quarta-feira, 31 de maio de 2017
Dá-te e imita a Deus
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Buscando sua vida perante Cristo
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
No meio do tsunami e orando no guarda roupas
Wilma Rejane
O guarda roupa
Li uma história sobre um cristão que enfrentou o Tsunami na Indonésia no ano de 2004, vejam o relato:
"Senhor, Tu és soberano, o que são os seus planos para mim, que assim seja."
Tsunamis espirituais
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
A dignidade do evangelho no trabalho - Ef.4.28
Willie Sutton foi um lendário assaltante a banco dos EUA, a quem um dia perguntaram: “Por que você rouba bancos?”, e reza a lenda que ele respondeu: “Porque é lá que está o dinheiro”. Os meios inescrupulosos de acumular dinheiro são apenas algumas das características do velho homem, descritas pelo apóstolo Paulo. Agora, ele nos mostra três profundas sentenças sobre a dignidade do evangelho no trabalho, a contrapartida do roubo para aqueles que foram alcançados pela graça.
A primeira sentença nos ordena a abraçar a justiça. Ela diz: “O que furtava não furte mais”. Me parece que há uma parcela de evangélicos que não entendeu isso. Quantos têm trazido vergonha ao evangelho, sendo constrangidos em roubos! Todavia, indo para além do roubo criminal, o “não furtes mais”, que é um eco dos dez mandamentos, aponta para uma justiça que nos leva a não trabalharmos aquém de nossas forças, roubando nossos chefes. Ou, por outro lado, não pagar um salário indigno, roubando nossos funcionários.
A segunda sentença nos ordena a abraçar a produtividade: “antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos”. A solução para o roubo é o trabalho. Mas o apóstolo vai além. O trabalho também possui um aspecto positivo, devemos fazer “algo de útil com as mãos”. O nosso trabalho deve produzir coisas boas para o mundo. Temos que ter consciência do fruto do nosso trabalho sem estarmos alienados, pois o trabalho não é apenas a solução para o roubo ou para o sustento pessoal, mas é também o meio pelo qual o Senhor providencia coisas boas para o mundo através do seu povo.
A terceira sentença vai ainda mais profundo no propósito social do trabalho: “para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade”. O trabalho do cristão não é apenas a contrapartida para o roubo, nem tem apenas como propósito a produção de coisas boas para a sociedade, mas é a solução para a pobreza daqueles que não tiveram a mesma oportunidade. Ou seja, o que ganhamos com o nosso trabalho não é para acúmulo de capital ou construção de um reino pessoal, mas para o auxílio circunstancial do próximo. Quando o evangelho nos transforma, nós abandonamos o consumismo materialista e abraçamos a generosidade.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
O orvalho do Hermon - Salmo 133
Wilma Rejane
Visitantes acampados ao pé do Hermon, relatam que suas barracas foram molhadas pelo orvalho durante à noite, como se houvesse chovido: “Fomos suficientemente instruídos sobre o Salmo de Davi “.
Meditando no orvalho...
O orvalho é a Palavra de Deus no coração dos homens, Ela tem poder de transformar e produzir frutos dignos e abençoadores. Há um verso Bíblico que diz: "Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca.Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva." Deuteronômio 32:1-2
Que em momentos críticos de nossa convivência, possamos recordar esse Salmo para agirmos sob a direção do Espírito Santo, gotejando o orvalho sobre os corações, proporcionando vida abundante como as águas do Jordão que nascem do orvalho do Hermon. Não foi nesse Rio que João Batista anunciou a vinda do Messias? Ali ele ordenou benção realizando o batismo do novo nascimento para vida Eterna.
Deus o abençoe.
Fonte fotos do Hermon e
Geografia
domingo, 8 de junho de 2014
o legado de Zadoque
Wilma Rejane
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Guarde a espada, Pedro!

"Simão Pedro, que trazia uma espada, tirou-a e feriu o servo do sumo sacerdote,, decepando-lhe a orelha direita. (...) Jesus, porém, ordenou a Pedro: "guarde a espada! Acaso não haverei de beber o cálice que o Pai me deu" - Jo.18.10-11.
A gente precisa reconhecer a coragem de Pedro. Não seria qualquer discípulo que, diante de uma escolta de no mínimo 200 soldados romanos e da polícia do Sinédrio, todos fortemente armados, além dos principais membros do Sinédrio prontos para prenderem Jesus, se arremeteria contra o pobre Malco com uma peixeira simples. Pedro se viu encorajado pela autoridade de Cristo que, ao se revelar aos soldados, fez com que toda a milícia romana caísse por terra (Jo.18.6), no Getsêmani. Foi então que Pedro pensou rapidamente: É agora! O Reino do Messias será estabelecido ao dominarmos este esquadrão romano!
A gente precisa entender a mente de Pedro. Os heróis de Pedro eram guerreiros conquistadores como Josué, Sansão, Davi. Pedro ainda não havia entendido que a dispensação dos tempos estava mudando. Pedro cria que, sendo um soldado deste rei, seria como um valente de Davi. Mas Jesus, amorosamente, diz: Pedro, "guarde a espada"! E Ele poderia ter continuado dizendo: "Meu reino não é deste mundo (...) o meu reino não é daqui" (Jo.18.36), por isso, Pedro, guarde a espada! De fato haverá uma grande e terrível batalha, muito mais profunda que esta conquista política contra um destacamento romano. Mas nessa batalha, Pedro, eu vou sozinho. Deste cálice eu beberei sozinho! Mas Pedro, você também participará desta batalha sim: você será um valente de Jesus, mas de um outro tipo de Reino. Você não lutará contra soldados romanos, mas contra principados e potestades; você não lutará com espada, mas com a Palavra de Deus; não será por força nem por violência, mas pelo poder de Deus. Mas isso não será agora, Pedro. Primeiro eu preciso vencer esta guerra para vocês, "acaso não haverei de beber o cálice que o Pai me deu?" (Jo.18.11). Por isso, guarde a espada, Pedro!
Jesus, amorosamente, corrigirá as feridas causadas pelas ousadias confusas de Pedro, curando a orelha de Malco (Lc.22.51), e finalmente, beberá o cálice preparado para Ele, e vencerá a guerra, e será Rei do seu povo. Futuramente, Pedro entenderá que os tempos mudaram. Será sim um valente de Jesus, e não conquistará territórios, mas corações, e não pela espada, mas pela Palavra de Deus. Guardará a espada e dependerá completamente do poder do Espírito de Deus!
Sempre que, sedentos por um zelo insensato e desejoso de conquistar para Deus por esforço próprio, lembre-se das palavras de Jesus: "guarde a espada, Pedro!"; sempre que a ira insensata tomar nosso coração e nos remetermos contra os ímpios pela força e pela violência, ouça: "guarde a espada"; sempre que o desânimo tomar conta do coração e você se esquecer que o Senhor reina e que a batalha é dEle, lembre-se, guarde a espada, Pedro! Deposite toda a sua confiança no Rei dos reis, no Senhor dos exércitos, viva pelo poder de Deus e arme-se pelo Santo Espírito. Então, guarde a espada!
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Saudades de quê?
Wilma Rejane
Saudade é um sentimento comum em nossas vidas. Quem algum dia, nunca sentiu saudade? Cientistas relacionam o fato ao cérebro, por ser ele capaz de imprimir imagens familiares, sons, cheiros... Tudo isto é reunido em uma espécie de “caderno mental”. Estas informações circulam em nossa mente, provocando sensações que chamamos de saudade que é biológica e também emocional. Acontece quando estamos distantes de casa, de pessoas que amamos, quando por algum motivo apenas nos é permitido recordar.
Amor e ausência são pais da saudade. A saudade nos faz refletir e, sobretudo, sentir com mais vigor, presença e intensidade. O autor Nelci Silvério, sobre a saudade comenta: " Toda saudade é amor, e amar é conhecer alguém ou algo. Ninguém tem saudades do que não ama e ninguém ama o que não conhece".
Sobre a essência inflamada da saudade, podemos ainda enunciar os seguintes paradoxos: é um mal de que se gosta, e um bem que se padece. Saudade não necessariamente diz respeito a coisas que se perderam, pois também há saudade de bens que não foram ainda possuídos, de pessoas e coisas que permanecem sendo esperados, a vontade de estar próximo nesses casos, também é saudade.
Chorar de Saudade
Um recente artigo, divulgado pelo jornal CNN aponta que as universidades americanas estão lotadas de jovens saudosos de suas casas e de tudo o mais que deixaram para trás, ao partirem ao encontro do sonho de concluir os estudos e terem uma carreira estável. Os entrevistados descreveram com detalhes as lembranças que circulavam em suas memórias:
![]() | |||||
Curando a dor da Saudade
![]() |
Saudade na Era da internet
Mas a era da tecnologia, também provoca um paradoxo: une e separa. O uso exagerado da tecnologia, pode provocar um esvaziamento das relações, ansiedade e alienação dos laços amorosos. Não se colhem lágrimas, nem abraços, nem afetos em uma comunicação unicamente virtual. É preciso se aconchegar no outro, chorar e sorrir juntos, sentir os níveis de intensidade da voz e do olhar. Perceber os gestos, enfim amar de tão forma que se provoque saudade de amar sempre, mesmo juntos.
E Paulo sentiu saudades...
Deus te abençoe.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Refutando Nietzsche: Bendito Deus que dança!
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
A Síndrome de Procusto
![]() | |
| A inquietude da alma dos gregos lhes dizia haver bem mais entre céu e terra... |
Wilma Rejane
Agora sim, Procusto entra em cena
Distante do Evangelho se vive esse mito de Procusto, um homem que tinha suas razões para agir de forma tão incomum, mas seus hóspedes eram presas, vitimas de sua maldade. E os hóspedes na cama eram obrigados a se tornarem idênticos a Procusto. E não seria essa a essência do diabo? Ele convida, encanta, engana, mente e faz com que seus hóspedes deitem em sua cama, assumam uma identidade que não lhes pertence, pois Deus os criou para boas obras.
Escapando de Procusto!
Cristo
Deus o abençoe.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Breve reflexão sobre cobiça
![]() |
| Não cobice nada do seu próximo. Êxodo 20:17 |
Wilma Rejane
A casa e o jardim do outro lado da rua, não são mais belos. Aquilo que amamos e cultivamos com a benção de Deus é o que nos traz felicidade e se a felicidade reside em nós, para que cobiça? Uma perfeita ilustração sobre o tema é a história do encontro de Jesus com o jovem rico em Mateus 19:16-30. O jovem queria saber o caminho da vida eterna, Jesus se apresenta como Tal e lhe faz o maior e mais importante convite que alguém pode receber em vida: “Vai, vende tudo o que tens e terás um tesouro no céu, vem e segue-me”. O jovem pesou na balança e considerou que suas conquistas materiais eram bem mais importantes que O Reino dos céus, a presença constante de Jesus em sua vida. E o texto termina dizendo que “o jovem partiu triste porque possuía muitas propriedades” Mt 19:22. Mãos cheias e coração vazio. O problema do jovem era cobiça, avareza. E por essa causa, sua vida (inconsistente) consistia em possuir bens e ser possuído por eles. Felicidade e vida eterna não são questões de status social, Deus não faz acepção de pessoas, mas assim como o “jovem rico”, muitos podem se perder por depositar a vida nos bens terrenos.
“Onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração” (Mateus 6:21).
Há um lugar de repouso que consola a alma humana das inquietações, que conduz o espírito em paz, mesmo em um mundo conturbado como esse. Quem busca esse lugar, chamado Reino de Deus, revelado na pessoa de Jesus, pode ser próspero e feliz. Sim pode ser que tenha bens, mas também pode ser que não os tenha em abundância. Porém, em todos os casos, não será vencido pela cobiça, pela ansiedade de ser e ter. Porque Jesus é a paz incomparável que o mundo jamais poderá dar.
Um tesouro na terra e no céu
Essas são palavras de um Marx que ainda não se declarava ateu. O que aconteceu a esse homem para atacar aquilo que uma vez defenderá? É que não podemos ser alcançados por Deus através do intelecto, das emoções, mas tão somente de um coração humilde e arrependido. Marx se perdeu em meio as ideologias, não sabemos se em seus últimos dias, clamou pela paz de Jesus sendo restaurado por Ela.
Templo do Espírito Santo
Abraão foi tentado sobre cobiça, por mais de uma vez, Jesus ao ser tentado pelo diabo venceu a cobiça que lhe mostrou e ofereceu os reinos da terra, fama e fortuna. Nós somos tentados todos os dias.
Amém.
sábado, 31 de agosto de 2013
Reflexões do espírito e da carne
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Uma reflexão sobre homens e faróis
Wilma Rejane
Não pude deixar de ver semelhança entre os faróis em alto mar e a mensagem de Salvação. Jesus disse: "Eu Sou a Luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida" Jo 8:12. O profeta Isaías em inúmeros versos comparou Jesus, O Messias Salvador com uma Luz que nortearia os perdidos: "Te darei por concerto do povo e para Luz dos gentios, para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos e do cárcere, os que jazem em trevas" Is 42:6,7. Nessa alegoria, o farol é essa Luz que permite aos navegantes, encontrarem o rumo de suas vidas.
Embarcação americana em alto mar...
Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU curso atual.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Os ouvidos que promovem a paz - Js.22
André Filipe, Aefe!
“Estes se alegraram com o relatório e louvaram a Deus. E não mais falaram em guerrear contra as tribos de Rúben e de Gade, nem em devastar a região onde eles viviam” - Js. 22.33
As tribos de Rúben, de Gade e meia de Manassés estavam partindo para suas terras após juntarem espadas com seus irmãos, na conquista das terras de Israel. Após atravessarem o Jordão, param em Gelilote, e constroem um "imponente altar ali, próximo ao Jordão" (22.10).
Esta notícia atravessou o Jordão de volta como um incêndio, se espalhando furiosamente pelas lideranças das outras tribos. Assim, movidos pelo zelo religioso, "toda a comunidade de Israel reuniu-se em Siló para guerrear contra eles" (22.12).
Entretanto, os sábios tomaram a frente dos impetuosos e resolveram enviar o sacerdote Finéias e mais 10 representantes das nações para averiguarem a situação. Eles chegaram recriminando: "Como foi que vocês cometeram essa infidelidade para com o Deus de Israel?" (22.16).
Os líderes das 2 tribos e meia, certamente surpresos com a repreensão, não tardaram em explicar: "Fizemos isso temendo que no futuro os seus descendentes digam aos nossos: '(...) Vocês não tem parte com o Senhor" (...) Por isso que resolvemos construir um altar (...) como testemunha entre nós e vocês. Longe de nós nos rebelarmos contra o Senhor" (22.24-29).
Observe o que aconteceu: o zelo ao Senhor das duas tribos e meia ao construírem um memorial, mal entendido, estava indo de encontro com o zelo das 10 tribos do outro lado, e levando Israel para uma guerra civil!
Mas quando o sacerdote e os líderes "ouviram o que os homens de Rúben, de Gade e de Manassés disseram, deram-se por satisfeitos" (22.30). Atravessaram o Jordão, contaram a todos o mal entendido, e todos "se alegraram com o relatório, e louvaram a Deus. E não mais falaram em guerrear contra as tribos de Rúben, e de Gade, nem em devastar a região onde eles viviam" (22.33).
Porque o povo ouviu, evitaram uma guerra sangrenta e injusta. Quanto não precisamos desses ouvidos que promovem a paz! Quanto a falta deles não tem gerado conflitos intensos, mesmo quando os dois lados são movidos pela fidelidade ao Senhor...
Líderes e ovelhas, pais e filhos, marido e esposa, amigos e amigas, que nossas mãos impetuosas da fé sejam acompanhadas dos ouvidos da sabedoria que buscam a paz antes da guerra.
Sugestão de oração: “Senhor, nos ajude a permanecer zelosos ao Senhor, sem, no entanto, nos enganarmos ao condenar o próximo sem ouvir suas razões. Ajude-nos a evitar um ímpeto de fé sem sabedoria, que traz guerra, conflitos, ofensas e desentendimentos. Dá-nos os ouvidos da sabedoria, que promovem a paz.”





















