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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Teologia no Cartão de Natal

Pense no desenho de um cartão de Natal. O que você vê? A manjedoura, os reis magos, os pastores, José, Maria, o recém-nascido Jesus, a estrela resplandecente, os presentes, os animais… Estas figuras refletem exatamente a história do Natal, certo? Errado. Estudando com atenção os textos que narram o natal de Jesus você vai perceber que a maioria de nós crê em uma versão distorcida do seu nascimento. Versão recebida do Catolicismo Romano e diferente do que encontramos na Bíblia. Vejamos:

Os magos

Magos ou reis magos? Esta é a primeira questão. A tradição católico romana diz que eram “reis magos”, porém, a Bíblia não diz isso. Em nenhum lugar das Escrituras encontramos a expressão “reis magos”. De acordo com Mateus, eles eram apenas, e tão somente, magos (Mt 2.1).
E o que eram os magos naquela época? Magos, ou sábios (como aparece em algumas versões da Bíblia em inglês) eram aqueles que se dedicavam ao estudo das estrelas. Vieram do Oriente, de terras em que a astronomia era praticada, provavelmente dos países que conhecemos hoje sob o nome de Irã e Iraque.
E quantos eram eles? A Bíblia não diz. Diz apenas “uns magos”. Imagina-se três por causa dos três presentes que a criança recebeu (Mt 2.11). Contudo, podem ter sido dois, seis, nove, doze, dezoito, vinte… A tradição oriental cria em doze magos e entre eles os armênios falavam em quinze. Não sabemos. A Bíblia não diz. Não sabemos também os seus nomes. A Igreja Católica os chama de Melchior, Baltazar e Gaspar, porém, sem nenhuma base bíblica.
Vemos que os magos são personagens misteriosos na história de Jesus. Pouco sabemos a respeito deles. O que sabemos é que eles desempenham um papel especial na história de Cristo. Eles mostram que Jesus é o salvador não apenas dos judeus, mas de todos os povos. Ele é digno de toda honra e adoração, por isso a longa viagem e a entrega de presentes tão valiosos.
Estes são os verdadeiros magos (não reis-magos) da história de Cristo. Vamos ver agora outro elemento da história do Natal que também tem sido mal comprendido…

A estrela

Como a estrela que guiou os magos até Jesus é geralmente apresentada? Na maioria das figuras ela é grande e com intenso brilho. Em alguns casos, ela aparece até com uma grande cauda, própria de cometa. Como terá sido esta estrela, na realidade?
O texto de Mateus nos leva a crer que era uma estrela de proporções normais. Os magos somente a identificaram porque eram estudiosos das estrelas. Conheciam os astros celestes e perceberam que aquela estrela era especial. E, de fato, se fosse uma estrela gigantesca, com intenso brilho e fulgor, como geralmente aparece representada, não só os magos a teriam visto, mas também Herodes e todo o povo de Jerusalém. Tamanho astro celeste não passaria despercebido por aquelas terras em que a iluminação vem sempre do céu. Todos iriam atrás da estrela, não só os magos!
Deus falou com os magos por meio de uma linguagem que só eles compreendiam – uma estrela.
E como eles associaram esta estrela ao nascimento de Jesus? Teriam eles acesso às Escrituras para, como os judeus, esperar a vinda do Messias? Conheciam os magos a profecia de Números 24.17? “Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe e destruirá todos os filhos de Sete.” Ou teriam tido uma revelação mais direta de Deus quanto ao significado desta estrela? Todas as respostas são possíveis, porém, não sabemos qual é a correta. A Bíblia não diz.
O que sabemos, e o que Mateus deixa bem claro no registro bíblico, é que os magos chegaram em Jerusalém com um firme propósito: “… vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo.” (v.2). E eles conseguiram. O verso 11 nos mostra os magos prostrando-se, adorando o menino rei e lhe entregando seus presentes. A estrela, guiada por Deus, os conduziu àquele que é a luz do mundo.

Onde estava Jesus

A nossa última questão é: Onde estava Jesus quando os magos vieram adorá-lo. O que você acha? Na estrebaria? Então leia o versículo 11, de Mateus 2. A resposta correta é: em uma casa.
Quando os magos chegaram em Belém, Jesus não estava mais na manjedoura. Ele estava com seus pais em uma casa. A viagem dos magos foi longa. Meses de percurso. Mais de um ano havia se passado e José e Maria não estavam mais naquela moradia provisória em que Jesus nasceu. Ao contrário do que muitos pensam, quando os magos chegaram, Jesus já tinha mais de um ano de idade. Podemos inferir isso analisando a sangrenta ordem do rei Herodes:
“Vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, de dois anos para baixo, conforme o tempo do qual com precisão se informara dos magos” (Mt 2.16).
Herodes mandou matar todos os meninos de dois anos para baixo. Mas, por que dois anos? Que cálculo ele fez para chegar a este limite de idade? A resposta está no versículo 7: “Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera”; e no final do verso 16: “… de dois anos para baixo, conforme o tempo do qual com precisão se informara dos magos”.
A informação que Herodes obteve dos magos, quanto ao aparecimento da estrela, o levou à idade de dois anos para baixo. Exterminando os meninos dentro deste limite de idade, com certeza, o cruel rei atingiria o menino Jesus.
Assim sendo, podemos sugerir que Jesus tinha menos de dois e mais de um ano de idade quando os magos o visitaram. Isto porque, se a informação dos magos levasse Herodes a concluir que Jesus estava com apenas alguns meses de vida, não haveria o porquê de se estipular o limite de dois anos para a chacina. Matando os meninos de um ano para baixo já seria o suficiente para atingir Jesus. Se ele estabeleceu “de dois anos para baixo” é porque Jesus já tinha mais de um ano de idade.
E os pastores? Onde entram nesta história? Entram bem no início dela. Eles foram os primeiros a ver o rei Jesus. Os pastores o encontraram logo após o seu nascimento, ainda na manjedoura (Lc 2.12,16).
Ao contrário do que geralmente aparece desenhado nos cartões de natal, os pastores não viram a estrela e nem se encontraram com os magos. Eles foram ao encontro de Jesus Cristo, o viram, e voltaram glorificando e louvando a Deus (Lc 2.20). Os magos, como vimos, chegaram muito tempo após a vinda dos pastores.
Qual seria, então, a ordem correta dos acontecimentos, de acordo com a Bíblia?Simplificando a história, a ordem seria esta:
1. José e Maria sobem para Belém, a fim de alistarem-se (Lc 2.1-5).
2. Jesus nasce e Maria o deita em uma manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria (Lc 2.6,7)
3. Nos campos, um anjo acompanhado por uma milícia celestial anuncia a uns pastores o nascimento do Salvador (Lc 2.8-14).
4. Os pastores imediatamente vão ver Jesus e o encontram deitado na manjedoura (Lc 2.15-19)
5. Os pastores voltam para os campos glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto (Lc 2.20).
(…) Em algum momento, que só Deus sabe, uma estrela aparece aos magos em algum país ao oriente de Jerusalém.
(…) Os magos iniciam a sua longa jornada.
6. Após meses de viagem, os magos chegam em Jerusalém (Mt 2.1,2).
7. Herodes chama os magos, se informa quanto ao tempo em que a estrela apareceu a eles, e pede aos magos que o avisem assim que encontrarem o rei Jesus (Mt 2.7,8).
8. Os magos partem para Belém (Mt 2.9).
9. Os magos continuam seguindo a estrela e chegam na casa em que está Jesus (Mt 2.9-11).
10. Os magos entram na casa e encontram Jesus com sua mãe. Prostram-se e o adoram. Abrem os seus tesouros e lhe entregam as suas ofertas: ouro, incenso e mirra (Mt 2.11).
11. Em sonho, recebem a advertência de Deus para não voltarem à presença do rei Herodes (Mt 2.12).
12. Os magos regressam, por outro caminho, para a sua terra (Mt 2.12). 
13. Em sonho, um anjo do Senhor manda José fugir com Maria e Jesus para o Egito, para escapar das mãos de Herodes (Mt 2.13).
14. José, de noite, toma Jesus e Maria e vai para o Egito (Mt 2.14).
15. Herodes percebe que foi enganado pelos magos e manda matar todos os meninos de Belém e arredores, de dois anos para baixo. Mas Jesus está a salvo, por causa da obediência de José.
A história continua e é bom a lermos sempre para não sermos influenciados pelas versões que encontramos por aí.
Muito tem sido falado sobre Jesus. As informações vêm de todos os lados: da tradição Católica, dos programas de televisão, das revistas e até dos cartões de Natal. Contudo, é necessário que a nossa fonte de informações sobre Cristo seja sempre a Bíblia.
A minha oração é que neste Natal Deus nos ajude a compreender a lição que aqueles magos nos deixaram. Que a nossa disposição para servir a Deus seja como a daqueles homens que não mediram esforços para adorar a Deus. Enfrentaram a distância, os desconfortos e os perigos da viagem para se prostrar perante o Rei Eterno. Que a nossa fé seja firme como a daqueles sábios.
E que, em todos os momentos da nossa vida, nós possamos, como aqueles homens, ter os olhos fixos nos céus. Que o nosso olhar esteja sempre voltado para o alto, para o Rei sublime. Olhando para os céus, seguiremos a nossa jornada amparados por Deus e sempre na direção correta. Boa viagem.
Por Rev. Ageu Cirilo de Magalhães Jr.
Diretor do Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Por que as mulheres "cristãs" estão assistindo "50 tons de cinza"?

Shane Idleman(*)

Ser seletivo com o que ver e ouvir não tem nada a ver com o legalismo; tem tudo a ver com sabedoria.
A verdade inevitável é que muitos estão se tornando insensíveis. Quando o Espírito Santo já não preenche corações e mentes com uma paixão pela pureza e santidade, há uma falta geral de convicção.
O compromisso nesta área pode ser bem ilustrado através de uma história que ouvi anos atrás.
Esquimós do árido Norte, muitas vezes matam lobos, tomando uma faca afiada e mergulhando-o em sangue. Eles deixam que o sangue congele na lâmina. Em seguida, eles enterram o cabo da faca na neve com a lâmina exposta. Como o lobo começa a lamber a lâmina, a língua torna-se dormente e insensível devido ao frio. Como ele continua a lamber, sua língua começa a sangrar, e ele lambe ainda mais rápido, sem saber que está consumindo o seu próprio sangue e lentamente se matando.
Com o tempo, os esquimós voltam e trazem para casa o animal morto.
Da mesma forma, o inimigo nos entorpece através do compromisso. Dentro de pouco tempo, nós, como os lobos, não percebemos que estamos a morrer - e morrendo espiritualmente. O inimigo nos dessensibiliza até que ficarmos dormentes para as coisas de Deus.
Uma famosa frase ressoa com clareza para nós ainda hoje: "Nem toda a água no mundo, não importa quanto ela tente, nunca poderá afundar um navio a menos que entre dentro dele. Toda a má influência do mundo, não importa o quanto ele tenta, nunca pode afundar a alma de um cristão a não ser que ela entre lá dentro."
A maior batalha que iremos sempre lutar é a que acontece dentro de nós. Nossa mente é o lugar onde a batalha é ganha ou perdida: "Como um homem pensa em seu coração assim ele é" (Provérbios 3.27). Gálatas 5.17 diz que o Espírito nos dá desejos que são opostos ao que a nossa natureza pecaminosa deseja, e que estas duas forças estão constantemente lutando umas contra as outras.
Como resultado, nossas escolhas são raramente livres deste conflito. Não se assuste. O fato de que há uma luta confirma o valor do nosso compromisso com Cristo e Seu padrão de santidade.
Há uma tendência muito preocupante em direção ao compromisso moral na igreja evangélica. Eu testemunhei imagens pornográficas em sites cristãos, clipes de filmes questionáveis ​​durante sermões em PowerPoint e jovens pastores falando de seus programa de TV favoritos que são sexualmente carregados, tudo sob o disfarce da "relatividade" da cultura.
Muitos estão se afastando de Cristo, não porque Ele falha com eles, ou porque a Palavra de Deus revela-se falsa, mas por causa do amor a este mundo (que é gratificante para carne). Não podemos ignorar a gravidade deste problema. Jesus disse que as preocupações e desejos deste mundo, juntamente com a sedução das riquezas, entram e sufocam a Palavra de Deus, tornando-a infrutífera (cf. Mc 4.19).
A paixão que já tivemos pela pureza da Palavra de Deus pode ser facilmente trocado pelos poluentes do mundo. Por esta razão, aproveito cada oportunidade de escrever ou falar sobre como fazer escolhas sábias de entretenimento. O que nós colocamos em nossa mente afeta nosso relacionamento com Deus em um nível muito profundo.
1 João 2.15-17 diz: "15 Não amem o mundo [a mentalidade dele] nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo — a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens — não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre."
O que vimos e ouvimos afeta o coração, é impossível separar os dois. Se queremos ter como nosso objetivo conhecer a Cristo mais pessoalmente, se gostaríamos de pregar a Cristo de forma mais poderosa. Por exemplo, se um pastor (ou líder cristão) enche sua mente com o mundo durante toda a semana e espera que o Espírito de Deus fale ousadamente por ele a partir do púlpito, ele vai está redondamente equivocado. E.M. Bounds disse: "O sermão não pode subir as forças vivificantes acima do homem. Os homens mortos geram sermões mortos e sermões mortos matam. Tudo depende do caráter espiritual do pregador".
Os cristãos carnais dão a Deus o "que lhe é devido" (algumas horas no domingo), mas esquecem-se ao Seu chamado para "sair do meio deles (o mundo) e ser separado." Cada dia da semana o mundo está influenciando você? Em que sua dieta mental consiste? Com quem você sai? O que e quem, você ouve? O seu coração está definido para as coisas de Deus ou para a influência do mundo? Um simples olhar rápido de seus "curtis" e posts no Facebook revelam o que você tem realmente dado valor.
Compromisso também engana. Tiago 1.22 nos lembra que se ouvirmos a Palavra de Deus sem obedecê-la estamos enganando a nós mesmos ... estamos enganados. O poder da Palavra de Deus está na aplicação. Além dos não cristãos, são os cristãos que estão se assistindo aos filmes  repletos de cenas sexuais explícitas e violentas que as deixam no "Top 10", ao não aplicar a pureza em suas vidas. São os cristãos que são viciados em pornografia que estão fomentando a indústria deste tipo de filmes.
Não podemos amar a Cristo e este mundo. A carnalidade destrói nosso relacionamento com Cristo e a genuína comunhão com outros crentes. Destrói nossa vida de oração também. O cristão carnal não ora, não adora, nem busca realmente o coração de Deus. A vida de oração profunda expõe fachadas e esmaga a hipocrisia. A carnalidade também destrói o poder espiritual e impede o enchimento do Espírito. Ela também afeta a nossa vida em casa. Em suma, tudo o que Deus nos chama a ser está comprometido.
Ser seletivo com o que ver e ouvir não tem nada a ver com legalismo; mas tem tudo a ver com sabedoria. Devemos reconhecer o que glorifica a Cristo e o que claramente não e em seguida, escolhamos viver de acordo. A graça não nos isenta de responsabilidade. Nós, na verdade, vivemos sob um padrão mais elevado quando a graça orienta nossas decisões, não as regras. Não se trata de seguir regras. Deixe sua liberdade em Cristo, e um relacionamento com Ele, orientá-lo. Todos nós já assistimos materiais questionáveis e fizemos escolhas erradas; não vivemos pesarosos por isso. Mas não justifiquemos o comportamento errado ao pensar que Deus não se importa com o que você vê ou ouve, Ele sem importa sim. Devemos servir e amar a Deus com a nossa mente. (Ver Romanos 7.25.).

(*) Shane Idleman é o autor da série de livros "What Works" e do  "One Nation Above God"

Publicado no Charisma News
Tradução Notícias Cristãs

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Dicas auxiliares para se fazer uma boa apresentação em PowerPoint

Fazer uma boa apresentação no Microsoft PowerPoint pode não ser uma tarefa trivial, pois para projetar e preparar uma apresentação que seja eficaz, se requer algum esforço e prática para aqueles que não costumam criar apresentações, e até para um apresentador mais experiente, que necessite fazer uma apresentação mais destacada.
Aqui vamos dar algumas dicas para conseguir fazer uma boa apresentação em PowerPoint.

Primeiro de tudo, a apresentação deve contar uma história, transmitir uma mensagem e ter um objetivo.
Se for uma apresentação sobre vendas, então devemos demonstrar aos interessados "vendendo" alguma coisa, um serviço, um produto ou uma ideia.
Se for uma apresentação de negócios para demonstrar o equilíbrio e desempenho dos gerentes de negócios da empresa, devemos tentar transmitir como foi o desempenho do último período.
Se se trata de uma apresentação de tese final na Universidade, então, provavelmente, temos que traduzir para uma mesa acadêmica, conceitos aprendidos, o resultado da pesquisa e a defesa da tese.

Então vamos conversar.
Para criar uma boa apresentação em PowerPoint é preciso criar um segmento.
Por isso é ideal ficar claro qual a duração total que você tem para a apresentação e diagramar a mesma com base no tempo disponível.
Se for uma apresentação de 20 minutos, se for de 1 hora, deve-se levar em conta o período de tempo para uma introdução e conclusão. e muitas vezes é preciso deixar um tempo para perguntas.

O design desempenha um papel importante, mas não é tudo.
Mais importante é o conteúdo da apresentação. Preste atenção para não usar modelos padrão que podem tornar a apresentação muito chata.
Para resolver isto, existem sites que oferecem modelos originais com com design atraente para um tema específico e que podem ser baixados gratuitamente.

Use diagramas, auxílios visuais, imagens
Eles podem ajudar a compreender a mensagem que queremos transmitir.
Por exemplo, em vez de apresentar tabelas com dados em um slide, podemos usar gráficos atraentes ou quadros que resumem as informações e tornam mais fácil a compreensão à primeira vista.
Um gráfico tipo "torta" ajuda a compreender como os conceitos foram alocados.
Isto é ideal, por exemplo, para exibir as vendas por categoria em uma empresa, bem como outros dados por item.
Você pode baixar gráficos e diagramas para apresentações em PowerPoint gratuitamente como este excelente diagrama de funil abaixo:



Pesquisando, você pode encontrar gráficos diferente e atraentes, como gráficos de pizza, gráficos 2D e 3D para uso em suas apresentações. Por exemplo, este atraente torta é ideal para mostrar uma linha do tempo. Veja como é graficamente atraente.


Finalmente, os slides do final da apresentação devem ser cuidadosamente projetados para completar com sucesso a apresentação, levantar questões se necessário ou para exibir informações de contato, bem como do apresentador.

Postado originalmente em Ética e Liderança Cristã

quarta-feira, 22 de maio de 2013

"Não finjam apenas amar aos outros: amem realmente"



"Não finjam apenas amar aos outros: amem realmente.
Odeiem tudo aquilo que está errado.
Coloquem-se ao lado do bem.
Amem-se uns aos outros com afeição fraternal e tenham prazer em honrar uns aos outros.
Não sejam nunca preguiçosos no trabalho, porém sirvam fervorosamente ao Senhor.
Fiquem alegres com tudo quanto Deus está planejando para vocês. Sejam pacientes na dificuldade e sempre perseverantes na oração.
Quando os filhos de Deus estiverem em necessidade, sejam vocês os primeiros a ajudá-los. E criem o hábito de convidar hóspedes para jantar em suas casas; ou, se precisarem passar a noite, deem-lhes pousada.
Se alguém o maltratar porque você é um cristão, não o destrate; ore, sim, para que Deus o abençoe.
Quando outros estiverem alegres, alegrem-se com eles. Se estiverem tristes, participem de sua tristeza.
Trabalhem juntos com alegria.
Não busquem mostrar grandeza. Não procurem cair nas boas graças de gente importante, mas tenham prazer na companhia de gente comum. E não pensem que vocês sabem tudo!
Nunca paguem o mal com o mal. Façam as coisas de maneira tal que todos possam ver que vocês são absolutamente honestos.
Não contendam com ninguém. Tanto quanto possível, vivam em paz com todos.
Queridos amigos, nunca se vinguem. Entreguem tudo a Deus, pois Ele disse que retribuirá àqueles que o merecem.
( Não façam justiça com as próprias mãos ).
Ao invés disso, deem de comer a um inimigo se ele estiver com fome.
Se estiver com sede, deem-lhe alguma coisa para beber e assim vocês estarão "amontoando brasas vivas sobre a cabeça dele".
Em outras palavras, ele se sentirá envergonhado de si mesmo por aquilo que tiver feito a vocês.
Não deixem que o mal prevaleça, mas triunfem sobre o mal, praticando o bem." 
Parte da carta aos cristãos da cidade de Roma, que o Apóstolo Paulo escreveu (12.9-21)

COMENTÁRIO:

A maioria aprendemos a fingir que amamos a outros.
Sabemos como falar com bondade, evitando ferir sentimentos e aparentando interesse nos outros.
Podemos até fingir que nos enchemos de compaixão quando ouvimos das necessidades de outros ou de indignação quando nos inteiramos de alguma injustiça.
Mas Deus nos chama a sentir o verdadeiro amor que vai além das emoções e conduta superficiais.
O amor sincero requer concentração e esforço.
Inclui fazer algo para que outros sejam melhores.
Demanda tempo, dinheiro e participação pessoal.
Nenhuma pessoa tem os recursos necessários para amar a toda uma comunidade; mas uma igreja, o corpo de Cristo em sua cidade, pode-o fazer.
Pense em pessoas que necessitam seu amor em ação e considere que meios você e outros membros de sua comunidade podem usar para unir-se e mostrar amor por outros no nome de Cristo.

Oferecer hospitalidade cristã não é o mesmo que receber visitas.
Quando se recebe visitas, o foco de atenção é a família anfitriã: o lar deve estar impecável, os mantimentos devem estar bem preparados e abundantes, os da casa devem parecer descansados e de bom humor.
A hospitalidade, em troca, concentra-se nos visitantes.
Suas necessidades têm prioridade: terá que lhes dar um lugar onde estar, mantimentos nutritivos, ouvido atento ou aceitação.
A hospitalidade pode ocorrer em um lar desordenado. Pode ocorrer ao redor de uma mesa em que o prato principal seja uma sopa.
Até pode ser que o anfitrião e os visitantes realizem tarefas em conjunto.
Não tema em oferecer hospitalidade porque está muito cansado, ocupado ou até pobre para atender adequadamente aos visitantes.

Se amarmos a alguém da mesma maneira que Cristo nos ama, estaremos dispostos a perdoar.
Este é o resumo da vida cristã.
Se tivermos experimentado a graça de Deus, desejaremos que outros também a desfrutem.
E lembre-se, a graça é um favor recebido sem que a mereçamos.
Quando damos de beber a um inimigo, não desculpamos seus enganos.
Reconhecemo-los, perdoamo-los e amamos à pessoa apesar de seus enganos, tal como Cristo o fez conosco.

Nestes dias de constantes pleitos e incessantes demanda em busca de direitos legais, o mandamento do Apóstolo Paulo soa quase impossível de se aceitar.
Quando alguma pessoa nos fere profundamente, em lugar de reagir como merece, Paulo diz que teremos que ser amistosos.

Por que nos diz Paulo que devemos perdoar a nossos inimigos?

1) O perdão pode romper um ciclo de represálias e guiar a uma mútua reconciliação.
2) Pode obter que o inimigo se envergonhe e troque de conduta.
3) Em contrapartida, devolver mal por mal nos fere tanto a nós como a nosso inimigo.

Embora seu inimigo nunca se arrependa, ao perdoá-lo você se sentirá livre do grande peso da amargura.
O perdão inclui tanto atitudes como ação.
Se considerar difícil que a pessoa que o feriu lhe peça perdão, procure responder com ações bondosas.
Se for apropriado, lhe diga que você ficaria muito feliz em que as suas relações fossem melhoradas.

Ofereça ajuda.
Envie um presente.
Sorria.
Muitas vezes descobrirá que estas boas ações levarão a sentimentos sinceros.

O que significa "brasas de fogo" sobre a cabeça de alguém?
Isto possivelmente se refira a uma tradição egípcia de levar um recipiente de carvão aceso sobre a cabeça em sinal de arrependimento público.
Em alusão a este provérbio, Paulo diz que deveríamos tratar a nossos inimigos com amabilidade para que se envergonhem e se voltem de seus pecados.
A melhor maneira de eliminar ao inimigo é convertê-los em amigos.

E isto é um mandamento para nós!

Márcio Melânia

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Desafios

Ouvimos do Rev. Mizael Laureano uma Palavra vinda da parte de Deus neste domingo, dia 20 de Janeiro de 2013,  que nos fez refletir sobre a ação de Deus diante dos desafios que a vida nos proporciona.

a) Noé recebeu de Deus o planejamento completo para construir um navio fora dos padrões da época, para um evento que nunca ocorreu antes, em um local onde jamais, sob o ponto de vista humano, a água alcançaria – ele simplesmente obedeceu.

b) Abrão, ainda que já tivesse a idade de 75 anos, finanças estabilizadas, prosperidade a olhos vistos, ouviu a voz de Deus para seguir a uma terra que nem o próprio Deus disse onde era (“que Eu te mostrarei”), deixando para trás a zona de conforto onde vivia – ele simplesmente obedeceu.

c) Pedro, pescador experiente, tinha passado a noite toda na labuta, sem no entanto lograr êxito, encontrava-se possivelmente desanimado e angustiado pelo insucesso, mas ao receber a ordem do Senhor e atende-la viu o resultado imediato – ele simplesmente obedeceu.

Que ao ouvirmos a voz do Senhor em nenhum momento titubeemos, entreguemo-nos a ELE sem reservas, obedientes.
Os nossos Desafios estão postos diante de nós!

PAZ!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

O Espírito diz

O Espírito diz

Faça-se.
A Voz
vibrando
modificando sistemas, universos,
acendendo luzes.
Distinguindo noite e dia,
verdes, flores
surgem
com aves,
animais
povoando o mistério.
Por fim
o homem
completando
a criação.

12.08.1994
Márcio Melânia

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Confissão de Pecados: Uma Oração Puritana

Ó SENHOR DE MISERICÓRDIA,

Perdoa todos os meus pecados do dia, da semana, do ano,
todos os pecados da minha vida,
pecados da juventude, da maturidade e da velhice,
de omissões e comissões,
de mau-humor, impertinência e ira,
dos lábios, da vida e do viver,
da dureza de coração, da incredulidade, da presunção, da soberba,
da deslealdade às almas dos homens,
da falta de decisões ousadas na causa de Cristo,
de zelo insincero pela sua glória,
de trazer desonra ao teu grande nome,
da decepção, da injustiça, da deslealdade
em meus relacionamentos,
da impureza de pensamentos, palavras e atos,
da cobiça, que é idolatria,
de recursos acumulados indevidamente, desperdiçados levianamente,
não consagrados à tua glória, tu que és o grande doador;
pecados em oculto e no seio da família,
no estudo e no lazer, em meio à azáfama dos homens,
na meditação da tua Palavra e na negligência dela,
na oração sem reverência e frivolamente sonegada,
no tempo desperdiçado,
em ceder aos ardis de Satanás,
em abrir meu coração às suas tentações,
em ser descuidado, quando sei que ele está perto,
em extinguir o Espírito Santo;
pecados contra a luz e o conhecimento,
contra a consciência e as restrições do teu Espírito,
contra a lei do amor eterno.
Perdoa todos os meus pecados, sabidos e ignorados, sensíveis e insensíveis,
confessados e inconfessos,
lembrados ou esquecidos.
Ó bom Senhor, ouve; e ao ouvir, perdoa.


do Blog dos Eleitos

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Na Papua Nova Guiné, Povo Kimyal festeja a chegada da Bíblia

A tradução da Bíblia foi feita pela missionaria Rosa Kidd que levou 15 anos aprendendo a língua do povo Kimyal. A tradução foi concluída em marco de 2010.
Kimyal se encontra em Korupun, no oeste de Papua, Indonésia, a tribo tem mais ou menos 4 mil habitantes onde 98%(3.920 pessoas) falam apenas a língua nativa de Kimyal.


Publicado no Notícias Cristãs

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Universidade Mackenzie: em defesa da liberdade de expressão religiosa


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Para ampla divulgação.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O Espírito diz

Faça-se.
A Voz
vibrando
modificando sistemas, universos,
acendendo luzes.
Distinguindo noite e dia,
verdes, flores
surgem
com aves,
animais
povoando o mistério.
Por fim
o homem
completando
a criação.

12.08.1994
Márcio Melânia

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A FELICIDADE NÃO SE ENCONTRA NA RIQUEZA

Helci R. Pereira – helcip@uol.com.br

O ser humano, no afã de ser feliz, a si pergunta: Onde a felicidade estará?
Como e onde a poderei eu encontrar?
É nisto que queremos, com calma, meditar.

Por motivos óbvios, na riqueza a felicidade verdadeira não está.
Tanto que, nos Estados Unidos da América do Norte, num ano apenas,
Oitenta milionários vieram se suicidar.

Riqueza e o poder dela derivado podem alívio momentâneo ou temporal oferecer,
Mas não dão a ninguém contentamento, nem plena satisfação.
O homem é uma criatura insaciável. Se espera ser feliz em sendo rico
E não lhe satisfendo a riqueza os desejos do seu coração,
Continuará ele descontente e ansioso por mais riquezas que possua.
E à toda evidência, quem vive descontente e ansioso, por certo não é feliz.

A pobreza e a falta de bens materiais não fizeram de Paulo um infeliz.
Ele aprendera a se contentar com o que tinha, Chegando mesmo a dizer:
"Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.
De tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência.
Seiviver na fartura como na fome; assim na abundância como na escassez."

Humberto de Campos, Príncipe dos Prosadores brasileiros,
Abordando a temática da riqueza e da pobreza, sabiamente veio a escrever:
"... com todo o seu Dom de milagres, dará o dinheiro felicidade...?
Esta, não obstante seu tênue reflexo entre as coisas terrestres,
É uma das pedras mais puras dos luminosos tesouros do céu.
É Deus quem a dá, e como todos os bens do céus,
Só se adquire com a moeda em que houver e efígie de Deus"

Ouvi de um espetáculo de pobreza, de miséria impressionante
Em um agreste desvão de montanha, nas proximidades de Cascadura.
Era um albergue de esteiras de um metro e meio, aonde os moradores se abrigavam.
Lá dentro cabiam apenas três seres: um homem, u'a mulher e um cão.
A mulher um jornalista perguntou: De que vivem vocês? Ao que ouviu:
De frutas podres que meu marido apanha nos monturos.
Perguntou-le mais: És feliz ? A resposta: Sim, sou porque com ele vivo.

DE VERDADE, A RIQUEZA MATERIAL NMÃO FAZ NINGUÉM FELIZ!

Blog do Hasbadana

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

ORAÇÃO GRATULATÓRIA (Alegoria)

(INSPIRADA N’ALGUNS DOS POLÍTICOS EVANGÉLICOS “EXEMPLARES” NO CONGRESSO NACIONAL)

Rev. Helci R. Pereira – helcip@uol.com.br

Ó Céus! Eu vos agradeço de todo o coração
As bênçãos que recebo em profusão,
No exercício do MANDATO que me confiastes,
Pois tenho deixado irmãos de fé bastante tristes
Com a minha perspicácia e também enrolação.
Tenho conseguido coisas extraordinárias,
Na Câmara e no Senado, como político cristão.
Por tudo vos agradeço, pois é minha obrigação.
Pelas propinas vultosas que não me têm faltado,
Pelos conchavos bem feitos com muito bom resultado,
Pelos superfaturamentos, mui abençoados,
Por verbas-gabinete que uso ao meu bel-prazer,
Pelos acordos escusos que posso subscrever,
Por alcançar os píncaros da ausência de pudor,
Pelo espetáculo que dou de falta de decoro,
Pelas maracutáias de que, ileso, eu participei,
Pelas falcatruas de, a qualquer um, impressionar
E, diante dos podres poderes, “prudente” silenciar.
Pelas fraudes nas licitações, Brasil a fora,
Pelo Senado, na lama a se chafurdar,
Com seus “atos secretos” a brindar e a esconder
Movimentações de assessores meus,
Infelizmente, ultimamente presos pela Polícia Federal.
Por tudo isso, ó Ceús!, ex-corde! vos agradeço eu.

Hasbadana