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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Batalha Espiritual: Separação entre a luz e as trevas


Keka Gomes 

“E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.” (Genesis 1.3-5)

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.
Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.
Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” (Efésios 6.10-12)

Em meio às trevas Deus além de manifestar a luz ele observa que ela em si é boa, ao contrário das trevas, e faz uma clara separação, uma oposição.
A Luz manifesta a Verdade. No escuro nada enxergamos. Quando existe claridade neste plano físico podemos identificar aquilo que está perante nossos olhos, assim é quando temos acesso à Luz espiritual, nós compreendemos as situações mais diversas da vida.
É uma batalha entre o conhecer e o desconhecer, ela está primeiramente nas ideias que fazemos de tudo. Aqui neste versículo Deus cria a luz mas vemos que ela não era a luz natural do sol, era uma luz invisível, num outro plano ainda que este plano fizesse parte da terra, foi proclamada a presença de luz aqui mas não como fenômeno físico, com massa.
A bíblia é um livro que fala de muitas pelejas.

É conhecido que existe uma batalha espiritual nos lugares celestiais. Aliás, uma observação a se fazer: De tudo quanto Deus fez existir ele conclui ser bom, exceto quando fez os céus, os lugares celestiais, a atmosfera, o firmamento, o lugar onde habitam as forças malignas como é sitado em Efésios.
Também está claro que existem poderes operando e, por conseguinte, temos uma batalha que é o reflexo do antagonismo da luz e das trevas desde o início da criação, quando Deus faz distinção, separação entre estas duas. Sabemos disto.
Quando a raça humana cai em Adão, a separação feita por Deus na terra entre trevas e luz parece ter sido perdida pela consciência humana. E ela precisa ser restabelecida primeiramente no nosso entendimento, precisamos buscar conhecer tudo o que é Luz para fazer distinção clara do que é trevas. A queda veio por meio do homem que deu origem a um novo caos, o homem ficou separado de Deus, separado da Luz, sem o conhecimento de Deus e das belezas das leis de Deus, a maldade começou a operar no interior do homem, os erros começaram a atuar na mente humana, houve um desvio do que vem a ser o correto e o errado, e a raça humana com toda a criação geme por este colapso.
Adão não conhecia, através da experiência, as reais consequências de desobedecer a instrução divina, Deus lhe deu essa liberdade, não o impediu de agir de forma independente. Aqui recomeça Bereshit (Gênesis), não mais na terra, agora no plano espiritual, na vida humana, há no homem confusão, trevas, escuridão e morte. O homem morreu com Adão. Vejamos que tudo até então estava perfeito, havia plena separação entre trevas e luz, o Éden era um lugar de delícias, de paz, não haviam trevas ali, tudo funcionava em plena harmonia.
A batalha agora é para recuperar o status anterior à queda, pois a transgressão veio por meio do homem e também a regeneração veio por meio de outro homem, Cristo. Cristo é o padrão de Luz na vida humana, ele é aquele que no livro de Apocalipse estava no meio de sete castiçais, ele é a Luz, ele é a Verdade perdida, ele é o Caminho de volta à pureza, à santidade, à felicidade, ao amor, à Vida.
Jesus viveu intensamente a batalha espiritual, ele veio inaugurar o Reino da Luz nos dando vida espiritual através do Espírito derramado em Pentecostes (Shavuot). Jesus era profundo conhecedor das escrituras, da Torá. Quando confrontado por uma potestade maligna, o diabo, ele se defendeu usando o conhecimento que ele tinha da Torá. 
“E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto;
E quarenta dias foi tentado pelo diabo, e naqueles dias não comeu coisa alguma; e, terminados eles, teve fome.E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão. E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus.(Lucas 4.1-4)

O relato demonstra como um cristão precisa agir quando confrontado nos lugares celestiais, ele precisa imitar o mestre. Quando espíritos malignos nos afrontarem por que nos falta o mantimento ou nos falta seja o que for, e nos acusar de não sermos filhos de Deus, lembremo-nos do que Jesus respondeu, o homem não vive só de coisas desta terra, o nosso sustento não é apenas pão, nós até passamos por breves momentos de privação, mas o sobrenatural nos alcança. Jesus aqui estava usando uma passagem que está escrita em Deuteronômio, capítulo 8, onde estava sendo lembrado ao povo que no meio do deserto Deus enviou o maná, sempre haverá provisão.
As trevas mentem, elas distorcem o conhecimento humano e nos fazem pensar de forma errada sobre Deus.
“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;” (Jesus – João 5.39)
Está escrito“, Jesus conhecia a Torá e usava este conhecimento revelado de Deus, instrução dada ao homem para vencer as trevas. E ele nos aconselha a examinar os livros para encontrarmos tudo sobre ele e sobre a vida eterna.

Jesus diz ainda: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. (Mateus 22:29)Por isso Paulo diz que na guerra espiritual nós usemos a espada do Espírito que é a Palavra de Deus.
“E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória; porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero.
Portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe: Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás.”(Lucas 4.6-8)
Satanás tenta plantar nos nossos corações a cobiça, a nos fazer adorar as riquezas, adorar o reconhecimento humano, adorar o status, adorar o poder. Faz parte da guerra sermos tentados a este respeito, mas Jesus usou o trecho do Antigo Testamento que estava em seu coração firmado como verdade e não acreditou na seta maligna.
“Levou-o também a Jerusalém, e pô-lo sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo;
Porque está escrito: Mandará aos seus anjos, acerca de ti, que te guardem,
E que te sustenham nas mãos, Para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra.
E Jesus, respondendo, disse-lhe: Dito está: Não tentarás ao Senhor teu Deus.”(Lucas 4.8-12)

Ou seja, nós somos confrontados igualmente e muitas vezes ouvimos o que a sutileza das trevas está nos induzindo a fazer, “joga-te daqui”, desiste de tudo, experimenta algo perigoso porque se Deus for contigo ele te livra, Deus te perdoa, tenha uma ousadia na fé, tenta de outro jeito, erra mesmo, se mata. Se ele não pode nos invocar à morrer literalmente ele projeta em nós através de pensamentos, ou por palavras de outras pessoas, a outras formas de nos paralisar e nos matar, ele nos aprisiona, ele nos convence que nossos erros não terão consequências, como fez com Adão. E esquecemos que a pior morte é a espiritual, é a que rompe nosso discernimento de certo e errado e nos põe em caminhos tortuosos que nos trarão prejuízos sempre.
Esta é a batalha, precisamos pedir a Deus o discernimento porque os poderes, os principados, as potestades, este império maligno atua no homem, ele sugere ao homem o desvio e pode ser qualquer um. Tenhamos em mente que Jesus é nosso sacerdote supremo e foi tentado, todos nós também somos e seremos. Um título sacerdotal, episcopal, um cargo espiritual que consideremos elevadíssimo ou não, não estará livre de indução maligna. O correto é buscarmos em Deus respostas e direção e que seu Espírito esteja conosco nos revelando os segredos da Palavra.
Nesta batalha a Palavra é indispensável, assim como o Espírito de Deus, e ambos estão perto de nós e ao nosso fácil acesso.
A batalha será na nossa consciência, nas escolhas que fazemos, a sutileza é para nós resistirmos ao plano de Deus.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

"Mastigue isso direito, menino!"

Pensando e sorrindo, lembro das muita vezes que minha mãe ou minha avó gritavam essa frase: “mastigue isso direito, menino!”. É claro que elas sabiam que eu estava sempre comendo rápido para poder voltar correndo para a brincadeiras com os amigos ou mesmo para o vídeo-game. O tempo passou, o menino cresceu e se tornou homem, se tornou marido.
Essa semana ouvi uma pergunta que mexeu muito comigo, e dizia o seguinte: “Quanto tempo você tem gasto para fazer uma refeição? Você tem mastigado direito?” Seria rápido e fácil responder de imediato: “estou na correria, não tá dando tempo!” Mas resolvi pensar a respeito e descobri que minha resposta pronta tem tudo a ver com aquele menino que comia correndo para ir brincar. O menino que dificilmente saboreava do delicioso sabor que era a comida da mãe ou da avó.
Então, fazendo uma auto-análise sobre minha vida, me perguntei: “quantas coisas tenho vivido e não tenho saboreado? Quantas vezes estou ao lado da minha esposa e minha mente está no trabalho que eu preciso entregar amanhã? Quantas vezes tenho desfrutado de uma boa música, sem que meus pensamentos estejam ligados ao problema que aconteceu ontem no trabalho? Quantas vezes estou ouvindo um amigo compartilhar um problema, mas meus olhos estão focados no celular? Quanto tempo tenho reservado para estar a sós com Deus? Quantas vezes tenho feito coisas legais, sem me sentir culpado por não estar produzindo ou fazendo coisas que eu “deveria” estar fazendo?
Percebo que a vida anda “tão corrida” que não conseguimos mais desfrutar dos momentos que geram felicidade verdadeira. Realmente não acredito que a felicidade esteja nas coisas materiais ou num futuro que nunca chega, ou mesmo, nos momentos marcantes que vivi no passado, mas SOMENTE no que posso experimentar neste momento, agora, vivendo o PRESENTE.
Posso afirmar que quando entendemos que podemos viver o momento presente, nossa vida se torna um grande presente e todo grande presente gera alegria, sorriso e felicidade verdadeira.
Meu desejo é que você possa saborear com alegria cada momento da sua vida. Ao estar com sua esposa, decida estar só com ela. Ao ouvir um amigo, ouça seu amigo. Ao ouvir uma boa música, desfrute dela. Tenha um tempo para você, sem culpa. Ao reservar um tempo para Deus, esteja só com Ele e desfrute da sua doce presença.
“Mastigue isso direito, menino!”
Deus abençoe grandemente sua vida.

Junior Della Mea
@juniorDellaMea

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O Valor da Coragem





Wilma Rejane
A Tenda na Rocha

O Senhor, pondo-se do lado dele disse: Coragem! At 23:11

Enquanto procurava uma palavra de conforto para amenizar a saudade que sinto de minha filha, que partiu para outra cidade, em virtude do casamento, recebi de Deus esse Bálsamo:  “Coragem!”.  O versículo do livro de Atos, me fez parar e refletir sobre o valor da coragem e a fidelidade de Deus.  Paulo havia sido encarcerado e aguardava sentença do sinédrio, os fariseus conspiravam contra ele e no meio da noite o Senhor Jesus lhe aparece com essa palavra: “ Paulo, você não está sozinho estou contigo, coragem”! Creio que após ouvir isso, o apostolo recobrou as forças e fortaleceu a fé. Assim foi comigo. Tenho trazido a memória essa palavra a cada instante, quando a saudade e a ansiedade querem me fazer refém.


E como a palavra "coragem" se tornara agora, minha amiga mais constante, procurei conhecê-la melhor - amizade implica conhecimento. Busquei obedecer a Deus me tornando corajosa, diante da dor da saudade ( é coisa que dói, quem passou sabe). Descobri que "coragem" tem origem em uma língua pré-histórica e hipotética indo-europeia,  reconstruída por filósofos no século XIX e que era falada por guerreiros conquistadores. Coragem vem de cor e coração. O idioma latino, originado do indo-europeu, revela que a palavra cor indica: ânimo, disposição, qualidade espiritual de bravura e tenacidade. Coragem está diretamente ligada a "cor do coração" ânimo do ser, da alma, do entendimento. Ponha a coragem no centro da vida e viva com um coração constantemente animado.


Pv 24:10: Se te mostras fraco no dia da angústia, a tua força é pequena.


Quem tem coragem age com força interior, disposição do coração. Essa virtude, está em nós e se mostra em momentos adversos. Não existiriam guerreiros se não houvesse coragem, ela nos move além do medo, da angústia, da dor, da impotência. Não vejo a coragem como auto superação, mas atitude resultante de ação divina, pois somente em Deus encontra-se a fonte para vencer batalhas. Coragem, não diz respeito a força física, potência ligada a valores externos como: beleza, riqueza, sabedoria. A coragem está na alma, no coração, é a cor da vida.

                          
Não temais o povo dessa terra, porquanto são eles nosso pão, e o Senhor é conosco, não os temais Nm 14: 9

O Senhor revestiu seus líderes de coragem e prudência para usá-la nos momentos oportunos.  Cada vez que os israelitas se preparavam para conquistar territórios e derrotar inimigos, Deus fortalecia seus líderes com o conselho: “Não temais”. Jesus, falou sobre a virtude da coragem : “ "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo" Mt 10:28. Não temer é um ato de bravura, mas que necessita de fundamento Bíblico porque a coragem exalta o homem , mas também o abate se estiver aliada a maldade, a ganância e imprudência.

O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura Pv 14:29.

Assim, querido leitor, que se alguém está em Cristo, se alguém clama a Deus, Ele se põe ao lado para revesti-lo de coragem como fez a Paulo.  Não estamos sós ou esquecidos, mas  guardados em fortalezas e alto Refúgio. Invisíveis, porém reais. Deus não nos deixa sós, Ele é fiel e amigo que faz por nós além do que pensamos. Com Ele, há livramento, milagres e dias de riso, porque o choro pode durar uma noite, mas  a alegria vem pela manhã Sl 30:5.
Coragem porque Deus é conosco!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Se todos falam ao mesmo tempo...

Mais importante do que falar é ter o que dizer.

Quando criança, quem é que não lembra que na sala de aula era preciso levantar as mãos para depois falar? A professora dava oportunidade apenas para quem soubesse esperar o momento dela. Essa lição deve ser aplicada por todo resto de nossas vidas.

No ambiente familiar, marido, esposa, filhos... Todos precisam falar e todos precisam ser ouvidos. E toda família precisa calar para ouvir a voz de Deus.

"Há tempo de falar e tempo de calar" - Eclesiastes 3.8.

"Porque ele é o nosso Deus e nós o seu povo e ovelhas da suas mãos. Se hoje ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações" - Salmos 95.7, 8 a.

"E eis que passava o Senhor, como também um grande vento forte que fendia os montes e quebrava as penhas diante do Senhor; porém o Senhor não estava no vento; e depois do vento um terremoto; também o Senhor nao estava no terremoto. E depois do terremoto um fogo, porém também, o Senhor não estava no fogo; e depois do fogo uma voz mansa e delicada" - 1 Reis 19.11.12.

E.A.G., do blog Belverede em Vivendo a última Hora

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Ai Que Saudades!


Wilma Rejane

Saudade é um sentimento comum em nossas vidas. Quem algum dia, nunca sentiu saudade?  Cientistas relacionam o fato ao cérebro, por ser ele capaz de imprimir imagens familiares, sons, cheiros... Tudo isto é reunido em uma espécie de “caderno mental”. Estas informações circulam em nossa mente, provocando sensações que chamamos de saudade que é biológica e também emocional. Acontece quando estamos distantes de casa, de pessoas que amamos, quando por algum motivo apenas nos é permitido recordar.

Distante de casa, na  Babilônia, um exilado, entoou  saudoso Salmo em memória de Sião.

"Junto dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. Sobre os salgueiros que há no meio dela penduramos nossas harpas. Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediram uma canção; e os que nos destruíram , que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha? Se eu me esquecer de ti ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza." Sl 137:1-5.

O imigrante não tinha forças sequer para cantar, tamanha era a tristeza provocada pela saudade. As lembranças de Sião estavam “circulando” em sua memória.   Perdi meu pai há oito anos, mas todas as vezes que sinto o cheiro de sua comida preferida, ou vejo minha mãe preparando-a, fico pensativa a lembrar-me de sua alegria e disposição em sentar-se a mesa. Sinto falta de sua presença conosco também nestes momentos.

Nenhuma ciência ainda foi capaz de medir nossas emoções, mas Deus em sua eterna sabedoria nos dotou de vínculos e laços de amor que perduram uma vida, e mesmo quando chega à morte. É quando percebemos intensamente o significado que pessoas têm para nós. É quando chega um tipo de saudade que não pode ser saciada, deixando marcas que somente o tempo é capaz de amenizar.

Chorar de Saudade

E mais uma vez no relato bíblico, Davi nos dá uma demonstração da dor da saudade: “Absalão fugiu, e foi para Gesur; e ali esteve por três anos. Então tinha o rei Davi, saudades de Absalão. E Davi pranteava por seu filho todos aqueles dias” II Sm 13:37-39. Por três anos, o homem segundo o coração de Deus chorou a distância do filho.

Um recente artigo, divulgado pelo jornal CNN aponta que as universidades americanas estão lotadas de jovens saudosos de suas casas e de tudo o mais que deixaram para trás, ao partirem ao encontro do sonho de concluir os estudos e terem uma carreira estável. Os entrevistados descreveram com detalhes as lembranças que circulavam em suas memórias:






Keila Pena - Hernandez : “Lagos ou rios do centro oeste, não se comparam com o mar do caribe, tenho saudades das frutas tropicais e da brisa fresca do mar”. A estudante estava tal qual o exilado na Babilônia, desejando sua terra. Acima Keila na Universidade de Missouri, a família ficou em Porto Rico.


Curando a dor da Saudade


A Palavra de Deus é um alto refúgio em todos os tempos. Ela conforta, dá ânimo e restaura as forças. É através dessa fórmula que missionários e imigrantes cristãos, conseguem superar a dor da distância: “Orações aliviam meu coração dolorido, confio a Deus tudo o que está acontecendo comigo e com meu filho que está distante de mim” Homesik (imigrante).A exemplo de Homesik costumo entregar todos os cuidados a Deus, e   de maneira sobrenatural, Ele envia o refrigério. Imagem à esquerda: Imigrantes reunidos em estudo da Bíblia para superar saudades de casa.


Saudade na Era do Twitter

Vivemos em um mundo repleto de novas tecnologias e é possível uma comunicação rápida e eficaz com todas as partes do globo terrestre. Estes recursos têm possibilitado que familiares curem (em parte) a dor da saudade.  Minha sogra tem 68 anos. Aprendeu  usar Orkut, email , Skype e webcam para se comunicar com filhos e netos que moram em outro estado. É possível vê-la dando boas risadas  nessa interatividade virtual. E pensar que o Rei Davi chorou por três anos a distância de seu filho...

Saudade em Verso

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou. 
E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver. O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.
Pablo Neruda         

Ao sentir apertar a dor da saudade, lembre-se: você não está sozinho. Neste exato momento em  algum lugar, ou em muitos lugares do planeta, lembranças estão circulando no memória de quem ama.  Mas como tudo na vida, essa dor há de passar.

Deus te abençoe.

Fontes:
Biblia Sagrada
suite101
cnn

domingo, 20 de novembro de 2011

Contardo Calligaris e o minuto-bobeira na Ilustrada

No dia 10 de novembro, quinta-feira, pudemos ler a seguinte frase no encarte Ilustrada, da Folha da São: "Homofóbicos têm excitação com estímulos gays".

Contardo Calligaris, italiano, e colunista da Folha, onde é apresentado como alguém que pretende refletir sobre a cultura e a modernidade, tem em seu seu curriculo o seguinte: psicanalista, doutor em psicologia clínica, ensaísta; ensinou estudos culturais na New School de Nova York e antropologia na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Algum tempo atrás, assisti Calligaris no programa Roda Viva, em sua nova fase, já com o comando de Marília Gabriela. Ao ouví-lo, talvez seja uma impressão errada minha, senti nele uma aura de iconoclasta, alguém que sente prazer em quebrar paradigmas. Mas não captei a razão disso.

Homofóbicos têm exclitação por estímulos gays? A afirmação de Calligaris diz que sim. Está lá no artigo que escreveu à Folha de São Paulo. Pobres leitores! Nitidamente essa frase é uma provocação. Provavelmente, devido sua raiva contra héteros religiosos, defensores da família aos moldes apresentados pelas Escrituras.

Inconscientemente, Calligaris foi acometido por um "minuto-bobeira", quando abdicou da inteligência. Seria ele mais um pobre heterofóbico?!

E.A.G.

Fonte: Belverede | Cosmovisão

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Uma Líder Na Reforma Protestante - Katharina Von Bora





Wilma Rejane

"Por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher", diz o ditado. Sou admiradora de Martinho Lutero, líder da reforma protestante, mas pouco se fala de sua esposa. Tive, portanto a curiosidade de pesquisar sobre ela, a mulher que fez Lutero desistir da batina e formar uma família. É bem verdade, Lutero já não concordava com muitos preceitos do catolicismo, inclusive o celibato.

Lutero escreveu em um de seus artigos: "Quando Deus fez o homem e a mulher, Ele abençoou e lhes disse: "Crescei e multiplicai-vos.  Essa passagem nos da a certeza de que o homem e a mulher têm o dever e a obrigação de se unir para se multiplicar".


Katharina Von Bora


Nasceu em 29 de Janeiro de 1499, na Alemanha. Com apenas 5 anos de idade foi estudar em regime de internato, em convento católico, onde permaneceu até 1523.  Ela foi educada por um professor e aprendeu latim numa época em que as mulheres não conseguiam ler nem mesmo a própria língua. Katharina fugiu do convento com mais 11 freiras. Ela e as demais ouviram falar do Ensino Bíblico de Lutero, consideraram seus princípios e quiseram deixar o convento. Um comerciante ajudou na fuga.Pois é, Katharina Von Bora, foi embora do convento para sempre!

Casou com Lutero dois anos após a sua fuga, em 1525. Consta-se que ela era uma ótima gerente familiar. Apesar dos fundos limitados e um grande número de hóspedes, plantou legumes e comprou uma fazenda com criação de bovinos, frangos e cerveja fabricada.







O casal teve seis filhos e ainda adotou mais quatro. A família,era considerada modelo na Alemanha. Lutero chamava sua esposa de "estrela da manhã de Wittinberg". Katie viveu por mais seis anos após a morte do esposo em 1546.

Katarina abriu as portas da sua casa para que monges, freiras, padres que escancaravam seus corações pra verdade de Deus e se tornavam adeptos da Reforma se refugiassem, mesmo sabendo que estavam entrando num tempo de perseguição e isso pudesse resultar numa invasão ao seu lar. Existiram vezes, que 25 pessoas moravam em sua casa, sem contar ela, Lutero, as crianças e os  órfãos  de quem cuidavam!

Lutero nunca se negava a ajudar um necessitado. Sempre oferecia dinheiro a quem precisava e logo logo, acabou com as lindas porcelanas que Katarina ganhou de presente de casamento, vendendo-as para conseguir dinheiro e abençoar aqueles que lutavam pela causa da graça de Cristo! 

Katy cuidou de Hans Lutero, seu primeiro filho, ao mesmo tempo em que seu esposo passava por uma terrível depressão. Ela se sentava ao seu lado e lia a Bíblia pra ele edificando seu coração. Conciliou as tarefas da casa, de hospedagem, mãe, esposa com a árdua tarefa de ajudar Lutero na tradução das escrituras para o alemão. Ouvia os desabafos de Martinho e sabia que cada vez que ele saia para pregar podia não o ver voltar, pois quanto mais pregava, mais inimigos Lutero ganhava. Expandir o Reino e as verdades bíblicas significava para Katarina poder ficar viúva. Mas ela sempre o encorajava: “Deus cuidará de nós. Não tema! Pregue!”.

Ela era admirável. Sua postura permitia Lutero pregar livremente e arriscar sua vida pela Verdade! Katarina não escreveu nenhum livro nem pregou nenhum sermão, mas sua inestimável ajuda possibilitou que o marido fizesse isso. Ela foi um grande apoio pra ele. Como Lutero mesmo disse a um amigo: “Minha querida Katy me mantém jovem e em boa forma também (risos). Sem ela eu ficaria totalmente perdido. Ela aceita bem minhas viagens e, quando volto, está sempre me esperando. Cuida de mim nas depressões. Suporta meus acessos de cólera. Ela me ajuda em meu trabalho e, acima de tudo ama a Jesus. Depois de Jesus, ela é o melhor presente que Deus em deu em toda a vida... Se um dia escreverem a história da Reforma da Igreja espero que o nome dela apareça junto ao meu e oro por isso.”.


Bem, Lutero ficaria decepcionado ao saber que o nome da esposa nunca é citado quando o assunto é Reforma da Igreja, mas aos mais sensatos nunca ficará esquecido o ditado reformado: " Ao lado de um grande homem, há sempre uma grande mulher" por isso, Katarina Van Bora marcou presença na história.


sábado, 16 de julho de 2011

PL 122/2006 será chamado de Alexandre Ivo

Por Michael Carceres
Correspondente do The Christian Post
Postagem: 16/07/11 - 11h26

O novo PLC 122 a exemplo da Lei Maria da Penha, lei que tornou mais rigoroso o tratamento de crimes cometidos contra a mulher, será batizada de Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente que foi assassinado supostamente por ser gay.

Segundo a assessoria da senadora Marta Suplicy (PT-SP), o novo texto do projeto foi elaborado em um trabalho conjunto com os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e com o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.

Agora o projeto está sob análise dos intregrantes da Frente Parlamentar Mista LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), o texto substitui o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, de autoria da ex-deputada lara Bernardi, do qual Marta é relatora.

A iniciativa surgiu depois de várias tentativas de acordo para aprovar o PLC 122 com a Frente em Defesa da Família, representada pelo senador Magno Malta (PL).

"Estão confundindo a opinião pública. Homofobia é violência física, assassinato, crueldade, barbaridades, já o texto apresentado pela senadora Marta Suplicy, também com novo nome, agora, batizado de Lei Alexandre Ivo, é uma tentativa de não enfrentar a intolerância, o preconceito e a discriminação no mais amplo sentido e não apenas em favor dos homossexuais, mas também na questão racial, estética, social, religiosa e contra o machismo que humilha as mulheres", disse o senador Magno Malta segundo sua assessoria de imprensa.
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A Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, após estudos feitos, declarou que a homofobia foi banalizada por causa do PLC 122 e que este foi erroneamente chamado de "Lei Anti-Homofobia".

A Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, após estudos feitos, declarou que a homofobia foi banalizada por causa do PLC 122 e que este foi erroneamente chamado de "Lei Anti-Homofobia".

Magno Malta enfatizou que não se deve priorizar as minorias de forma isolada, como exigem os homossexuais. "Devemos ter ações para enfrentar os preconceitos étnico-racial, o social – de rico contra pobre – estético – principalmente as crianças obesas que sofrem bullying, em relação à sexualidade, a intolerância a religiosidade, a discriminação contra o idosos, o excepcional e a cruel violência contra a mulher", ressaltou ele.

Sem o desejo de arquivar o PLC 122, Marta Suplicy reconhece que se ouver um acordo com as bancadas ligadas a Igrejas cristãs, ficará mais fácil conseguir a aprovação de uma legislação que considere a homofobia como crime.

"Nunca falei em arquivar o PLC 122. Disse que, fruto das discussões do PLC 122, um novo projeto é discutido no momento, com acompanhamento de Toni Reis, presidente da ABGLT, e também tendo eu relatado a mais lideranças do movimento LGBT o andamento de cada conversa feita entre senadores", declarou a senadora em uma nota de esclarecimento.

O que o novo projeto faz é definir "crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação". Um desses crimes seria o de "induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero".

Os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Manuela D'ávila (PCdoB-RS) serão responsáveis por apresentar o novo texto à bancada evangélica da Câmara dos Deputados e representantes do movimento LGBT.

Fonte: The Christian Post

E.A.G.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O SUPREMO, DE MAL A PIOR



Percival Puggina

Digo e provo. Cada povo tem o Supremo que merece. Não é por outro motivo que convivemos com tantas decisões chocantes, contra as quais nada, absolutamente nada se pode fazer porque expressam a vontade da mais alta Corte. A Corte... Já escrevi sobre isso. Uma das características de toda corte é seu alheamento em relação à realidade. É um alheamento que começa no luxo dos salões, nas mordomias dispensadas aos cortesãos, nas necessárias garantias que lhes são concedidas com exclusividade em relação à caterva circundante. E que, como não poderia deixar de ser, se reflete na visão de mundo e nos critérios de juízo. A corte contempla a realidade com luneta de marfim e ouro, enquanto balança os pés à borda de uma cratera lunar, lá no mundo onde vive. Marfim e ouro? Sim, marfim e ouro. Afinal, aquela Corte tem 11 membros, um orçamento de R$ 510 milhões (um sexto do orçamento da Câmara dos Deputados com seus 513 membros) e cerca de 2600 funcionários, entre servidores concursados, terceirizados e estagiários (cf. Luiz Maklouf Carvalho, Revista Piauí, ed. 57). 


Por outro lado, dado que cada povo tem o governo que merece, sendo o governo quem escolhe os ministros do Supremo, a frase que se aplica àquele, faz-se vigente, também, para este. Lula cansou de nomear ministros para o STF. A presidente Dilma tem mais quatro anos para fazê-lo. Antes dos dois, FHC era adepto do mesmo relativismo e materialismo. Quod erat demonstrandum: duas décadas de governos com esse perfil deu-nos o STF que temos. Então, entrega a Amazônia para os índios; então, solta o Battisti; então, véu e grinalda para as uniões homossexuais; então, marche-se pela maconha. E preparemo-nos para o que vem por aí, pois desse mato continuarão saindo cobras e lagartos. Está tudo dominado! Não conheço um único pai, uma única mãe que chame seu filho e lhe diga: "Filhão, já que hoje é sexta-feira, toma vinte e vai comprar uma erva". Ou então: "Guri, vai fumar esse baseado no teu quarto que eu não suporto esse cheiro". Não. Todo o esforço vai no sentido de alertar os filhos para os riscos do consumo de uma droga cujos menores danos ocorrem na saúde dos pulmões, na redução da atividade cerebral e da intelecção, na perda de interesse pelos estudos, e na percepção de tempo e espaço. E cujos maiores prejuízos advêm da motivação para o uso de substâncias ainda mais tóxicas e que geram dependência muito maior. Quem não está no mundo da lua sabe que raros são os usuários de outras drogas que não entraram nesse buraco sem fundo pela abertura proporcionada pela cannabis. Consultado sobre a marcha da maconha, que faz STF? Decide que o que estava em julgamento era a liberdade de expressão... E a maconha ganha as ruas. Desnecessário continuarem marchando. Podem os chapados parar de caminhar. Nada consagrará mais o consumo e o brindará com maior tolerância do que essa decisão do STF! A partir dela, ficou muito mais difícil aos pais convencerem os filhos de que aquela substância cuja marcha foi liberada lhes será nociva ou, até mesmo, fatal. Note-se que a posição ocupada pela maconha na longa e mortal galeria das drogas, é absolutamente estratégica e se baseia, exatamente, na difusão da ideia de que ela "faz menos mal do que o tabaco". O tabaco faz mal, sim, e por isso está banido do mundo publicitário, mas ninguém saiu dele para a cocaína ou para a heroína. Os membros do STF têm sido perfeitamente capazes, para atender seus pendores, de espremer princípios constitucionais e extrair deles orientações que contrariam a letra expressa e a vontade explícita dos constituintes. Mas sequer cogitaram de fazer o mesmo em relação à marcha que propagandeia a maconha. Saibam, contudo, os leitores: não faltariam aos membros da Corte preceitos constitucionais relativos à proteção da infância e das famílias para uma decisão que travasse a propaganda da maconha. Bastaria que houvesse em relação ao bem estar social um apreço superior ao que eles demonstram por suas próprias filiações filosóficas. Podem começar a marchar, agora, pelo óxi, pelo crack e pela cocaína. A Corte vai deixar. Ela está nem aí. ______________ 


* Percival Puggina (66) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões. 

sábado, 14 de maio de 2011

Procter e Gamble patrocina novela SBT ofensiva aos evangélicos

PRODUTOS DA PROCTER E GAMBLE


A MARCA QUE PATROCINA O BEIJO GAY E OFENDE A FAMÍLIA CRISTÃ BRASILEIRA


SUGESTÃO: BOICOTE NO SUPERMERCADO CADA PRODUTO DA LISTA ABAIXO:

(substitua por outras marcas)


João Cruzué


Você se lembra daquela novela da Globo em que a JBS Friboi patrocinava aquela novela que expunha maliciosamente perfil das mulheres crentes como pessoas de "cabelão", "saião" e apedrejadoras de gays e prostitutas? Pois é, desde aquele tempo eu nunca mais comprei qualquer produto de higiene pessoal que leva a marca "albany".

Foi uma questão de consciência e decisão pessoal.

Achei um desaforo e me condoi por ver tantas irmãs crentes, simples e pouco informadas, comprando aquele shanpoo ordinário cujo lucro patrocinava uma novela que as denegriam e caricaturizavam. Marcas que financiam novelas visam gente simples, ainda não cultas e de pouco poder aquisitivo. Não estaria eu discriminando se dissesse com franqueza que são produtos para gente pobre. Como eu.

Nenhuma novela vai adiante se não tiver dinheiro de patrocínio.

Pois é, agora tenho outra péssima novidade. A Friboi passou e agora quem tem ofendido os lares cristãos e ao mesmo tempo os militares brasileiros é a Procter e Gamble - a
 patrocinadora oficial da novela Amor e Revolução, a novela do beijo gay, que passa no SBT, a rede de Televisão do Sr. Senor Abravanel, mais conhecido por Sílvio Santos.

Se você acha que esta novela ofende os costumes cristãos e não concorda com a desfeita do sr. Sílvio Santos, vou dar duas sugestões. Você é livre para seguir ou não.

Mude de canal quando sua TV estiver sintonizada no SBT, e deixe de comprar qualquer produto que tenha a marca da Procter e Gamble. Substitua pelos de outra marcar.

Só assim estas empresas vão aprender a respeitar os consumidores cristãos. Bata naquilo que eles mais têm medo: no CAIXA! Produto que não vende, encalha no supermercado. E se encalha, o marketing vai procurar saber porquê. E se descobrir que 25% da população brasileira é evangélica e está deixando de comprar seus produtos... vão pensar duas vezes antes de patrocinar qualquer novela.

Conheça agora os produtos que financiam a produção da Novela Amor e Revolução - a novela do beijo gay que faz desfeita tanto aos crentes quanto aos militares brasileiros.


Nota: se você é favor desta conscientização, repercuta, escreva e se quiser pode repassar este texto.

terça-feira, 15 de março de 2011

"Meu Pai, Meu Herói", Florbela Ribeiro


"Pai, recordo com tanta saudade os anos que já lá vão…Sabes, uma das minhas brincadeiras predilectas era ensaiar os teus gestos, poder imitar-te.Fazia os ensaios secretamente, por pura admiração.Como eu amava a robustez e o vigor que emanavam de ti, a tua força e coragem eram minhas…" Ler na íntegra Aqui.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A roça do louco

Por Nalon C.

(Uma estória que ilustra verdades que passam desapercebidas).

Vi, entre homens, um que parecia não ser de bom senso.

Fazendo uso de um pedaço de chão que lhe pertencia, foi semeando sem selecionar sementes ou mudas. Qualquer semente que encontrava, levava consigo, plantava e deixava crescer.

Certo dia, visitando a lavoura observou uma bela moita, caules coloridos, folhas grandes, cor característica, com presença de alguns espículos. Convidou a esposa, levando também a filhinha para admirarem a linda "folhagem". A esposa, que também nada entendia de botânica, resolveu fazer dessas folhas um belo molho para enfeitar a sala. A filhinha encarregou-se de levá-los.

Pouco depois, mãe e filha tinham o doce prazer de se coçarem, prurido doloroso, a ponto de seus olhos lacrimejarem. A pele toda empolada sugeria uma urticária gigante. Sofreram bastante por não conhecerem a traiçoeira Urtiga.

Numa outra visita à lavoura, encontrou bem amadurecido certo capão de gramíneas. Pensou consigo: Se não é trigo é arroz. Formou grandes feixes de cachos, levou-os para casa e disse para a mulher: Estenda um lençol; vamos colher este arroz. Assim, enrolou bem aqueles molhos, comprimiu os cachos, espetou bastante as mãos, feriu-se todo, e nada de grãos de arroz. Estava a colher carrapichos.

Lavado o lençol, puseram-no na cama, mas ninguém conseguiu dormir. Lá estavam os minúsculos espinhos entre o tecido para tirar-lhes o sossego.

Perdeu seu tempo, feriu suas mãos; sua esposa perdeu a paciência e tratou-o mal com duras palavras. Passaram noites mal dormidas, desgastaram seus "nervos" e acabaram queimando o lençol para dar fim ao sofrimento.

Certo dia ele estava a lastimar: Não tenho sorte! Minha vida é uma contínua colheita de sofrimentos!

Você conhece esse louco?

Pode ser que algumas pessoas ao olhar num espelho o reconheça.

Como vão as colheitas no seu campo de ação? Tudo está bem em casa? Muitas brigas? Falatórios? Caras feias? Choros? Angústias? Depressões? Inimizades? Úlceras? Ciúmes? Conflitos entre pais e filhos? Ou confiança, segurança, liberdade e muito amor?

Há cerca de dois mil anos, o grande filósofo cristão afirmara: "tudo o que o homem semear, isso também ceifará".

Se a colheita não está sendo boa em algum campo de suas atividades, seja prudente. Mude logo a qualidade da semente e verá que nos dias futuros a boa colheita certamente virá. Mas, lembre-se: casa atitude, cada gesto, cada palavra, é uma sementinha que você está plantando, e que a seu tempo dará seu fruto. Compre de graça a boa semente no celeiro de Deus (a Bíblia Sagrada) e esteja certo, que não tardará muito a se deliciar com uma boa colheita que jamais terá fim.

"Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição, mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna" - Gálatas 6.7-8 (NVI).

E.A.G.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O valor da mesa para a família

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por Josué Gonçalves

A mesa na cultura de uma família, é mais que um simples lugar para colocar as vasilhas com alimentos para todos se alimentarem. A mesa é lugar de encontros, de oração, de alegrias, de tristezas, de lembranças, de comunhão, de sonhos compartilhados e de lições aprendidas.

Ontem, fiquei sabendo que o filho de um amigo meu morreu em um acidente de automóvel, um jovem marido, pai de dois filhos. Nesta casa, por um bom tempo a mesa será um lugar de lembranças que vão provocar muita saudades e com certeza lágrimas que não se misturar com o café e o pão. Tudo porque nunca mais os filhos e a esposa terá o prazer da companhia daquele que partiu para uma outra dimensão de vida.

Ontem eu também recebi a noticia de que a filha da minha secretária, que tinha um problema no sangue que na concepção de muitos médicos era incurável, misteriosamente, sobrenaturalmente esta semana a médica disse para a mãe, não sabemos explicar, o certo é que a sua filha está radicalmente curada. Para esta família, neste momento a mesa é lugar de alegrias, celebração e cântico de gratidão.

É na mesa que reconhecemos o cuidado de Deus, o carinho e dedicação da mamãe, o esforço do pai em trazer o pão, o valor de se ter saúde. Bendita mesa, por onde passou e passa a construção de toda nossa história. Uma casa sem mesa, é uma casa sem um ponto de encontro imprescindível. Valorize a mesa em sua casa e faça dela o lugar sagrado do encontro da família!

http://www.amofamilia.com.br
http://familiaegraca.blogspot.com


terça-feira, 31 de agosto de 2010

PERDÃO


 Ana Paula Valadão
Líder do DT escreve sobre o tema e fala sobre decepções


Sei que todos nós passamos por decepções. Temos expectativas sobre como gostaríamos que as pessoas que amamos agissem, mas nem sempre elas vão corresponder. As pessoas têm conviccões diferentes umas das outras e precisamos entender isso. O nosso “certo” não é o “certo” do outro, e não podemos exigir que todos pensem como nós. Cada um tem um nível de egoísmo, de materialismo, e meu padrão só serve para medir a mim mesma, e não o outro.
Quando acontece uma ferida em um relacionamento, precisamos escolher amolecer o coração, e não endurecê-lo. Na nossa perspectiva podemos ter todos os motivos e razões para reter a raiva, a amargura, mas isso é como um veneno que nos fará adoecer.  Tenho percebido que muitas vezes sofremos por pessoas que não estão sofrendo por nós ou pelo mal que nos causaram. Talvez elas nem se dêem conta do que nos feriu e decepcionou (ou se dão, não se importam). Por isso, para o nosso próprio bem, a raiz de amargura que brota no profundo do nosso coração deve ser arrancada, antes que cresça e se transforme em uma árvore que toma conta de tudo.
Lembro-me do texto de Hebreus 12:14, 15b  ”Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor… nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, VOS PERTURBE, e por meio dela, muitos sejam contaminados.” (grifo meu)
A raiz de amargura, quando cresce, perturba a nós mesmos. Somos os primeiros e maiores prejudicados. Parece uma dor no coração que não sabemos como sarar. Depois, tudo ao nosso redor corre o risco de ficar contaminado. Perdemos o sabor da vida, outros relacionamentos sofrem por estarmos amargos, azedos. E por isso precisamos arrancar esta raiz enquanto está pequenina, no começo, antes que fique mais difícil e uma grande “cirurgia cardíaca” seja necessária.
Gustavo que, como cônjuge, sofre comigo a minha dor, estava orando e leu Marcos 11:25 “E, quando estiverdes orando, SE TENDES ALGUMA COISA CONTRA ALGUÉM, PERDOAI, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas”.
Como isso é interessante. É como se o Espírito Santo, que sonda e conhece nosso interior, não nos deixasse sossegados enquanto não perdoarmos quem nos ofendeu. Se não Lhe damos ouvido, mas continuamos indo diante de Deus em oração, corremos o risco de estar agindo religiosamente, e não em uma atitude de devoção sincera. É como se disséssemos: -”Sai pra lá, pensamento bobo! Estou aqui para orar por isso, aquilo, mas não para lidar com esse sentimento, com meu próprio coração. Estou aqui para ministrar, ou para cantar, para levantar as minhas mãos… deixa essa situação pra lá”. E vamos nos tornando hipócritas diante do Senhor. Só queremos falar e fazer, mas não ouvir o que Ele tem para nos dizer. Mas, se ao contrário, assim que Ele nos apontar onde precisamos ser tratados, nos quebrantarmos, receberemos a cura e a restauração.
Deus falou ao nosso coração que o poder para perdoar acontece na oração. Esse é o lugar e o momento em que podemos ser tocados por Deus. Somente se pararmos aos pés do Senhor, derramando e aquietando nosso coração na presença dEle,  receberemos o poder para perdoar. Ouviremos e atenderemos. Escolheremos liberar perdão.
O perdão não vai brotar naturalmente. Pelo contrário, nossa mente nos levará a remoer e pensar muitas coisas que poderíamos dizer, cobrar, o que gostaríamos que acontecesse ao que nos ofendeu, e sentimentos terríveis de vingança podem surgir dentro de nós. Se não buscarmos uma intervenção divina dentro de nós, não conseguiremos perdoar. Perdoar é uma escolha, e só alcançaremos isso na força do Senhor em nós. Em oração, dia após dia, como em um processo do qual não podemos desistir, precisamos buscar a força de Deus para o perdão.
E então recebi outra instrução na Palavra. Olhar para o nosso exemplo maior, o próprio Senhor Jesus. As palavras dEle na cruz ressoavam em meu interior… “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. Abri a Bíblia e li as várias descrições da crucificação nos Evangelhos até encontrar estas palavras libertadoras, que estão em Lucas 23:34.
Li também a instrução de Jesus aos discípulos sobre como devemos orar, em Mt 6. Em secreto oramos, e o Pai, que vê em secreto, nos recompensará. E  então passa a nos ensinar a orar. Até que lemos: ” E perdoa-nos as nossas dívidas, ASSIM COMO nós temos perdoado aos nossos devedores.” Mt6:12 (grifo meu).
E não termina por aí, mas os versos seguintes dizem: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” Mt6:14,15.
Por mais chocante que sejam as palavras de Jesus quanto à reciprocidade do perdão de Deus para nós à medida em que também perdoamos o outro, precisamos aceitá-la. Confesso que nunca ouvi uma pregação sobre isso. Ninguém nunca me disse que se eu não perdoar alguém, Deus também não me perdoará. Mas Jesus disse isso várias vezes, como no texto que o Gustavo também leu para mim.
Enchendo-nos da Palavra e perserverando nela, olhando para Cristo e Seu modelo, recebemos o poder para perdoar. Toda perturbação que a falta de perdão nos traz vai embora e a paz de Deus enche nosso coração e a nossa mente. Ao invés de um coração endurecido e amargurado, que contamina a tudo o que vemos e está ao nosso redor, retornamos à doçura da vida. Livres, perdoados, orando e perdoando.
Eu estava meditando nas Escrituras e me deparei com o episódio em que Jesus é testado pelos Fariseus. Eles trouxeram até o Senhor uma mulher que havia sido achada em adultério. A Lei ordenava que ela fosse apedrejada, e eles perguntaram a Jesus o que Ele dizia a respeito disso.
Jesus Se abaixa e começa a escrever na areia. Eles continuaram a questioná-lo, e Ele Se levantou e disse: “Se alguém entre vós não tem pecado, seja esse o primeiro a atirar uma pedra nela” Jo8:7.
Ele Se abaixou de novo e continuou a escrever. Não sabemos o que Ele escrevia, mas muitos pensam que poderia ser o nome de amantes de alguns ali, ou o nome dos pecados dos acusadores daquela mulher. Enfim, o que sabemos é que aqueles homens, a começar dos mais velhos até os mais jovens, foram embora e a mulher ficou sozinha, em pé, diante de Jesus.
Outra vez Ele Se levanta. Ele pergunta a ela onde estão os seus acusadores. Todos se foram sem condená-la, responde a mulher. E então, as palavras mais libertadoras que alguém poderia ouvir saem da boca do Senhor Jesus: ” Nem eu te condeno. Vá e deixe sua vida de pecado”.
Ele, o único que não tinha pecado algum, o único que poderia realmente atirar uma pedra naquela mulher, não a condenou. Pelo contrário, sabemos que Ele assumiria o lugar dela e receberia todas as “pedradas”, todas as dores dela, na cruz do calvário.
Outra vez o Senhor ministrou ao meu coração sobre o perdão. Ele é nosso exemplo. E se Ele, que poderia acusar, condenar, não o fez, quanto mais nós, cheios de pecados e faltas, devemos perdoar os que erram ao nosso redor. Precisamos ter um coração perdoador, e as mãos esvaziadas das pedras.
Quem sabe, se agirmos assim, o mundo à nossa volta será impactado pela presença de Cristo em nós. Pelos Seus olhos de compaixão através de nossos olhares misericordiosos. De Suas palavras doces em nossas palavras libertadoras. Quem sabe, assim como aquela mulher, as pessoas que atravessarem nosso caminho sairão diferentes, caminharão livres para uma nova vida depois de se encontrarem conosco.
Talvez seja até mais fácil viver isso com uma prostituta com quem conversarmos em um impacto evangelístico, nas ruas da nossa cidade numa noite dessas. Mas precisamos ter as “mãos sem pedras” quando as pessoas próximas de nós, da nossa convivência diária, errarem conosco. Podemos ter todo o direito e razão, mas Cristo, que tinha todo direito e razão, nos mostrou como devemos agir. Perdemos o direito e a razão quando nos tornamos Seus seguidores. Nos tornamos “bobos conscientes”, dando a outra face, caminhando a segunda, a terceira milha, perdoando 70 x 7, ou seja, infinitas vezes por dia. Jesus, nosso Mestre, nos ensina a perdoar.