasil, composta por missionários evangélicos, veio trabalhar no Brasil e, junto com Mattoso Câmara Jr., incrementou a disciplina Lingüística no país. Em dezembro de 1962, a Lingüística passou a ser obrigatória nos programas de Letras.
Daí um ínclito professor, sem dúvida o maior conhecedor brasileiro de línguas ameríndias, expressou que a Lingüística no Brasil podia ser dividida em dois momentos: antes e depois da chegada da SIL. De fato, alguns membros da SIL estiveram entre os primeiros professores de Lingüística em algumas universidades nacionais, como John Taylor, Loraine Bridgeman, Ivan Lowe e Carl Harrison.
Apesar da forte ligação com instituições acadêmicas, já em 1958, através de Ursula Wieseman, a SIL ofereceu um primeiro curso de Lingüística para missionários, no Instituto Peniel, da Missão Novas Tribos do Brasil. Entre os alunos estavam o Pr. Rinaldo de Mattos, um dos principais fundadores da ALEM, e Pr. Gunter Carlos Kruger, da Junta Missionária da Convenção Batista Brasileira e tradutor do Novo Testamento Xerente.
Em 1973, a SIL passou a ministrar regularmente o Curso de Metodologia Lingüística (CML), até o ano de 1982 – quando anunciou que cessaria suas atividades docentes por motivos diversos, incluindo falta de convênio com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
Foi aí que a ALEM, em 1982, foi organizada, tendo como um de seus objetivos centrais a continuação do curso, então, oferecido pela SIL. A fim de caracterizá-lo como evangélico, mudou-se seu título de CML para CLM: Curso de Lingüística e Missiologia. Dessa forma, desde 1983, portanto há um quarto de século, a ALEM, ainda com a participação ativa da SIL, vem ofertando o CLM a missionários, lingüistas, indigenistas, pedagogos, estudandes em geral, pessoas de origem nacional e internacional, de diferentes credos, raça, cor e religião. Discentes de graduação, mestrado e doutorado, por razões diversificadas, fizeram igualmente o CLM. Além disso, alguns indígenas também estudaram ou estão estudando no CLM.
Assim, a contribuição que Deus tem permitido o CLM dar aos que desenvolvem atividades transculturais ao redor do mundo, ou mesmo entre sua própria etnia, é incomensurável. “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão”. (1 Co 15.58)

Isaac Costa de Souza
(Professor do CML/CLM desde 1981)
De: “ALEM em notícias, Junho 2008”

Fonte: Missão ALEM - http://www.missaoalem.org.br

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Missionários S/A


Como ficar milionário investindo em missões

André Filipe, Aefe!


O bebabá que eu conheço sobre investimentos em ações é mais ou menos assim: existem dois tipos de empresas, as limitadas (Ltda) e as sociedades anônimas (S/A). As empresas limitadas são aquelas com número fixo de sócios, normalmente uma empresa familiar. Uma S/A é a empresa que abriu para que outras pessoas possam tornar-se sócias dela, e assim investirem financeiramente na empresa. Quando o investidor torna-se sócio de determinada empresa, comprando uma porcentagem em ações, ele certamente deverá torcer para que aquela empresa cresça e se desenvolva cada dia mais, pois quanto mais aquela empresa crescer, mais rico ficará o investidor.

Brincando um pouco, penso que o missionário é aquela empresa que deixou de ser limitada para tornar-se uma S/A, aguardando investimentos de fora para que possa desempenhar seu projeto para Deus. Se uma empresa quebrar, coisa nada incomum nos dias de hoje, os acionistas perdem tudo o que investiram, por outro lado, quando um servo de Deus investe financeiramente em um missionário, neste momento ele já conquistou um título de ação com Deus (também chamado de galardão) que nenhuma crise econômica poderá tirá-lo.

Não vejo nenhum problema em uma pessoa investir dinheiro em outra para ganhar galardão com Deus, pelo contrário, creio que esta é a melhor motivação. Paulo, ao agradecer a igreja de Filipo pelo auxílio em suas necessidades, refere-se assim a ela:
" Não que eu esteja procurando ofertas, mas o que pode ser creditado na conta de vocês (...) Estou amplamente suprido, agora que recebi de Epafrodito os donativos que vocês enviaram. São uma oferta de aroma agradável, suave, um sacrifício aceitável a Deus" - Fp. 4.17-18.

Além do mais, quando um investidor escolhe uma empresa, ele busca as empresas mais estáveis, ou as mais ricas, ou aquelas em que ele aposta que irá crescer. Ele aposta nos indivíduos da empresa e no "clima" do mercado e do mundo. Ele torce para que a empresa cresça, ele estuda e observa a situação mundial para saber se está favorável ou não. Já com o investidor em ações eternas (também conhecido como boas obras) é um pouco diferente.

Ele não precisa escolher o missionário pela sua capacidade, pois Deus transforma galhos secos em árvore frutífera, e não escolhe o campo mais fácil, aquele que dará mais frutos, deixando de lado aquele campo em que dificilmente será erguida uma igreja, pois Deus, quando não abre o mar, faz andar sobre as águas, como já diz a música. Por isso, o investidor deve torcer pelo missionário (também conhecido como orar incessantemente, escrever cartas, pastorear, envolver outras pessoas no projeto), pois isso não somente trará sucesso ao missionário e ao projeto, mas elevará as suas ações às alturas.

E aqueles 5 talentos entregues a você serão finalmente transformados em 1o talentos, que você depositará aos pés de Jesus, seguido do mais confortante dos abraços e do mais desejado dos mimos:
" Muito bem, servo bom e fiel; fostes fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor" - Mt. 25.21.

domingo, 14 de junho de 2009

Carta ao jovem vocacionado

"Talvez você seja um jovem vocacionado. Talvez você sinta o seu coração arder ao falar em missões, talvez você esteja numa Universidade e queira dedicar a sua vida e seus estudos para a causa do Reino. Você também pode ser um profissional e sinta que Deus o quer em outra direção, ou mesmo, talvez você seja um músico que queira dedicar seu talento para levar a igreja à adoração através de novos cânticos autorais. Se você ouve em seu coração o “segue-me” de Jesus, mas se encontra perdido, sem saber para onde ir, estas palavras são para você."
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