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segunda-feira, 10 de março de 2008

Armas do cristão

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"A ira do homem não opera a justiça de Deus" - Tiago 1.20.

Existem momentos que são difíceis manter a paz. Mas é importante se esforçar para que a paz não se vá ou seja recuperada se ela já se foi.

Um minuto sem vigilância pode modificar completamente, e de forma irremediável, uma vida inteira. Então, sempre é preferível escolher lutar com as armas espirituais ao invés de agir usando a lógica natural dos seres humanos.

Ao comparar a grandeza da vida celestial com a vida terrena, cem anos aqui nesse corpo mortal é como uma partícula de gota d'água dentro do oceano.

Quando os cristãos se esquecem de pensar segundo a ótica espiritual, agem e reagem tomando atitudes seguindo a lógica humana, se arriscam a não viver o seu porvir ao lado de Cristo, no céu.

Diante dos problemas nessa vida, escolha raciocinar usando o capacete da salvação, reagir usando a espada do Espírito (que é a Palavra de Deus) e se defender usando o escudo da fé.

Medite nisso: Efésios 6.10-18. A estratégia espiritual faz de nós mais do que vencedores.
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E.A.G.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Armas da luz

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Algumas vezes ouvimos pessoas dizendo que santidade tem a ver com ficar orando, só orando, diante de situações difíceis nessa vida...
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Orar é certo, mas ficar parado, só orando quando devemos agir, não... É preciso vigiar também. E a vigilância é armada, implica em ações!
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Como vigilantes, temos as armas da luz! Leia em Romanos 13.12 .
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Devemos usar as armas que Deus nos deu, sempre que necessário.
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Nosso inimigo é espiritual e é contra ele a nossa guerra, é contra quem devemos resistir.
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Algumas vezes, quando alguns semelhantes nos fazem males, somos levados a projetar emoções e ações ruins contra eles.
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Mas jamais podemos nos esquecer que as pessoas que se comportam com atitudes de inimizades contra nós são apenas pessoas que não estão vigilantes como deveriam estar e por causa disso prestam serviços errados seguindo à vontade do nosso real inimigo - que é espiritual.
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Então, é mais que necessário combater a origem do mal, não suas conseqüências, métodos de ações...
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Temos que lutar. As armaduras do crente são: cinto (verdade); justiça (couraça / blindagem); calçados (preparação da pregação do evangelho da paz); escudo (fé); capacete (certeza da salvação); espada do Espírito (Palavra de Deus). Efésios 6.13-20.
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Valorizemos cada vez mais a sinceridade, desprezemos todas as injustiças, nos esforcemos em conhecer mais e melhores planejamentos de evangelizações, firmemos nossos passos na Palavra de Deus porque a fé vem por ouvir a Palavra de Deus – que se encontra na Bíblia Sagrada.
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Ou seja, para vencer a luta espiritual é necessário trocar as estratégias e os argumentos humanos pelas idéias divinas.
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Podemos orar e ao mesmo tempo usar as armas que Deus nos deu. A vitória é nossa, basta lutar com as armar certas.
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E.A.G.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Orar até orar de verdade é o desafio do cristão

( A. W. Tozer)

O Dr. Moody Stuart, um homem de oração, certa vez estabeleceu regras que o guiassem em suas orações. Entre essas regras, havia a seguinte: `Ore até orar de verdade´. A diferença entre orar até o momento em que você pára de orar, e orar até você realmente orar é ilustrada pelo evangelista americano John Wesley Lee. Ele sempre comparava um período de oração com um culto na igreja, e insistia que muitos de nós terminamos a reunião antes do culto ter terminado. Ele confessou que certa vez saiu cedo demais de uma reunião de oração e foi indo por uma rua para cuidar de alguns negócios urgentes. Ele não tinha caminhado muito quando uma voz em seu interior o repreendeu. `Filho,´ - a voz parecia perguntar - `você pronunciou a bênção quando a reunião não havia ainda terminado?´ Ele caiu em si e imediatamente voltou correndo ao lugar da reunião de oração, onde permaneceu até que toda a carga que sentia saiu e a bênção sobre si desceu.

O hábito de interromper nossas orações antes de termos realmente orado é algo tão comum quanto infeliz. Com freqüência os últimos dez minutos podem significar mais para nós do que a primeira meia hora, porque temos que gastar um bom tempo até atingirmos a verdadeira condição para uma oração efetiva. Pode ser que tenhamos que lutar com os nossos pensamentos de forma a retirá-los das muitas distrações que resultam do fato de habitarmos num mundo todo em desordem.

Aqui, assim como em todas as demais questões espirituais, temos que ter certeza de que estamos distinguindo o ideal do real. O ideal seria vivermos a cada momento num estado de perfeita união com Deus de forma que nenhum preparo fosse necessário. Mas na verdade são poucos os que honestamente podem dizer que é isso o que acontece em sua vida. Para sermos francos, a maioria de nós tem de admitir que com freqüência enfrentamos uma luta antes de ter condições de escapar de uma alienação emocional e de um senso de irrealidade que às vezes prevalecem em nós.

Não importando o que um idealismo sonhador possa dizer, somos forçados a encarar as coisas no nível da realidade prática. Se quando vamos orar o nosso coração sente-se endurecido e não espiritual, não deveríamos convencer-nos do contrário. Antes, devemos admitir a situação com franqueza, e então orar até o fim. Alguns cristãos chegam a sorrir diante da expressão `orar até o fim´, mas isso ou algo parecido com isso, é encontrado nos escritos de quase todos os grandes santos de oração, dos dias de Daniel até hoje.´
Não podemos parar de orar antes de termos orado de verdade.

Extraído do livro: "Este mundo: lugar de lazer ou campo de batalha"
A. W. Tozer - Danprewan Editora